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Leonardo Dalla Porta
9 seguidores
28 críticas
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2,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2024
Pobres criaturas aposta numa estética esquisita, mas não consegue fugir do comum. Esperava mais desse filme. Demora pra engrenar, tem uma primeira hora explicativa muito sem sal e quando melhora, perde tempo demais em focar na descoberta sexual da protagonista.
O final é legal. O ponto alto, que desenvolve. Atuação da Emma Stone é diferenciada. Categorias técnicas fracas, a estética bizarra proposital do filme desvaloriza muito, a fotografia achei terrível, em 4:3 com excesso de lentes ultra-grande-angulares. Eu compreendo a ideia que a direção quis passar, mas não me vendeu. Não tem nada ruim, nem bom, não assistiria de novo.Se tivesse um elenco sem estrelas. nem teria sido lembrado.
O filme se perde entre as ilusões do feminismo burguês e termina se entregando a uma vergonhosa ode ao neoliberalismo. A prostituição é apresentada como um meio de emancipação da mulher, de forma pueril porque não nos mostra nem um tipo de revés associado a esta condição exploratória. Talvez o filme tenha apenas se prestado a dar voz à propaganda que ainda encontra barreiras morais (demagógicas, mas ainda sim barreiras) na sociedade ocidental. É como se os banqueiros de fato estivessem a anunciar: - mulheres, não percam tempo, todas vocês podem empreender com os seus próprios corpos (estes seus próprios meios de produção) e assim se emancipar do "patriarcado", do macho tóxico. Mas não da dominação do capital. Esta deve ser cinicamente aceita como parte natural (ou "inatural"?) do mundo... O segmento final do último ato insiste na propaganda, mas é um exagero na dose. Sem ele, talvez, o marketing pudesse passar mais despercebido. E por último, Emma Stone também não entrega mais do que o "script" da propaganda. Sendo assim, nestes termos, o Oscar parece certo.
Não é um filme comum. Boa atuação de Emma Stone numa história simples recheada de sexualidade. Valeu ter assistido mas não é um filme que eu indicaria.
Não vi motivo para receber tantas indicações a Oscar. Durante o filme, quando imaginava certa originalidade, me vinha à mente cenas de Fellini. Não sei o que lucrei intelectualmente nas duas horas e vinte minutos sentado na poltrona e torcendo para o tempo passar. Pela atuação de Emma Stone e pela composição do cenário, Nota 2,5.
A ideia do filme é interessante, inspirado em Frankenstein, o Dr. Godwin (Willem Dafoe) transplanta o cérebro do próprio bebê de uma mulher grávida achada morta (Emma Stone). Esteticamente bonito e tem uma trilha sonora diferenciada, a história poderia ter sido empolgante e divertida, spoiler: mas focou apenas na descoberta do sexo da então criança no corpo de adulta, que em seguida sai em viagem para Lisboa com (Mark Rufallo) com quem começa uma metelança, e depois não satisfeita se aventura no submundo da prostituição para meter ainda mais e ganhar dinheiro. Resumindo é uma fudelânça sem fim, Emma Stone passa mais da metade do filme metendo.
O filme começa de forma muito interessante mas ao decorrer a história fica muito arrastada e desinteressante, sem falar das várias cenas de sexo explícito que são totalmente dispensáveis, se quiser ver sexo é só ir ver porno.
Achei uma história fraca e sem sentido! A vida de Bella é erotizada do começo ao fim. Coisas bizarras colocadas em cena somente para chocar, o que sequer acontece como o esperado. Achei mto bobo
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