Sabe aquele filme que te engana? Aquele que vc desconfia que é ruim, mas também desconfia que pode ter alguma coisa. Bem, este é o filme “Uma mente brilhante”, com o canastrão do Rusel Crow. Cai na conversa e assisti um pedaço. Não deu para ir até o fim, enjoativo, tipo filme para mulher. É a história de um matemático que sofre de esquizofrenia mas é redimido pelo amor. Pelo amor de deus, quem acredita que uma mulher vai ficar lambendo a bunda de um cara durante 30 anos? (ele ficou internado este tempo). Dando uma pesquisada na internet, levantei que o John Nash, este era o nome da boneca, era gay, tendo sido demitido do governo por flagra em banheiro público. É além de bom matemático ele gostava de fazer aquele boquete pra galera. Também gosta de beijoquinhas nos corredores da universidade. Pura mentira a tal história que a mulher ficou lambendo ele durante 30 anos, a primeira esposa ficou de saco cheio e largou ele internado em um hospício. Em uma das melhoras a boneca teve um caso com uma enfermeira, resultando em um filho. Como grande pai ele queria colocar a criança para adoção. Também não casou com a moça, pois ela era pobre e ignorante. Grande cara. Em resumo, o sujeito era um pulha, viado, fascista, anti-semita e malucão. É incrível como Hollywood consegue transformar a história de um traste em um traste de filme ruim. Este filme é bom apenas para as bestas que gostam de cinema comercial burro de Hollywood.
PS. Como economista eu afirmo que a grande descoberta de Nash, a teoria dos jogos, é uma coisa estúpida para nerd americano, não tem nenhuma serventia no mundo normal.
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