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Pradoalessandra989
6 críticas
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4,0
Enviada em 18 de abril de 2024
O poderoso chefao 2 um filme marcante com um ator mais marcante ainda. Uma história que tem momentos eletrizantes e ao mesmo tempo cômicas. Um ótimo filme para quem curte esse tipo d filme. Vale muito a pena e quem assistiu o 1 porque não assistir o 2
O clássico, poderoso chefão perfeito Este filme aborda história da família italiana Que se radicaram no EUA. O filme é longo, mais prazeroso de assistir.
Uma boa sequência, Michael Corleone é um ótimo personagem, e Al Pacino é magnífico o interpretando, filme bom, Michael continua frio, calculista e vingativo, um bom filme, ao estilo do primeiro, Bom, mais ainda sim gostei mais do Primeiro.
É uma obra prima do cinema, não tenho palavras para defenir a habilidade e engenho a nível do argumento. Este filme fala-nos de uma das mais poderosas famílias ligadas ao mundo da máfia Italiana e de como a palavra familia é sagrada, só que não. Com o desenrolar do história,vamos percebendo até que ponto estão as pessoas dispostas a ir pela ganância, sem olhar a meios para atingir os fins. Retrata muito bem o que acontecia naquela época, sem dó nem piedade.
Continuação de Poderoso Chefão filme passa no entorno do herdeiro, filho do padrinho. Traição no seio familiar e o que tenta rolar no filme, negocios mirabolantes da mafia Corleone tambem aparecem. Al Pacino salva bem o filme e a ideia de traçar um paralelo (com Vito Corleone jovem) foi bem genial por parte do Coppola. Nada mais nada menos que Robert de Niro no papel do Vito jovem, para quem gosta do ator. A ideia salvou o filme. Não repetiu o sucesso do primeiro mas esta de parabens. O resto so assistindo.
Excelente filme, não conseguiu ser tão bom quanto o primeiro, mais tem uma história muito interessante, o filme mostra a ascensão do personagem Michael Corleone como chefe da família.
O clássico Poderoso Chefão em sua parte 2, nos apresenta um enredo melhorado em relação ao primeiro. Este filme aborda a história das famílias italianas que se radicaram no EUA. Contudo, alguma dessas se tornando parte de uma máfia, a tão famosa máfia italiana com seus trejeitos e peculiaridades da cultura italiana. Precisamente a família Corleone que é apresentada em duas fases, intercalando entre o tempo presente com Michel e o passado com Vito, este desde sua infância até atingir o ápice. Enquanto a história de Michel é em relação a seus conflitos, ameaças, inimigos, mortes, promessas, dinheiro... E tudo mais que pode se pensar. O filme é longo, mas sem criar monotonias sendo prazeroso de assistir.
Na segunda parte da saga da família Corleone, que terminou em 1974, são contadas duas histórias paralelas. A primeira é a continuação de The Godfather. Agora, Michael está mais maduro e ousado no controle da família, e os Corleones tentam expandir seu império atuando na costa leste dos Estados Unidos. Paralelamente, o filme apresenta toda a infância e a mocidade de Vito Andolini, que mais tarde seria conhecido como Don Vito Corleone. Após a máfia local matar sua família, o jovem Vito (Robert De Niro) foge da sua cidade na Sicília e vai para a América. Já adulto em Little Italy, Vito luta para ganhar a vida (legal ou ilegalmente) para manter sua esposa e filhos. Ele mata Black Hand Fanucci (Gastone Moschin), que exigia dos comerciantes uma parte dos seus ganhos. Com a morte de Fanucci o poderio de Vito cresce muito, mas sua família (passado e presente) é o que mais importa para ele. Do outro lado, temos o legado de família que vai até os enormes negócios que nos anos 50' são controlados pelo caçula, Michael Corleone (Al Pacino). Agora baseado em Lago Tahoe, Michael planeja fazer por qualquer meio necessário incursões em Las Vegas e Havana instalando negócios ligados ao lazer, mas descobre que aliados como Hyman Roth (Lee Strasberg) estão tentando matá-lo. Crescentemente paranóico, Michael também descobre que sua ambição acabou com seu casamento com Kay (Diane Keaton) e até mesmo seu irmão Fredo (John Cazale) o traiu. Escapando de uma acusação federal, Michael concentra sua atenção para lidar com os seus inimigos. Muito bom
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