Cabras da Peste
Média
3,5
176 notas

29 Críticas do usuário

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Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de abril de 2021
Comédia brasileira estrelada por bons atores que resultam em boas risadas e divertimento garantido. Puro entretenimento.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

114 seguidores 367 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de abril de 2021
Ama boa comédia, Edmilson Filho já é engraçado por natureza e nessas comédias sertanejas ele se encaixa muito bem. Matheus não foi tão bem quanto seu parceiro, mas o filme diverte sem apelar.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de maio de 2021
Curto muito os trabalhos de Nachtergaele, e nunca tinha visto nada de Edmilson Filho, mas curti os dois nesse filme. Engraçado e ótimo pra passar o tempo
@cinemacrica
@cinemacrica

21 seguidores 107 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de março de 2021
(Insta: @cinemacrica) - Uma comédia nacional que explicitamente assume-se como escrachada. Como tal, a avaliação não deve levar em conta a logicidade argumentativa, mas o prazer de ser guiado pela sequência de episódios exageradamente irreverentes. O enredo vale-se da fusão cultural brasileira, cearense e paulista, dentro da ambientação policial. A dupla de protagonistas, cada um a princípio atuando em suas cidades, são profissionais desacreditados. Após a cabra sob os cuidados do policial nordestino ser sequestrada para São Paulo, a tentativa de resgate aproxima os oficiais que logo se enveredam numa investigação de tráfico de drogas de modo a obterem o prestígio que nunca tatearam.
A temática policial não é nova, são inúmeros os exemplos de comédias que se valem das contradições do rigor dos defensores da lei que pouco remetem à ordem. Apesar disso, a investida nacional faz bom uso das nossas regionalidades e tem no toque nordestino seus maiores pontos altos. Mesmo não sendo uma constante, é possível se divertir genuinamente em mais de um momento com a irreverência do policial cearense Bruceuilis. A própria passagem onde comenta a inspiração do seu nome e irmãos é seguida de boas tiradas. Já Trindade, interpretado por Matheus Nachtergaele, faz o contraponto do típico oficial de escritório e um corpo estranho quando demandado em ações de campo. Nessa frente, as piadas inerentes à falta de intimidade com o ofício não se destacam.
Dada a adoção da sátira extrema, o roteiro passa a ter outro nível de cobrança. O longa tem um bom ritmo, mas caberiam doses mais caprichadas de elucidação de fatos e evolução da investigação.
Entre o predomínio de piadas medianas e alguns pontos altos hasteados pela cativante irreverência nordestina, é uma comédia capaz de entreter.
Sergio Brito
Sergio Brito

8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de abril de 2021
Filme pastelão porém bem divertido da pra assistir na boa , gringos fazem igual e todo mundo vai na risada. Várias partes muito engraçada com humor típico brasileiro
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de abril de 2021
Filme nacional com muito do bom humor nordestino e sem apelação. Edmilson Filho muito em em seu papel. Já Matheus Nachtergaele pareceu meio "engessado", no papel de Trindade, mas não deixa de ser um ótimo ator. Divertiu bem!
William Alves
William Alves

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2021
Cabras da Peste (2021) / Resenha
Disponível: Netflix

O novo filme de comédia protagonizado por Edmilson Filho (Cine holliudy, Shaolin do Sertão), dirigido por Vitor Brandt, conta uma história simples porem divertida de dois policiais um tanto quanto diferentes.

O filme conta a história de Bruceuillis (Edmilson Filho) e Trindade (Matheus Nachtergaele), a trama inicia com Bruceuillis, policial do interior do Ceará que perde Celestina, a cabra patrimônio da cidade, e isso o leva a uma aventura na cidade de São Paulo, onde conhece sua futura dupla e policial fracassado, Trindade.

A história começa mesmo em São Paulo quando vemos que o que o caminhão que aparece no inicio do filme na cidadezinha do Ceará era na verdade uma carga de rapadura batizada até São Paulo, onde conhecemos o antagonista , o político traficante, Zeca Brito (Falcão) que assim como o personagem Trindade, não funciona nos momentos de comédia.

O filme é até divertido porem muito falho, é um filme de comédia que quase não te faz rir, o personagem do Trindade é extremamente caricato, chegando ao ridículo e tosco,porém, o filme tem suas boas cenas, a coreografia das lutas me surpreenderam bastante com a qualidade e mesmo com seus erros, é divertido, mas é inegável a quantidade de erros como comédia.
Gabriel Bernardes
Gabriel Bernardes

7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de abril de 2021
Filme engraçado e de boa capacidade humorística - típico do Nordeste - recomendável para assistir com a família sábado a noite, comendo pizza e bebendo aquele refrigerante geladinho.
Sunça - Felipe Assumpção Soares
Sunça - Felipe Assumpção Soares

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de maio de 2021
Em 2013 o diretor Halder Gomes trouxe uma nova modalidade de comédia para o cinema brasileiro. “Cine Holliúdy” apresentava o humor cearense e trazia brasilidade, uma característica pouco vista em nossas produções. A novidade foi bem sucedida e também pelas mãos de Halder Gomes tivemos em 2016 “O Shaolin do Sertão” e em 2018 a continuação “Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral”. Além do diretor e estilo de humor, todos esses filmes tinham outra peça em comum, o ator Edmilson Filho. Agora em 2021 Edmilson junto com o diretor Vitor Brandt apresentam o encontro do humor cearense com o estilo de filme “buddy cop”. “Cabras da Peste” é uma sátira aos longas policiais que faz referência a vários clássicos do gênero. Parece uma paródia de “Um Tira da Pesada”, trazendo até mesmo uma versão em forró da música de abertura da comédia com o Eddie Murphy. A canção “The Heat Is On” de Glenn Frey se torna “Calor do Cão” na voz de Gaby Amarantos, Junior Groovador e Gustavo Garbato.

Dois policiais com personalidades diferentes e conflitantes são forçados a trabalhar juntos. Uma trama comum mas que traz consigo toda a brasilidade que a cena de abertura do longa nos mostra. Ela cria piadas visuais e apresenta a pequena Guaramobim, cidade natal de Bruceuilis Nonato (Edmilson Filho) o “tira arretado”. Rapidamente também conhecemos Renato Trindade (Matheus Nachtergaele) o “policial de escritório”. A união dessa dupla improvável, um policial de uma cidade pacata e um policial da capital paulista, tem como estopim o sequestro de uma cabra por um caminhão de rapadura. Uma trama com enorme potencial cômico, que infelizmente, acaba um pouco desperdiçada. O filme não se leva a sério, faz graça com tudo e com todos. Atuações caricatas, muitas coincidências movem o roteiro e frases de efeito que são verdadeiros “trocadilhos de efeito”. O sequestro da cabra se comprova como uma peça de um grande e previsível quebra cabeça. A previsibilidade da narrativa não é necessariamente um problema. O foco é o deboche e a piada. A paródia e a sátira são a principal proposta do longa, e é justamente no excesso delas que encontramos um dos problemas do filme.

Bruceuílis adora os clássicos de ação policial e demonstra um enorme orgulho por seu trabalho e pela pequena cidade de Guaramobim. Edmilson Filho apresenta um policial durão, que é preocupado com seu parceiro e demonstra muito carinho pela Celestina, a cabra. Tem um bom humor físico e é o protagonista das cenas de luta. Trindade, o seu parceiro, é um policial burocrata e medroso que quer impressionar sua chefe Priscila (Letícia Lima). Basicamente essa é a composição que Matheus Nachtergaele apresenta para seu personagem. O elenco conta com talentosos humoristas vindos dos mais variados tipos de humor. Leandro Ramos, Victor Allen, Evelyn Castro, Falcão e Rossicléa são alguns dos nomes que encontramos no elenco. As brigas exageradas merecem destaque Bruceuílis não carrega arma de fogo, o que rende boas piadas como quando encara criminosos armados com uma toalha molhada. O núcleo policial da capitã Priscila é caricato, fazendo muitas piadas e dando alfinetadas no modo de operar da polícia brasileira. Falcão protagoniza o núcleo político e ironiza nosso modo de fazer política e nossos políticos atuais. Alfinetadas bem dadas, mas que não se propõe a uma discussão e/ou debate sobre o tema. Ao longo de todo o filme damos risadas de piadas engraçadas, e algumas nem tão engraçadas assim, que devido ao talento da boa equipe de comediantes são bem sucedidas. Porém, em alguns momentos, incomoda a insistência em um tipo de humor datado, ofensivo e besta. No final da obra piadas recorrentes nos cansam, a trama opta por escolhas fáceis e o exagero do besteirol deixam a experiência desagradável.

“Cabras da Peste” acerta em cheio quando sua trama está na pacata Guaramobim. Esse núcleo é engraçado, besta e apresenta um deboche refinado. É uma pena que a maior parte do longa se passa em São Paulo. Um filme que nos faz rir e que a habilidade e carisma de seu elenco nos segura até o final. Uma ótima premissa que deixa uma sensação de trama desperdiçada.
Emérich
Emérich

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de março de 2021
Que humor escrachado muito divertido. Matheus sendo um ator que serve para que outros brilhem, que é o caso do Edmilson, que por sinal, muito bom no papel. Um filme divertido que não segue a lógica. Parabéns ao cinema brasileiro por arriscar em outras vertentes de gênero.
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