Pobres Criaturas
Média
3,9
662 notas

173 Críticas do usuário

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54 críticas
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32 críticas
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gabi
gabi

2 seguidores 27 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de março de 2024
Tem uma história muito comovente e deslumbrante, talvez eu ainda não tenha a maturidade e a mente necessária para entender sobre o que filme deseja transmitir, os detalhes perceptíveis e as morais dele. Mas realmente esse filme é uma obra prima, difícil de ser tediante pois há sempre parênteses a serem fechados e eu não sei mais que palavras eu poderia usar até pq esse filme é um misto de sentimentos e emoções. A trilha sonora é excêntrica e a cenografia fizeram meus olhos brilharem de tão bonita e conceitual, o fato dele ter um formato stop motion deixa ele mais interessante de se ver e quando ele despercebidamente sair de preto e branco para colorido foi algo muito maneiro. Acho que esse filme se encaixa a quem te a mente um pouco mais aberta e aflorada, vai de gostos a gostos. Eu adorei.
Tharugolo
Tharugolo

2 seguidores 34 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de março de 2024
Sem dúvidas é uma história diferente. Se isso é bom ou ruim depende de quem vai assistir. Gostei da originalidade do roteiro, foca bastante no desenvolvimento da Bella, que tem tudo a ver com o desenvolvimento de um ser humano, com o diferencial que ela já é uma pessoa adulta e isso traz momentos interessantes. Minha crítica fica no excesso de cenas sexuais, são muitas. Mas no geral, é um filme com erro e acertos.
Marcos Viana
Marcos Viana

1 seguidor 26 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de março de 2024
O filme é mediano. Não engrena. Passa uma mensagem de que a mulher é apenas um objeto. Não mereceu todas as indicações
Assuero Breckinridge
Assuero Breckinridge

1 seguidor 37 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de julho de 2024
Uma personagem que sente um desejo incontrolável por liberdade: essa é a premissa central de Pobres Criaturas (Poor Things), que vai se expandindo encantadoramente ao longo do filme. Mas o que torna essa história tão incrível é a maneira como o faz, enquanto observamos uma premissa aparentemente simples se desabrochar magnífica. Desde a questão dos limites éticos de um experimento científico, até a maneira como a ingenuidade de alguém que quer mudar o mundo pode ser vista como algo bom ou ruim. A personagem sente uma sede impetuosa de descobrir o mundo e luta contra todas as formas de prisão e limitação que querem lhe impor. Todos nós sentimos esse forte desejo de explorar tantos lugares quanto possível, está no DNA humano. E aqui a vemos recebendo outra vez uma oportunidade de experimentar sua vida depois de um fim trágico, de renascer, de mudar, de recuperar algo, uma essência perdida. E durante sua jornada, ela descobre tudo de bom e novo e acaba encontrando a possibilidade de mudar o mundo que vê à sua volta, como um reflexo de seu próprio interior.

As pessoas são melhoráveis? É tolice querer que as coisas sejam diferentes, que a sociedade mude, que a injustiça acabe (sim, acabar), que a pobreza vá embora e nunca volte, que tenhamos paz ao invés de guerra? Porque não se pode mais sonhar com isso, é ingênuo, é bobo, é típico de pessoas que acabaram de renascer e estão no processo de descobrimento. Então, como se faz? Somos feras selvagens do berço à sepultura (uma ideia sugerida por uma personagem)? Tudo que é sombrio e cruel, deveríamos tolerar? Se conformar perante tudo, e onde é que está a intensidade, o desejo genuíno de ver luz ao invés de trevas? Seja com socialismo ou capitalismo (em sua versão transformada), ou com qualquer outro meio, a história de Pobres Criaturas nos permite contemplar essas possibilidades como algo natural.

Pobres Criaturas é incrível não só porque mostra uma personagem que por natureza anseia liberdade incondicional e o quanto isso nos é narrado como algo maravilhoso. A maneira como ela transcende os limites que a sociedade à sua volta tenta impor, por vezes sendo incompreendida e até tida como um monstro. Ela não tolera limites, ela não tolera ser diminuída ou controlada. Mas ela também quer que as coisas mudem. Chame de revolução ou não, mas a personagem não se conforma com as nuances de desgraça e de opressão, e sua natureza livre a leva a querer mudá-las. E isso é o que faz de Pobres Criaturas uma obra realmente bonita.

***

Pobres Criaturas merece todos os elogios que recebeu e continua recebendo. Eu mesmo fiz questão de elencar alguns, mas fuçando um pouco pelas demais críticas, julguei necessário acrescentar um complemento pertinente.

Parece óbvio para quem assiste que a protagonista se envolve em uma jornada de aventura e descobertas. E com isso ela enfrenta vários desafios. Mas a mensagem implícita parece não ter ficado muito clara. Sim, esse é um filme sobre feminismo, mas não é um filme ideológico. Aponta um fato simples que muitos preferem não aceitar: as mulheres podem ser autossuficientes (se elas quiserem) e a liberdade que elas reivindicam é genuína.

Estamos no século 21 e às vezes parece que ainda mantemos comportamentos dos tempos bíblicos quando as mulheres eram vistas como mercadoria. Parece que a cada passo para frente damos dois para trás. As mulheres não pertencem a ninguém, chega dessas regras medievais idiotas. Lugar de mulher não é na cozinha, dentro de casa, lavando roupa ou submetida a qualquer limite imposto culturalmente. Lugar de mulher é onde ela bem entender.

