Pobres Criaturas
Média
3,9
662 notas

173 Críticas do usuário

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54 críticas
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Duquesa do Cinema
Duquesa do Cinema

7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de maio de 2025
É um filme muito bom, pois sai dos clichês, tem uma atmosfera incrível. O filme retrata de forma genuína e bem feita o desenvolvimento da personagem em analogia ao experimento do pai da criatura. Vai além da medicina, trata-se de uma história que mostra relacionamentos de todos os tipos, paternos e amorosos em todas as vertentes. Para mais, mostra diferenças sociais e culturais, compreensão e aprendizado do mundo, demonstra a importância de se viver para crescer em vários sentidos da vida e poder fazer escolhas conhecendo o que se escolhe.
Cristina Vohs
Cristina Vohs

7 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de março de 2024
Filme bizarro , a intenção é chocar e causar constrangimento no expectador , consegui assistir 1/2 hora e já foi suficiente. Perda d tempo , péssimo !
John Cymbaum
John Cymbaum

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de março de 2024
Tem algo do clima sombrio de Tim Burton, do visual lúdico de Wes Anderson e momentos hilariantes como só Mel Brooks sabia fazer. Mas, a linguagem dessa comédia surrealista, do roteiro aos cenários e figurinos, é absolutamente inovadora. E Ema Stone contracenando com Mark Ruffalo é antológico!
Critico Sincero
Critico Sincero

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de agosto de 2024
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Barbara C
Barbara C

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de outubro de 2025
Filme impecável! Pobres Criaturas trás uma história que te prende até o fim, atuação incrível e roteiro que foge da mesmice. Assisti sem muitas informações sobre o filme, e sem saber o que esperar e fui surpreendida. Entrou no meu Top 10.
Rodrigo Barroso
Rodrigo Barroso

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2024
Yorgos Lanthimos tem uma predileção evidente por explorar comportamentos extremos em cenários que transpiram perfeição, seja nos recantos tranquilos dos subúrbios em "Dogtooth", nos ambientes clínicos de "The Lobster", ou na grandiosidade opulenta de "The Favourite". A dicotomia marcante entre as expectativas sociais e a complexidade da natureza humana parece intrigá-lo profundamente. Em seu mais recente trabalho, "Poor Things", esse conflito atinge seu ápice de excentricidade e entretenimento. O filme é um verdadeiro desfile de peculiaridades, desde as atuações e diálogos até os detalhes de produção e figurino. No entanto, em meio a essa excentricidade, Lanthimos mais uma vez nos confronta com a estranheza de estabelecer conexões genuinamente humanas.
A protagonista, Bella Baxter, anseia por autodescoberta, buscando genuinamente uma identidade própria e relacionamentos autênticos, livres de manipulação. Embora a premissa possa parecer familiar, a execução é repleta de reviravoltas inesperadas. Ambientado na Londres vitoriana, o filme segue a jornada de Bella, interpretada por Emma Stone, que vive em uma elegante residência com o excêntrico cientista Dr. Godwin Baxter, vivido por Willem Dafoe. A relação entre os dois é complexa, com Godwin desempenhando um papel que vai além do mero tutor.
Ao longo da trama, Bella é influenciada por diversos homens, incluindo Max McCandles, interpretado por Ramy Youssef, e o canalha Duncan Wedderburn, vivido por Mark Ruffalo. Enquanto Max representa uma figura de apoio, Duncan a envolve em uma extravagante jornada pelo mundo, que se resume principalmente a encontros íntimos. Stone entrega uma performance excepcional, navegando habilmente entre os diferentes estágios de evolução de sua personagem, desde sua inocência inicial até sua libertação sexual. Sua interpretação é tanto técnica quanto emocionalmente precisa, cativando a audiência e nos fazendo torcer por Bella em sua luta contra a opressão patriarcal crescente.

"Poor Things" é uma obra cinematográfica extraordinária, onde cada cena é uma obra-prima em si mesma. Recomendo este filme vivamente a todos que procuram uma experiência cinematográfica única e memorável.
Piza
Piza

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4,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2024
Parece óbvio, mas é um ponto que parece ser repetido à exaustão neste filme: tudo gira sobre a construção literal de um personagem. Quais as situações, insumos, objetos, lugares, pessoas, ideias e parâmetros que a personagem principal precisa se expor até demonstrar uma personalidade peculiar, mas ainda assim, aberta a novas construções e aquisições. É um filme sobre ser, absorver, crescer, delimitar, aprender, rever, etc.

spoiler: O interessante é que o filme não julga nenhuma das escolhas da personagem e coloca todas elas no mesmo local de importância para sua definição: desde a ingenuidade em querer resolver os problemas do mundo com dinheiro (de jogo) até o uso do próprio corpo para descoberta, aprendizado e, posteriormente, sustento. Grande parte do filme gira em um motivador e um motivo.


É um ótimo filme, nasce para ser um clássico - pra mim, só não atinge a nota total por uma ou outra escorregada no roteiro (especialmente no final), mas nada que desabone a grande obra de arte que temos em tela.
renato s.
renato s.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 24 de março de 2024
Você não deveria tratar uma criança como um experimento, não deveria sexualizar uma criança, se aproveitar de um ser sem maturidade,querem normalizar a pedofilia, querem normalizar a figura do patriarcado opressor,como pode essa pornografia fazer parte do Oscar?
Lindomar Guimarães de Jesus
Lindomar Guimarães de Jesus

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0,5
Enviada em 26 de março de 2024
um dos piores filmes que já vi. num valeu nem meu tempo. longo, chato, arrastado, é quase um pôrno...
Vera Vaitekunas
Vera Vaitekunas

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de maio de 2024
O diretor Yorgus Lanthimos foi certeiro na criação desta obra prima. Poucas vezes o cinema blockbuster foi tão inteligente e surpreendente como em Pobres Criaturas. Difícil de encaixá-lo nos diversos gêneros que atinge, pois poderia ser ficção científica, terror, comédia, drama, surrealismo. Através dos comentários, observa-se que o público está dividido entre os que amaram e os que odiaram, sem meio termo. Mas é muito fácil de explicar o porquê um filme que abraça tantos gêneros pode ser de extremos. Basta ler os comentários de quem odiou para concluir que eles simplesmente não entenderam, pois possivelmente é uma crítica feroz aos padrões exercidos por eles próprios. Quando criticam o filme pelas cenas de sexo, ou o abuso da personagem ainda mentalmente infantil, ignoram totalmente a razão destas cenas, se comportam exatamente como as Pobres Criaturas personagens. Quando ignoram o enredo da curva de aprendizado de Bella, não entendem as metáforas surreais e não identificam as convenções do mundo vitoriano ainda fortemente presentes nos dias atuais, apenas demonstram a superficialidade de suas capacidades interpretativas.
Emma Stone está arrasadora, não sobrou premiação para mais ninguém. Ruffalo é competente como o advogado safadão, e enlouquecido com a liberdade de sua amada, a quem pensava que controlaria.
A direção de arte, vencedora do Oscar, é um marco do cinema steampunk (gênero de filmes de época, nos quais as invenções tecnológicas de hoje estão presentes, mas com tecnologias antigas, por exemplo, um avião a vapor). Os figurinos, também merecedores de outro Oscar, complementam o roteiro, tão bem elaborados e encaixados com a transgressão de Bella.
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