Belfast
Média
3,7
publicações
  • Cinema com Rapadura
  • Omelete
  • Papo de Cinema
  • Screen Rant
  • Collider

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Cinema com Rapadura

por Denis Le Senechal Klimiuc

Belfast é um filme adorável, e Branagh conseguiu recriar sua infância com dignidade e talento, imortalizando sua família em uma linda homenagem a ela, tratando sempre sua união sob o ingênuo olhar de uma criança. Belfast, afinal, tem raízes mais profundas do que seus conflitos, e o mesmo pode ser dito de toda constituição familiar.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Omelete

por Julia Sabbaga

Pesado no tema e leve na abordagem, Belfast é mais interessado na magia do olhar do que na tragédia de seus acontecimentos, mas também pulsa certo sentimento de culpa. Em seus últimos momentos, a escolha da família de Buddy é colocada como poesia nos lábios de Vó, e encerra Belfast com o sentimento de uma assombração nos olhos de seu diretor.

A crítica completa está disponível no site Omelete

Papo de Cinema

por Marcelo Müller

O tecido narrativo de Belfast é costurado por delicadezas e carinhos. Isso fica ainda mais claro quando o roteiro privilegia o caráter lúdico para aludir ao imaginário do menino. Buddy admira os avós que lhe contam histórias cotidianas com pequenos traços de doçura e fábula, bem como fica vidrado diante dos filmes que movimentam as suas fantasias.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Screen Rant

por Mae Abdulbaki

Depois de uma série de apresentações medíocres de direção nos últimos anos, Kenneth Branagh encontrou algo especial em Belfast, uma história semi-autobiográfica que serve como uma carta de amor para a cidade de mesmo nome da Irlanda do Norte. Escrito e dirigido por Branagh, Belfast ressoa de maneiras profundas e inesperadas.

A crítica completa está disponível no site Screen Rant

Collider

por Matt Goldberg

Belfast é um filme bizarro porque é como se Branagh quisesse nos deixar entrar em sua infância, mas apenas até certo ponto. Ele não tem obrigação de desnudar sua alma, mas por todas as coisas dramáticas que aconteceram ao seu redor, Branagh apresenta um mundo sem cicatrizes.

A crítica completa está disponível no site Collider
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