A Pior Pessoa do Mundo
Média
3,9
159 notas

20 Críticas do usuário

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1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de outubro de 2025
Entrou pra minha lista de filmes favoritos da vida. Ele expressa bem a complexidade da vida, das nossas decisões e indecisões. Não é forçado, muito artístico. Fazia tempo que um filme não me impactava assim.
Elen Prado
Elen Prado

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de setembro de 2025
Um filme com atuações cativantes e que traz uma reflexão sobre as escolhas da vida. Vale à pena assistir ao longa.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de setembro de 2025
Foi dificil se conectar com o filme. Em alguns momentos realmente não gostava da personagem principal. O título traduzido obviamente é exagero com relação a isso, mas nesse processo de ela sair de uma pessoa imatura pra uma pessoa com maturidade, ela não foi se importando com o que ela fazia ou quem ela machucava. Ficou dificil 'torcer' pelo esperado amadurecimento, que chegou, mas não causou envolvimento.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 851 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de setembro de 2025
A pior pessoa do mundo é um drama norueguês, dirigido por Joachim Trier que também participou do roteiro ao lado de Eskil Vogt. O filme recebeu 2 indicações ao Oscar de 2022: melhor filme internacional e melhor roteiro original. Na trama, acompanhamos Julie (Renate Reinsve) uma jovem de 30 anos que está passando por uma crise existencial em praticamente todos os ramos de sua vida. Ao achar sua vida amorosa incerta com o cartunista Askel (Anders Danielsen Lie), se apaixona pelo charmoso Eivind (Hebert Nordrum). Logo em sua abertura, sabemos que o filme é narrado por um prólogo, 12 capítulos e um epílogo. O filme vai muito ais além do que uma simples comédia romântica, se encaixa mais num drama ao mostrar que Julie não tem capacidade de escolher nada para si. Essa incapacidade de escolha não é negativa, pois compreendemos a sua imaturidade (sendo forçada a determinadas situações) e a vontade genuína de viver a vida sem um rumo determinado. Com isso, a relação entre Julie e Askel entra em choque por diversos motivos (apesar do roteiro focar mais na questão da maternidade). Seguir com Askel seria um caminho determinado que Julie não queria seguir. Renate Reinsve está incrivelmente bem no papel e abraça bem a sua personagem. Fato que acaba ajudando ao mergulho na história. O filme não apela para o humor barato e nos oferece um testamento cuidado e leve sobre os desafios à convenções da natureza e da vida humana.
TiKOMI NASAUNA
TiKOMI NASAUNA

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de junho de 2025
A primeira vez em que assistir consegui apenas olhar o lado de aksel, mas recentemente cheguei no mesmo lugar que a protagonista, perdido, com um relacionamento que não me fazia sentir nada, até que conheci uma moça que me fez me sentir vivo, e fui assistir novamente esse filme, e cara, é realmente muito bom.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.006 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de dezembro de 2024
Em A Pior Pessoa do Mundo (2021), Joachim Trier oferece um retrato envolvente e sincero da geração millennial (geração Y) por meio de Julie (Renate Reinsve, em performance impecável). Perdida entre escolhas profissionais e afetivas, ela transita entre amores e carreiras, com um medo constante de compromissos que possam limitar sua liberdade. O filme aborda os dilemas da idade adulta com momentos de lirismo visual, como a pausa no tempo que materializa sua busca emocional. Trier equilibra humor e melancolia, criando uma narrativa intimista sobre autoconhecimento e imperfeições humanas. Um obra envolvente e poética.
Alan
Alan

16 seguidores 352 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de outubro de 2024
Não é um filme para todos os públicos. É para fãs de filmes como Antes do Amanhecer, por exemplo, pois é um filme com muitos diálogos, na maior parte desinteressantes. Os dramas vividos pelos personagens em vez de emocionar, aborrecem, pois o filme é realmente frívolo.
Fernando
Fernando

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de julho de 2024
The Worst Person in the World Dir. Joachim Trier


