"Dual oferece uma abordagem única e irônica sobre clonagem e identidade, mas seu ritmo frio pode afastar quem espera um thriller mais envolvente."
Em um futuro onde clones substituem pessoas à beira da morte, Sarah (Karen Gillan) sobrevive inesperadamente e precisa duelar até a morte contra sua própria cópia para continuar viva.
Com um humor seco e um tom absurdista, Dual se aproxima do estilo de Yorgos Lanthimos, explorando a frieza e a indiferença de um mundo desconectado de si. O roteiro de Riley Stearns brinca com o absurdo da premissa, questionando o sentido de um duelo por identidade. Embora a trama se sustente mais na atmosfera do que no desenvolvimento narrativo, a crítica social e a virada filosófica final dão peso ao filme, tornando-o intrigante para quem aprecia esse tipo de humor e reflexão.