The Power: Horror na Escuridão
Média
3,1
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Neto Gomes
Neto Gomes

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3,0
Enviada em 6 de dezembro de 2022
Um filme com propostas interessantes, mas que (com o perdão do trocadilho) carece de power!

A película possui uma ambientação e uma proposta de roteiro bem curiosa: Uma enfermeira novata que irá trabalhar a noite em um hospital sem energia devido a greve de mineradores.

Acreditamos que de alguma forma diferenciada esses dois núcleos irão se conectar, o que desperta o nosso interesse de assistir, mas tal vínculo limita-se a isso. Sabemos sobre os mineradores apenas por relances noticiados no rádio, nada a mais.

A direção consegue trabalhar bem com os enquadramentos, tirando o melhor proveito do cenário, com portas densamente escuras ao fundo, o vazio dos corredores sem luz, o uso das típicas luzes frias e mórbidas tão comuns em tais locais, as escadarias sorumbaticas, o silêncio mórbido ou os lamúrios agourentos das alas e leitos, e tudo aquilo que orbita tais lugares, nos despertando a tensão de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento. Porém, tal acerto não deve ser tão difícil de ser obtido, uma vez que, naturalmente, um hospital já nos causa incômodo suficiente.

O filme nos proporciona algumas boas cenas de susto, como o momento da possessão da protagonista, lembrando VAGAMENTE a clássica cena da dança mortal de Suspiria. Contudo, aqui, os melhores momentos neste quesito, estão no período de CONSTRUÇÃO do terror, nos momentos iniciais e mais sutis, que apesar de tal delicadeza, são os mais efetivos em eriçar os nossos sentidos. Quando o filme atinge o seu ápice, temos a típica entidade provida de poderes a lá X-men.

Outro ponto negativo, é a previsibilidade do roteiro, onde não somos surpreendidos com o deslindar da trama, muito por conta de diálogos e escolhas demasiadamente expositivas ou exageradamente sugestivas, fazendo com que percamos o interesse quando o filme torna-se mais lento. Além disso, a carestia em trabalhar melhor certas subtramas empobrece os personagens, nos distanciando deles e fazendo com que não liguemos para o seu destino.

Quanto as atuações, elas são ok, com destaque para a protagonista que nos entrega um pouco a mais que os demais.

A obra traz algums críticas interessantes: 1. diz respeito à displicência e descaso do corpo de profissionais de saúde para com os pacientes, onde muitas vezes, tais pessoas sequer deveriam exercer o ofício pois são desprovidas de empatia, características básica para quem deseja se enveredar nesse meio. 2. o machismo neste meio, onde os homens, por exercerem papéis de poder, acreditam e possuem conivência para fazer o que bem entenderem. 3. a denúncia/vingança dos abusos sofridos por mulheres, mas especialmente por garotas, justamente por conta do fator citado anteriormente e, que não são ouvidas e validadas por conta deste mesmo empecilho estrutural.

Diante do que foi dito, é um filme que recomendaria, mas com sobreavisos sobre possíveis expectativas exacerbadas.
Stephen Guerrero
Stephen Guerrero

52 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de outubro de 2025
Rundown facility, run down people, rundown humanity.
Super creepy atmosphere in this building, with eerie sensations, spectoral apparitions, and unseen forces.
So much distrust and gossip from many of our staff who are far too lazy and overly comfortable in their positions in life.
Beautifully haunting and all the tropes of a classic haunted facility.
The eventual possession of the only one who cares, and the pain inflicted upon them makes me smile my black grin, from my black heart.

The silent will be, must be heard...
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