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Alvaro S.
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3,5
Enviada em 4 de janeiro de 2016
Como o próprio título diz, o filme revela as memórias de uma gueixa, neste caso a da jovem Nitta Sayuri. Consagrada como uma das mais célebres gueixas do Japão, o roteiro retrata desde sua infância pobre, indo trabalhar na casa de gueixas a fim de se tornar uma. Lá ela enfrenta o ciúme vingativo de Hatsumomo. A produção é um deslumbre para os olhos, desde a beleza e o talento das atrizes, ao figurino, direção de arte e fotografia. Não dá para entender como elas surgiram e como se tornaram o que se tornaram, fascinantes e gerando devoção nos homens. Ainda assim é uma bela imersão numa cultura desconhecida. Curiosidade. Foi indicado a seis Oscar. Ganhou três, Melhor Fotografia, Direção de Arte e Figurino. Nota do público: 7.3 (IMDB) Nota dos críticos: 35%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $57 milhões Mundo - $162 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Um drama comum, nada que justifique aclamação que tem, nem a nota alta aqui no site. O filme não consegue transmitir o glamour da vida das gueixas como pretende, fora que tem umas cenas que força a barra quanto ao poder atração da gueixas. Além disso, a parte do enredo sobre "as gueixas também podem amar" é bem piegas.
O filme brilha em sua cinematografia e design de produção. As paisagens, os figurinos e a iluminação criam um espetáculo visual que captura a beleza do Japão dos anos 30 e 40. A trilha sonora de John Williams, com participação de Yo-Yo Ma e Itzhak Perlman, também é um dos grandes destaques, evocando emoção e imersão cultural.
As performances são, em sua maioria, competentes. Zhang Ziyi (Sayuri) entrega um papel convincente, enquanto Gong Li (Hatsumomo) e Michelle Yeoh (Mameha) roubam a cena com atuações intensas.
Embora o filme venda de uma história de amor, para mim, é uma história de sobrevivência. A gueixa não tem vontade própria, ela só tem uma opção - isso, a prórpia mestra de Sayuri fala, e é deixada clara sua veracidade no filme. Gueixa não tem espaço para ser ela mesma, é o que eu senti vendo uma menina sendo jogada de um lado para o outro, sendo sempre os que os outros queriam que ela fosse, dizendo o apropriado. Os momentos quanto a menina está a sós são de partir o coração, pois qual motivação ela tem pra viver? A atuação não convence, a paixão não convence, e o filme geral parece vazio pelo significado que quiseram dar a ele.
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