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Leonardo G. Wild
8 seguidores
43 críticas
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4,5
Enviada em 27 de setembro de 2020
O filme entrega tudo que se propõe - Absolutamente delicado, simplesmente simples e por isso incrível - De um "ar" bastante humano, bastante calmo - Um convite a reduzir toda velocidade e mergulhar em um outro olhar dos três verões que marcaram a Lava Jato
A Regina Case leva o filme de braçada, como sempre ela transparece que simples ato de atuar é algo que nasceu com ela e não há forma de explicar. Amei ver um outro ponto de vista com relação aos trambiques dos banqueiros e políticos, é como se esse filme tivesse dado voz e protagonismo a quem nunca lembramos que existe. Um filme que todos devemos assistir
Só não dou as 5 estrelas pois a tentativa de emoção quase deu certo, mas perdeu o time do entorno.
Como pessoa, dizem ser desprezível, mas se tem uma coisa que Regina Casé nasceu para fazer foi personagem de secretaria do lar, como uma luva, natural, divertida, cativante e com aquela cara de sofrida… O ritmo é lento, apenas, do dia-a-dia de uma família rica administrada pela caseira, introdução longa… Baseado em fatos cotidianos, as coisas somente acontecem, quando a justiça funciona, os patrões são presos, e os funcionários ficam a Deus-dará… Riquíssimos em detalhes, adorável…
Filme brasileiro. Um drama com humor. Já entendemos que a história se passa em três anos, três verões seguidos, mais precisamente, período de Natal e Ano Novo. Começa em 2015, numa mansão em Angra dos Reis, uma festa de Natal. Várias situações que mostram as diferenças sociais, entre os donos da casa e a empregada Madá (Regina Casé), assim como os outros empregados. O patrão está preocupado com diversas ligações que recebe no celular. Mas tudo corre bem. No ano seguinte, a Madá está ligando para as pessoas para cancelar a festa de Natal na mansão, e não consegue falar com seus patrões, que sumiram. Aparentemente ele está envolvido com corrupção. E Madá e os outros empregados, se viram como podem, para se manterem na casa, já que não receberam seus salários. O pai do patrão, Seu Lira, idoso debilitado, fica na casa sendo cuidado por Madá. E assim se passa mais um verão. Madá, sempre alegre, mas guarda seus segredos.
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