Pobres Criaturas
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3,9
662 notas

173 Críticas do usuário

5
54 críticas
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Marcelo Giacomini
Marcelo Giacomini

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2024
Adorei o filme. O roteiro, a direção e principalmente o trabalho dramático comovente de Emma Stone, William Dafoe e Mark Ruffalo. Maculou um pouco o filme colocar o general como um ruminante no final. Dá um certo ar vingativo antimachista. Não que os homens não mereçam, mas bater no lodo suja as mãos. Mas não desmerece o filme. Uma aventura imperdível!
Ádla Moura
Ádla Moura

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de março de 2024
Esse filme foi um dos piores que já assisti, não passou nenhum conteúdo; as cenas de sexo totalmente desagradáveis de assistir, fiquei sentindo vergonha alheia. Uma das piores produções que já assisti, me decepcionei muito!
Secretaria de Agricultura - Floresta
Secretaria de Agricultura - Floresta

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de março de 2024
Que bosta de filme, perda de tempo , sabe qdo vc fica assistindo achando, não é possível que é só essa bosta mesmo
Julia Maciel Pereira
Julia Maciel Pereira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de março de 2024
spoiler: O filme começa com uma mulher que foi criada dentro dos padrões sociais se jogando de uma ponte: os cabelos presos, joias, o vestido e sua cor destacam que era uma mulher requintada, com muita feminilidade, porém recatada - o que a sociedade espera de uma mulher. Casada e grávida, Victoria escolhe o suicid*o, escolhe romper a propria vida do que permanecer vivendo uma vida que não escolheu pra si. Quantas de nós mulheres somos "empurradas" para vivermos o que não sonhamos e acabam "morrendo" por dentro? Eis que uma nova chance: God, aquele que pode ceder uma nova vida, tira o cérebro do seu bebê e coloca na cabeça dela. Victoria agora passa a se chamar Bella. Uma nova vida, uma chance de ser feliz. God é eunuco, o que eu interpreto aqui como alguém "castrado do seu machismo, da necessidade do falo para ser homem". Bella é criada por God e vê a vida com os olhos de uma criança curiosa, como todas nós um dia já vimos. Mas em seu lar ela não é privada de ser quem é. Sua roupa não é imposta a ela, ela veste ceroulas em casa quase o tempo todo. Pensem que é uma mulher sendo criada por uma pessoa "castrada" do machismo (sonho!) Em um momento do filme, o auxiliar de God se encanta pela doçura e inocência da protagonista, mostrando que está encantado pelo seu interior, sem desejar primeiramente contato sexual. Mesmo com a segurança da casa e do noivo apaixonado, Bella decide fugir para descobrir um novo mundo, e aí sua vida ganha cores (e o filme também, literalmente). Ela foge com o amante Dunkan. As roupas coloridas, desconexas e os cabelos soltos destacam a felicidade da descoberta pelo novo. Percebam que apenas as roupas dela são coloridas e curtas - as demais personagens femininas usam roupas mais discretas e escuras: simboliza que apenas Bella vive a vida mais "cheia de cor", livre, sem impedimentos, sem as noções do que é certo e errado pela sociedade. Ela é feliz do seu jeito. A leitura do amante interpretado pelo Mark Ruffalo também é bem interessante: um homem que está feliz fazendo sexo com uma mulher bonita, promete o mundo inteiro a ela, dá tudo que tem para seduzi-la, e quando percebe que ela não cede aos seus encantos, fica atordoado, perde tudo, se reduz a uma histeria e loucura de um menininho apaixonado, perde tudo que tem e...... a culpa! (Te soa familiar?) A loucura é tanta, que ele a encaixota e a coloca em um navio para que fiquem juntos (claramente mostrando aqui que a visão de um homem sobre o amor é a prisão: se você ama, você aprisiona). Ela e o amante retornam à terra e vão para Paris, onde ela se prostitui. No momento em que ela opta por isso, Duncan já não a vê mais como uma mulher, e sim como uma put* (?). Na verdade, ela só estava vivendo a vida que vários homens escolheram pra si: viver de sexo, sem se preocupar com os julgamentos sociais. Ela se descobre e estuda muito nesse período, além de fazer muitos amigos e amigas. Ela descobre que o pai está doente e retorna para cuidar dele. Aqui podemos ver que suas vestes também sofrem mudança: tons mais escuros, roupas mais fechadas... mostram uma Bella mais madura, mais segura de si, mais dona do próprio caminho. O filme se desenrola bastante e no final aparece o seu marido - ou melhor, o marido de Victoria. Uma figura máscula e imponente, simbolizando perfeitamente a figura do machismo: agressivo, vil, doentio, castrador. Quando Bella descobre que o objetivo do homem é reduzi-la a apenas um ser que procria, tirando-lhe qualquer desejo sexual (o que lhe movimenta), ela se rebela novamente e o reduz a um animal irracional - o que, na minha concepção, qualquer moralista o é. No final do dia, ela sorri feliz e livre ao lado daqueles que a aceitam (a posição do noivo da Bella também é super simbólica, demonstrando que os homens podem ser parceiros na luta pela emancipação feminina e serem felizes com isso). Sem guerras. Sem disputa de poder. Apenas uma "feliz forma prática de amar" - como relata a própria protagonista.
Rafael Perrotta
Rafael Perrotta

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2024
Pela quantidade de comentários criticando o filme, cheguei a duas conclusões.

1) A crítica ao patriarcado, incomoda, o pior, que algumas mulheres. Ver o Duncan comilão chorar em posição fetal é um tapa na cara dos machões comedores, mas as mulheres submissas se incomodam quando o assunto é libertação.

2) Precisamos ensinar nas escolas a pensar, a entender obras quando apresentam simbolismos, a maioria das religiões nos obrigou a sempre literalizar a vida.

Baita filme, não indicado para defensores da família tradicional, berço do patriarcado e do totalitarismo.
Patricia Delgado
Patricia Delgado

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de março de 2024
Achei uma história fraca e sem sentido! A vida de Bella é erotizada do começo ao fim. Coisas bizarras colocadas em cena somente para chocar, o que sequer acontece como o esperado. Achei mto bobo
Geralda D.
Geralda D.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de março de 2024
Interessante que as críticas negativas para o filme vêm de homens. Eles não aguentam ver mulheres se destacando e protagonizado papéis revolucionários.
No filme, as pobres criaturas somos nós, humanos, tão incapazes de ter empatia e tão capazes de brincar de Deus! Não à toa, Bella chama seu criador de God, uma abreviação nada intencional de Godwin.
Homens, é claro, brincam de Deus. Já mulheres, of course, ajudam a libertar mulheres.
Vivam os loucos!
Mariana M.
Mariana M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de abril de 2024
Muito bom! Quanta critica em um filme, e poesia! Me prendeu do início ao fim! Vejam de mente aberta, não tem como não apreciar!
Willian Ribeiro
Willian Ribeiro

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de abril de 2024
O filme todo é muito bom, longo, às vezes pode parecer cansativo mas a ânsia de descobertas da Bella até que deixa bem interessante. Contudo, no sinal, poderia ter feito diferente né? Ao invés de colocar o cérebro da cabra do "esposo" dela, pq não colocar o do God? Ficaria até mais interessante. Se livraria de um, dando vida novamente ao outro, com as memórias dele.
Raul Ferreira da Rocha
Raul Ferreira da Rocha

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de abril de 2024
Tipo de filme que não deveria nem ter sido feito. Indução ao suicídi*, mutilação de cadávers e por aí. Quem faz esse tipo de filme certamente quer distrui* a menstruação daqueles que o assistem.
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