Não querido, as mulheres não precisam ou devem fazer isso ou aquilo. Elas fazem o que elas bem desejarem e a única coisa que as impede de exercer plenamente sua liberdade é esse machismo ultrapassado que está profundamente enraizado na cultura. Assim como a protagonista Bella Baxter, as mulheres não têm que obedecer, seguir, se enquadrar, se contentar com uma vida sem liberdade, aceitar todas as convenções que limitam seu comportamento e seu desejo. Por isso as ideias do filme são tão fortes e pertinentes, vieram na hora certa, ainda dá pra consertar o século 21 e se livrar de todas as formas de injustiça, opressão e atraso.

Viva a revolução feminista!
Giovanni s.
Giovanni s.

1 seguidor 24 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de março de 2024
perdi meu tempo ..
sério, escalado como melhor filme?
sexo , nudez , put4r14. sexo sexo e mais coisas sem nexo.
como isso pode ser comparado a um poderoso chefao, sonho de liberdade ou outros filmes?
como essa m4rd4 perdeu pra ' sociedade da neve'??
horrível, horrendo sem palavras ...
não percam seu tempo
Ricardo P.
Ricardo P.

14 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2024
Em uma palavra: perturbador. Despertou em mim risadas, um pouco de asco mas, principalmente, reflexões filosóficas. Podia maneirar um pouco na escatologia e nas cenas de sexo quase explícito, mas tem um roteiro denso e original (não, não é um novo Frankestein).
Lucas
Lucas

21 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de abril de 2024
Homens são malvados e querem te manter aprisionada booooo e o mundo é super injusto, logo o único caminho para as mulheres é a suprema putaria. Ah meu, lavar as tetas com kisuco. Nem sei por que dou chance ao diretor grego, sempre uma merda, mas essa supera. Se você gostou desse filme precisa de terapia e melhorar as escolhas de vida.
Carlota Herchovicht
Carlota Herchovicht

18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de março de 2024
Surrealista do inicio ao fim. Uma obra de arte, que não será compreendida por muitos. Denso, tenso, bizarro, cômico, gera ânsia, riso, dor...um deslumbre, ESPETACULAR! Emma Stone..como nunca imaginei, atuação impecável. Outro que brilhou(como sempre) Willem Dafoe, que eu amo! Pontos positivos: Atuação da protagonista, figurinos e trilha sonora. Ponto Negativo: Houve um excesso ( proposital) as cenas de sexo e exposição do corpo da Emma Stone.
Leonardo Araújo
Leonardo Araújo

3 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2024
No começo eu achei que o filme seria uma bost4... porém ele foi me cativando e prendeu minha atenção! Resultado? gostei bastante, tem muitas cenas engraçadas por conta da ingenuidade da personagem (a sala inteira rindo) e o cenário é bem legal, ambientação top. Emma Stone mandou bem demais nesse filme, atuação show! Tem que ter em mente que é um filme de ficção nada convencional e ir de cabeça aberta para assistir. De resto, bem divertido, vale à pena.
Dodo Roriz
Dodo Roriz

15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de março de 2024
Pode resumir Li em alguma outra avaliação que esse filme peca em “romantizar a prostituição” como uma mensagem feminista que perdeu a mão, penso eu que a pessoa não pegou o ponto do filme, por justamente ser um filme que vai ser melhor entendido pela ótica feminina, pelo meu entendimento esse aspecto do filme fala na verdade sobre como lidaríamos (nós mulheres) com a liberdade sexual se fossemos criadas sem os parâmetros sociais, passados e atuais, impostos a nós, como podem perceber o criador de Bella, cita, não atoa, seu pai por diversas vezes, deixando claro ter sido criado por uma pessoa prática e nada sentimentalista, logo me leva a crer que tão pouco era apegado a parâmetros sociais banais, o God é claramente igualmente desapegado desses mesmos parâmetros, uma boa analogia inclusive é ele ser eunuco (castrado de seu machismo), God então cria Bella como um experimento, com amor a sua criação mas sem sentimentalismo ou muita preocupação em passar valores sem que sejam os valores intelectuais, Bella então cresce livre dessas correntes, e quando se vê livre no mundo é também livre de “polimentos” sociais, mesmo que isso lhe seja colocado em algumas vezes por homens, ela mesma não entende ou obedece a isso como gostariam, e acaba agindo o filme todo como o homem que conhecemos hoje em dia, o sexo para ela é puramente necessidade e prazer, ela também deixa isso claro quando demonstra em um certo momento que não entende os sentimentos que está causando ao personagem do Mark Rufallo durante o capítulo de Lisboa, não obstante a prostituição não foi banalizada ou romantizada, pensem vocês o que achariam de um homem que se prostitui? consigo ouvir facilmente piadas como “isso não é trabalho” ou que seria o “trabalho dos sonhos” e simples assim é como Bella entende, juntando necessidade com curiosidade e ainda mostrando aproveitar certos momentos, mas não deixando de mostrar as situações desagradáveis, inclusive na minha interpretação enxergo o suicídio de Victoria enquanto vivia o que é considerado o auge da realização de uma mulher (casada com um homem rico, com honras, e grávida) um questionamento do filme “e se”, e se ela tivesse outra chance de viver de outra forma, será que seria mais feliz? (algo que também me faz questionar quem aponta isso como um ode a pedofilia, também não foi atoa que a ficção científica foi adicionada a esse enredo, em uma tentativa de cortar qualquer apontamento nesse sentido, e evidenciar a mensagem real.) o fim de Bella então, diferente de sua mãe, foi livre, feliz, estudando medicina, e como uma coisa não tem nada a ver com a outra, ela termina com um homem que a respeita e entende, sem julgar sua curiosidade, seu desejo e suas escolhas (o oposto do pai de bella). Por fim, devo citar uma direção e edição únicas que juntamente a sonoplastia e as atuações, que causam a sensação perfeita de estranhamento e curiosidade, em um filme que prendeu por completo a minha atenção, com alívios cômicos certeiros, considero uma obra essencial e excelente.
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