A.I. - Inteligência Artificial
Média
4,3
2583 notas

72 Críticas do usuário

5
36 críticas
4
12 críticas
3
6 críticas
2
13 críticas
1
2 críticas
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Edivaldo S
Edivaldo S

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de janeiro de 2019
Mais uma obra prima do Steven Spielberg,
O filme te prende do começo ao fim
Te faz refletir
Chorei paca
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2026
Inteligência Artificial é um filme de ficção científica/drama que contou com a direção de Steven Spielberg e roteiro de Brian Aldiss e Ian Watson. O filme recebeu 2 indicações no Oscar de 2002: melhor efeitos visuais e melhor trilha sonora. Em um mundo futurista, onde os problemas ambientais são cada vez mais caóticos, os cientistas resolvem desenvolver um novo tipo de androide : um menino- robô David (Haley Joel Osment). A princípio, David é adotado por um funcionário da empresa que o fabricou, para ficar em seu lar junto com sua esposa. David supriria a falta do filho do casal que estava em coma, mas após ele despertar um serie de acontecimentos faz o casal abandonar David. Um fato curioso do filme foi que ele foi desenvolvido por Kubrick desde 1969, mas resolveu esperar para que a tecnologia acompanhece as ideias. Porém, com a morte do cineasta em 1999, sobrou para Spielberg dirigir a trama, sendo esse o seu primeiro filme dos anos 2000. O fato é que se criou uma grande expectativa em torno do filme, mas chegou a ser um grande fracasso de bilheteria e a crítica caiu em cima. Talvez pelo fato de esperaram alfo sombrio na direção do falecido cineasta, mas o que vimos foi um conto de fábula colorido na mão de Spielberg. Independente disso, o filme opera sem didatismo diante de suas discussões filosoficas. São diversas questões de cunho ético que entra em debate. A questão do amor, pois agora o menino-robô é o primeiro a nutrir esse sentimento, entao qual será a reação dos humanos para isso? Um amor sem retribuição, alimentação do ego humano? Outro ponto , tbm associado a esse é quando um robô mais antigo, que servia apenas para transar com mulheres Joe (Jude Law) fala sobre o Utilitarismo: os humanos te ama pelo que vc pode oferecer. Quando nao tem o que oferecer te trocam. Lógico que a questão robótica funciona como uma incrível metáfora sobre a condição humana. Ainda sobre o roteiro, o filme é logo, mas tem seus 3 atos bem divididos. Gostei da forma em que David foi desenvolvido em tela, foram 50 minutos bem gastos na trama. A jornada de David começa a partir daí: a busca por ser aceito pela família que o abandonou se passa por ele ser humano ( aqui Spielberg aproveita e usa perfeitamente o conto de Pinóquio para isso). É de fato uma jornada dolorosa em termos sentimentais e emocionante tbm. O desfecho foi ainda mais sensacional e criativo ( a chegada dos ets, a forma com que os ets tratam o David era como queríamos que os humanos o tratasse). O final é um abraço aconchegante, mas triste. Em termos técnicos, o filme foi sensacional. Sem exageros, com efeitos que pouco se percebe. Fotografia eficiente mostrando tanto o lado urbano noturno, quanto a floresta sombria com cadáveres de robôs velhos e o cenário caótico de um fim do mundo. Creio que é um filme que precisa ser revistado. Creio que foi muito mal compreendido na época.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa