Um Completo Desconhecido
Média
3,8
115 notas

13 Críticas do usuário

5
1 crítica
4
4 críticas
3
3 críticas
2
4 críticas
1
1 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Marco Aurelio D.
Marco Aurelio D.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de março de 2026
Excelente. Esse, pra mim deveria ter sido vencedor do Oscar juntamente com os atores. Timothée Chalamet me convenceu que eu estava assistindo o Bob Dylan, junto com a maravilhosa Joan Baez, e ainda com todos os números de canto sem dublagem , os próprios atores cantaram bem proximo dos Dylan realmente era imprevisível. Aviso:esse filme nao é para fãs de stalone e Van damme.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.274 seguidores 3.217 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de abril de 2025
Chalamett e a linda Elle Fanning estrelam esse ótimo filme sobre o genial Bob Dylan e fazem ótimas performances e assim o filme cresce em história e com muita boa música.
Igor C.
Igor C.

16 seguidores 402 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de abril de 2025
Mesmo sem conhecer a carreira de Bob Dylan, o filme consegue transmitir com maestria a essência de uma era marcada pelo mistério e pelo nascimento de uma lenda. A narrativa captura bem esse momento de transição do anonimato à ascensão com um roteiro excelente, relações bem construídas e interpretações de alto nível que enriquecem ainda mais a experiência. É um filme que funciona tanto para os fãs quanto para quem está conhecendo o artista pela primeira vez.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 21 de abril de 2025
Um Completo Desconhecido (2024), dirigido por James Mangold, é uma cinebiografia que promete explorar a ascensão meteórica de Bob Dylan, interpretado por Timothée Chalamet, entre 1961 e 1965. O filme se concentra no período em que Dylan chegou a Nova York como um jovem desconhecido e se transformou em um ícone musical, culminando em sua polêmica performance elétrica no Newport Folk Festival. Apesar de uma produção tecnicamente competente e uma atuação convincente de Chalamet, o longa falha em aprofundar a complexidade do artista, resultando em uma narrativa superficial e cansativa para muitos espectadores.

O filme se propõe a retratar os anos cruciais da carreira de Dylan, desde sua chegada a Nova York até sua transição controversa para o rock elétrico. No entanto, a narrativa peca por ser excessivamente linear e pouco reflexiva. A trama se limita a uma sucessão de eventos marcantes (encontros com Woody Guthrie, relacionamentos com Suze Rotolo e Joan Baez, a gravação de Like a Rolling Stone), sem mergulhar verdadeiramente nos conflitos internos do artista.

Um dos principais problemas é a falta de desenvolvimento do protagonista. Dylan é retratado como um jovem ambicioso e talentoso, mas suas motivações e contradições são pouco exploradas. O filme não consegue captar a essência rebelde e enigmática do músico, reduzindo-o a um personagem passivo, que parece apenas reagir aos acontecimentos em vez de moldá-los .

Além disso, o roteiro falha em contextualizar adequadamente a importância cultural do folk e a ruptura que Dylan representou. A tensão entre tradição e inovação, que deveria ser o cerne do filme, é abordada de forma superficial, sem o impacto dramático necessário.

Timothée Chalamet entrega uma performance técnica impressionante, capturando os maneirismos, a voz e a postura de Dylan com notável precisão. Sua interpretação vocal é um dos pontos altos do filme, especialmente nas cenas em que ele recria performances icônicas como Blowin’ in the Wind e Like a Rolling Stone.

No entanto, a direção de Mangold parece ter limitado Chalamet a uma imitação superficial, sem permitir que o ator explore as camadas mais sombrias e contraditórias de Dylan. O personagem acaba sendo mais uma caricatura do que uma representação multifacetada.

O elenco de apoio, incluindo Elle Fanning (como Sylvie Russo, baseada em Suze Rotolo) e Monica Barbaro (como Joan Baez), cumpre seu papel, mas seus personagens são subutilizados. Baez, por exemplo, poderia ter sido uma figura central no conflito artístico e romântico de Dylan, mas sua presença no filme é reduzida a poucas cenas sem grande impacto.

O roteiro, escrito por James Mangold e Jay Cocks, baseia-se no livro Dylan Goes Electric!, de Elijah Wald. Embora a estrutura narrativa seja funcional, os diálogos frequentemente soam artificiais, como se fossem recortes de citações famosas de Dylan, sem fluidez orgânica.

Um dos maiores problemas é a falta de um arco emocional claro. Dylan começa o filme como um jovem determinado e termina como uma estrela controversa, mas sua jornada não é suficientemente desenvolvida para justificar essa transformação. As cenas de conflito, como a discussão com Pete Seeger (Edward Norton) sobre a guitarra elétrica, são eficazes, mas raras.

Além disso, o filme tenta abraçar muitos temas—amor, fama, traição artística—sem se aprofundar em nenhum deles. O resultado é uma narrativa fragmentada, que deixa o espectador com a sensação de que algo crucial ficou de fora.

A fotografia de Phedon Papamichael recria com precisão a atmosfera dos anos 1960, com tons sépia e uma paleta de cores que remete ao folk e ao rock nascente. As sequências de concertos, em particular, são bem filmadas, capturando a energia crua das performances ao vivo.

No entanto, a direção de Mangold é segura demais. O filme carece de ousadia visual, optando por um estilo convencional que não reflete a natureza disruptiva de Dylan. Comparado a Johnny & June (2005), outro trabalho biográfico de Mangold, Um Completo Desconhecido parece menos arriscado e mais comercial.

A trilha sonora é, naturalmente, um dos pontos fortes do filme. Chalamet canta todas as músicas, e sua interpretação de clássicos como The Times They Are A-Changin’ e Mr. Tambourine Man é convincente.

No entanto, o uso das canções nem sempre serve à narrativa. Em vez de integrá-las organicamente à trama, muitas vezes elas funcionam como interlúdios musicais, quebrando o ritmo do filme em vez de aprofundá-lo.

O clímax do filme—a performance elétrica no Newport Folk Festival—é bem executado, mas falta tensão dramática. A reação do público (vaia e protestos) é retratada de forma previsível, sem explorar plenamente o significado histórico do momento.

O fechamento com Dylan deixando Newport em sua motocicleta é simbólico, mas anticlimático. O filme não consegue transmitir a magnitude daquela ruptura, deixando o espectador com a sensação de que faltou algo mais impactante.

Um Completo Desconhecido é um filme competente, mas que não cumpre todo o seu potencial. Timothée Chalamet entrega uma atuação técnica impressionante, mas o roteiro não lhe dá material suficiente para explorar a complexidade de Dylan. A direção de Mangold é segura, mas falta ousadia visual e narrativa.

No fim, o filme acaba sendo mais uma homenagem superficial do que uma análise profunda de um dos artistas mais enigmáticos do século XX. Para fãs de Dylan, há momentos gratificantes, mas para o público geral, pode ser uma experiência cansativa e pouco satisfatória.
Kleber L.
Kleber L.

8 seguidores 167 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de março de 2025
Filme muito bom q mostra o início da carreira musical desse grande e influente artista ! Tempo bom de duração como tão grande celebridade merece! Vale muito à pena!
Nelson J
Nelson J

51.014 seguidores 1.969 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de março de 2025
Sou fã do Timothée Chalamet e por isso consegui assistir. Boa produção e interpretações dignas, mas por não curtir o gênero, não foi fácil passar pelo monte de músicas intermináveis. Para quem gosta, deve ser ótimo.
Cronos C
Cronos C

17 seguidores 182 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de março de 2025
Sempre fico desconfiado quando vejo o lançamento de algum filme sobre a vida e obra de uma músico famoso. Quem é fã do artista pode se empolgar com a proposta, mas nunca consegui "entrar nas histórias", talvez porque quase todos os filmes exageram em endeusar o artista ou transformam ele em um imbecil. Nesse filme vi um Bob Dylan (Timothée Chalamet) alienado de tudo e de todos, sem expressão (só não foi pior do que o Batman de Robert Pattinson) e com uma vida vazia. O filme é morno, superficial e não se aprofunda em algumas questões importantes do início da carreira de Dylan. Por outro lado vimos uma interpretação brilhante de Edward Norton, no personagem Pete Seeger e uma bela ambientação dos anos 60. Acredito que quem é fã de Dylan (como no meu caso) ficará um pouco frustrado com a direção e o personagem. Ainda não foi dessa vez que acabei com a minha decepção com os cine biográficos.
Adriano Fabian
Adriano Fabian

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de março de 2025
Adorei o filme! Só lamento que não tenha nenhuma menção ao The Band, cujos músicos foram muito importantes para a consolidação da sonoridade de Bob Dylan.
Mariana Saliola
Mariana Saliola

15 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de março de 2025
Para uma biografia de um grande influenciador de uma era da música, transformações políticas profundas, o filme é arrastado em longos 2:21 ...
A ambientação é excelente, detalhes muito bem construídos, mas falta emoção.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de março de 2025
É legal assistir pela genialidade de Dylan, pelas suas músicas, por aquele momento em que toca a música e você pensa "como o cara é bom". Acho que soube mostrar a genialidade de Dylan(talvez não tanto da grandeza dele) e há quem ache ele arrogante, acho que o filme o transmitiu um pouco dessa forma mesmo. Mas acho que foi um filme quase de nota única, do gênio com dificuldade nas relações pessoais, e não saiu disso. Acho que as atuações elevaram o filme. Pra mim o grande destaque foi Edward Norton, quando apareceu em cena, foi brilhante.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa