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Suellen Vasconcelos
1 seguidor
11 críticas
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3,5
Enviada em 28 de março de 2024
O filme é bem grotesco e assim.. ele começa em um nível repulsante com toda ideia, e aí vem a maturação do cérebro e o reconhecer como um ser na sociedade (todo aquele lance de Freud), mas tem muita problemática dentro de outra problemática, bem nas entranhas da realidade humana.. arte Frankenstein, tem sua beleza.
O filme é repugnate. Ridículo. Me deu vergonha alheia assistir. Não me lembro de assistir algo tão baixo, apelativo, e desnecessariamente pornografico (exacerbadamente). Não a culto ao ato ou admiração a beleza, apenas cenas nojentas. Eu e minha esposa não conseguimos terminar de ver o filme. Saímos faltando 40 min (tentamos esperar para ver se melhorava, mas só foi pra pior). Se ser cult é aclamar esse filme, entao não quero ser cult NUNC
Sinceramente não entendi a quantidade de pessoas qualificando o filme como péssimo. Modéstia a parte, mas este filme é para pessoas inteligentes que não estão a fim de ir ao cinema ver porcarias de Hollywood. Pobres Criaturas se passa na Era Vitoriana e acompanha Bella Baxter , trazida de volta à vida após seu cérebro ser substituído pelo do filho que ainda não nasceu, lembra um pouco do clássico "O Enigma de Kaspar Krauser" onde um homem está preso num quarto desde bebê e, quando consegue sair, começa a dar seu parecer sobre o mundo. Os cenários lembram demais os filmes de Felini, aquele clima bem onírico, algo que combina bem com a atmosfera do filme. Vi pessoas aí, puritanistas, reclamando das cenas de sexo, mas não eram cenas gratuitas, têm muito a ver com a história. Mas o melhor de tudo é o final, o desfecho do filme, se aparecer algum espírito de porco contando, é muita sacanagem.
Um filme que foge do óbvio, com provocações filosóficas e sociológicas acerca das convenções sociais, do machismo, dos papéis que assumimos em sociedade. Se você gosta de filme clichê, fuja desse filme.
Gostei muito! A fotografia nos envolve na história e tenta trazer o ponto de vista da “criatura”. Evidência os preconceitos impostos pela sociedade e mostra a leveza da inocência. Em alguns pontos o filmes se extende além do necessário, por isso a nota atribuída.
Que filme, é puro cinema. Fiquei encantado por tantas coisas que é difícil falar de tudo. O cenário é algo que já vi em outras produções e eu gosto bastante desse estilo. Parece um pouco um quadro as vezes. É tipo a técnica usada em Barbie quando eles estão viajando de um mundo para o outro, mas com uma pegada meio steampunk. O figurino é algo bem divertido e transmite umaensagem, não são só roupas. Tem uma dissonância entre a época de cada peça de roupa da Bella como vi minha amiga Lorena falar em sua crítica. A atuação é uma aula de expressão corporal por parte da Emma Stone. E o Mark Ruffalo, nossa, eu tive asco e repulsa do personagem dele, de longe é o personagem que eu mais odiei, mais até que o coronel escroto. Amei o assistente do doutor, tão bonitinho a cena dele caminhando com a Bella e conversando, ela pedindo ele em casamento. *v* Simplesmente encantador. E cada cena e cada frase do filme parece render tema para debates que durariam dias, meses, até anos. Reflexões absurdamente importantes. Acordei no dia seguinte refletindo sobre certas coisas que apareceram no filme. Quem não gostou, não sei nem o que dizer pra essa pessoa sem ser ofensivo.
Esse foi o pior filme que assisti nos últimos tempos. Ruim e arrastado. A atuação de Emma Stone é a pior possível. Uma história inútil e sem graça. Filme ridículo e nojento.
Muito bom. Mais um filme muito criativo do Yorgo Lanthimus. As atuações são ótimas, o roteiro envolvente partindo de um pressuposto absurdo (um cérebro infantil se desenvolvendo num corpo de uma pessoa adulta).
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