“Everybody moved on. I, I stayed there” -Taylor Swift

“The Worst Person in the World”, dirigido por Joachim Trier, é um filme que explora as complexidades da vida moderna, relacionamentos e a busca incessante por identidade e propósito. O filme gira em torno da vida de Julie, uma jovem mulher tentando encontrar seu lugar ao sol, enquanto lida com as pressões e expectativas da sociedade.
A citação de Taylor Swift, “Everybody moved on. I, I stayed there”, captura perfeitamente a essência do conflito interno dela, que é central para a narrativa e desenvolvimento do filme, que segue Julie (uma mulher de 30 anos que ainda está lutando para definir quem ela é e o que quer da vida) O filme é estruturado em 12 capítulos, um prólogo e um epílogo, oferecendo um retrato fragmentado e introspectivo da vida de Julie. Através de suas relações amorosas e decisões profissionais, onde vemos Julie navegar por suas inseguranças, sonhos e arrependimentos.
Uma das mensagens centrais (que consegui capturar) do filme é a exploração da identidade como uma formação inter-social e a transição para a vida adulta. Julie representa uma geração que enfrenta a pressão de “ter tudo resolvido” (isso baseia-se no fato da mãe dela sempre a apoiar em suas mudanças de ciclo repentinos (o que é muito bom) mas a deixa muito confortável para sempre fazer o'que dá na telha nem sempre se importando com os outro (não que ela deva nada, né) mas responsabilidade afetiva, muitas vezes ela não teve) em um mundo onde as possibilidades são quase infinitas, mas as escolhas são paralisantes.
Quando Taylor Swift disse “Everybody moved on. I, I stayed there” ala sugeriu (explicitamente, para mim) um sentimento de paralisia e estagnação, que é oque Julie frequentemente sente pois enquanto todos ao seu redor parecem avançar em suas vidas. Esta sensação de ficar para trás e a luta para se encontrar são sentimentos universais que ressoam profundamente com os jovens-adultos das gerações Milenial-Z.
O título do filme, “The Worst Person in the World”, funciona como uma metáfora subdesenvolvida em relação à personagem principal, Julie. Ao longo do filme, Julie frequentemente se vê confrontada com suas próprias imperfeições e decisões equivocadas. Ela questiona suas escolhas e o impacto que tem nas pessoas ao seu redor, muitas vezes sentindo-se a "pior pessoa do mundo". No entanto, esta percepção é mais um reflexo de sua auto-crítica e insegurança do que uma realidade objetiva.
O título sugere uma introspecção e um julgamento severo que Julie impõe a si mesma. Em várias situações, ela é consumida pela culpa e pela sensação de inadequação, acreditando que suas ações a tornam indigna ou falha. Esse sentimento é culminado á sociedade com suas expectativas á enfrentar, tanto externamente quanto internamente. Contudo, à medida que a narrativa se desenrola, fica claro que Julie, como todos nós, está apenas tentando navegar pelas complexidades da vida e encontrar seu próprio caminho.
Julie é uma personagem complexa e multifacetada. Sua indecisão e busca por sentido são interpretadas de forma brilhante por Renate Reinsve, cuja atuação lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. Os relacionamentos de Julie com Aksel (Anders Danielsen Lie) e Eivind (Herbert Nordrum) são fundamentais para a narrativa, cada um representando diferentes caminhos e possibilidades para sua vida. Aksel, um autor de quadrinhos mais velho, simboliza a estabilidade e a maturidade, enquanto Eivind, um barista com uma abordagem mais casual da vida, representa liberdade e espontaneidade.
Joachim Trier, juntamente com o co-roteirista Eskil Vogt, criaram uma narrativa que é ao mesmo tempo introspectiva e universal. A estrutura em capítulos permite uma exploração profunda dos diferentes estágios da vida de Julie, refletindo a fragmentação e a incerteza da vida moderna. A direção de Trier é sutil, mas poderosa, utilizando a cinematografia para capturar a beleza e a melancolia de Oslo, que serve como pano de fundo perfeito para a jornada emocional de Julie.
O filme é visualmente deslumbrante, com uma cinematografia que captura a essência de Oslo e a jornada interna de Julie. A trilha sonora é cuidadosamente escolhida, complementando as emoções dos personagens e a atmosfera do filme. A estética do filme é um reflexo perfeito do estado emocional de Julie, com momentos de realismo mágico que sublinham a natureza introspectiva da narrativa.
“The Worst Person in the World” é um retrato incisivo da geração millennial, explorando temas como a busca por identidade, a pressão social e a inevitável passagem do tempo. Em um mundo onde as redes sociais muitas vezes apresentam uma versão idealizada da vida, o filme de Trier oferece uma visão honesta e crua das lutas internas que muitos enfrentam. A citação de Taylor Swift é um lembrete pungente de que, apesar das aparências, muitos se sentem deixados para trás ou perdidos em suas jornadas pessoais.
“The Worst Person in the World” é um filme profundamente humano e emocionalmente ressonante. Joachim Trier, através de uma narrativa habilmente construída e performances excepcionais, cria um retrato íntimo e universal da busca por identidade e propósito. O filme nos lembra que a jornada para se encontrar é frequentemente solitária e cheia de incertezas, mas é também uma parte essencial da experiência humana. Com sua direção sensível e estética envolvente, este filme é uma reflexão poderosa sobre a vida moderna e as complexidades da existência.
A frase de Taylor Swift encapsula perfeitamente o sentimento central do filme, onde o progresso pessoal e a busca por significado são experiências profundamente individuais e, muitas vezes, solitárias. “The Worst Person in the World” é uma obra-prima que ressoa com qualquer um que já se sentiu perdido ou deixado para trás em sua jornada para se encontrar.




Texto e revisão por: Fernando Marçal
Agtha.jeany
Agtha.jeany

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de julho de 2024
É um filme muito impactante para quem tá na transição para vida adulta, ou no início dela. As cenas de indecisões, possíveis amores pra vida ou momentâneos, mudanças na aparência, trabalho do sonho, e principalmente rumos inesperados da vida. É de fato um filme para se deixar refletir bastante sobre vários aspectos da vida.
Vinicius Antunes
Vinicius Antunes

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de abril de 2024
Julie é uma personagem muito complexa e observadora. Ao longo do filme, ela se mostra uma pessoa sem identidade visual e sempre tenta se encaixar com gostos momentâneos que lhe proporcionam um pouco de prazer. Ela desenvolve gosto por diferentes profissões ao longo do filme e se envolve em laços afetivos dos quais ela mesma não sabe amar. Quando percebe, está envolvida em relacionamentos complexos. Ela se mostra egoísta, buscando felicidade individual e machucando quem estiver ao seu redor, o que a impede de encontrar felicidade em si mesma. Ela está sempre buscando se envolver em mais e mais relacionamentos, ciclos e mais ciclos, mostrando falta de responsabilidade afetiva e incapaz de lidar com suas próprias atitudes e comportamentos. Ao longo da história, podemos observar que todos os acontecimentos de sua vida surgem de atitudes precipitadas e que ela não ama nada além de si mesma (e talvez nem isso). Ela está sempre em busca de algo que não pode encontrar ou ter, vivendo assim em um ciclo vicioso cheio de perdas, relacionamentos, irresponsabilidades e poucos ganhos. Isso a torna "a pior pessoa do mundo". spoiler:
spoiler:
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