Adam Drive novamente maravilhoso nos filmes cults. História bem interessante, porém contada de forma muito rápida. A principio parece não ter muito sentido, mas quando você vai pegando as ideias ele se torna ainda mais agradável de assistir.
Eu entendi a proposta, depois que vi. Só acho que a Netflix MENTIU descaradamente na publicidade e no trailer para atrair audiência. E o tiro saiu pela culatra, pois as pessoas esperavam uma coisa e encontraram outra completamente diferente e se decepcionaram O filme é uma arte conceitual, dramática com toques de humor nonsense. Não é de fácil digestão e definitivamente não é terror! O erro, para mim, no roteiro são as muitas reflexões filosóficas aleatórias. Menos é mais! O enfoque é o "Ruído Branco" no sentido real e figurado. Eu vi em inglês e isto ficou bem claro, ao mesmo tempo que há um diálogo principal, os diálogos paralelos não são silenciados e você ouve todos ao mesmo tempo. Há momentos que o diálogo principal vira secundário no movimento da câmera (E isto eu achei fantástico!) Há o ruído ambiente mais amplo e há o ruído das mentes expresso nas expressões das personagens (este o mais barulhento apesar de não emitir som) O filme não é para fazer sentido, assim, como a vida não faz. A nuvem é só um pretexto, representa a crise, o ter que sair da zona de conforto para encarar os problemas reais e recomeçar. O final incomoda, porque não é o final, é só o fim daquela crise. O supermercado representa a volta do fluxo da vida até a próxima crise.. Os atores estão todos fantásticos! A fotografia, o figurino, o movimento de câmera são shows a parte. É um filme para quem gosta de observar estes detalhes. Quem for assistir tem que imaginar que vai a uma instalação artística de arte contemporânea, daquelas que vamos para deixar a imaginação fluir, refletir mas sem entender tudo e achando algumas combinações um tanto bizarras e com muito "ruído".
Não vi nada de terror e quase nada de comédia, classificaria apenas como drama. spoiler: pra mim o filme é sobre amor, família, perdão e medo. Consideraria Dylar como um medicamento para síndrome do Pânico que não deu certo.
O filme até que começa bem, dentro da proposta excêntrica esperada, com boas interpretações. Porém da metade para o fim decepcionou muito. A tal da "nuvem tóxica" desaparece como que por mágica e o enredo foca no problema da Babete e na pílula, acabando por ficar meio novelesco. O final propriamente dito então nem se fala, acaba estragando tudo ao tocar em um assunto delicado envolvendo o tema da religião católica.
Assisti ao filme por causa dos atores! Confesso que me esforcei muito pra achar interessante, mas assisti com muita preguiça, só pra ver onde ia parar tuda aquela mistureba de temas rsrsrs
Gente, esse filme conseguiu ser pior que encaixotando Helena... péssimo. Sem pé nem cabeça. Sem começo meio e fim. Final nada a ver. Perdi 2 horas na vida.
Ruído Branco com certeza não é um filme pra todos!!! Dito isso, Noam acerta e muito na confusão que criou e a "graça" do filme está justamente nisso. Não à toa, lá película tem esse nome. A mistura desconexa de temas, discussões, sons, cores (parabéns a palheta), e etc, cria esse ruído e esse é o caminho para entender ou "desentender" a coisa toda. Noam não busca um acerto, até porque, tem na bagagem muita munição para isso. É no breu de tudo o que é dito, Hitler, pós-pandemia, medo da morte, família desconstruída e ademais, é que conseguimos surfar nos dilemas que são apresentados. O que é a cena do casal entrando em uma igreja para "não morrer" e a igreja na verdade é um hospital. PQP! Belo trabalho, mas como dito, não é para todos! Que continue assim! Cinema dubom!!!
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