Os Brutos Também Amam
Média
4,2
82 notas

15 Críticas do usuário

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Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
George Stevens é um dos maiores cineastas da história do cinema. Dono de um estilo irretocável e reconhecível, o diretor invariavelmente utilizava-se de narrativas simples a fim de desenvolver temas universais e de caráter abrangente, auxiliado ainda por personagens complexos e fascinantes, sendo um desses personagens o inesquecível Shane, interpretado pelo ótimo Alan Ladd no filme homônimo dirigido por Stevens e que aqui no Brasil ganhou a horrorosa e simplista tradução Os Brutos Também Amam, optando, neste sentido, em focar na subliminar relação de Shane com Marian (Jean Arthur), quando na verdade o filme tinha muito mais do que isso para oferecer.

Abrindo seu filme num plano magnífico onde o protagonista surge de costas enquanto desce uma montanha (e que, obviamente mostra ao fundo uma belíssima paisagem) só para em seguida o vermos diminuto enquanto o mesmo atravessa um vale, o filme conta a história do desconhecido Shane que, ao ser recebido pelo rancheiro Joe Starrett (Van Heflin), aceita trabalhar para o rancheiro, ao mesmo tempo em que fica sabendo do iminente conflito entre Starrett e do fazendeiro Riker (Emile Meyer), que vem há tempos aterrorizando os colonos da região (incluindo Starrett) a fim de que estes saiam de suas terras para o fazendeiro ocupar. Assim, optando por adotar uma postura observadora diante deste conflito, Shane é também o típico “herói sem passado” que tantos faroestes abordaram, mas que nas mãos de George Stevens ganha uma profundidade psicológica fabulosa que vai revelando aos poucos o caráter de seu protagonista, na medida em que a narrativa avança... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO!)
Rodrigo o que?
Rodrigo o que?

117 seguidores 211 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de novembro de 2020
A direção e a fotografia levando em conta a época em que foi lançado são incríveis.
Mais a história é muito arrastada e em alguns momentos me deu uma vontade imensa de desistir, e hoje em dia parece um pouco clichê
Ricardo L.
Ricardo L.

63.219 seguidores 3.205 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de maio de 2020
Um clássico absoluto do Western! vencedor do óscar de melhor fotografia e indicado a melhor filme, destaque para o grande elenco e para estupenda atuação de Jack Palance. Um filme perfeito
Carlos P.
Carlos P.

265 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de maio de 2020
Um dos grandes clássicos do cinema. É claro que assistindo agora, muitas coisas parecem um pouco clichê, mas ainda é uma grande história que nos mantém interessados. Um filme tradicional, cum um herói tradicional e uma pitada de emoção.
Paulo
Paulo

127 seguidores 201 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de setembro de 2022
Garoto se torna amigo de um pistoleiro depois que ele começa a conviver na casa de seus pais.Mas um conflito envolvendo terras de um fazendeiro ambicioso faz com que ele defenda os outros agricultores locais.Roteiro, trilha sonora, elenco e fotografia marcantes.Clássico de faroeste inesquecível.
Nabokova
Nabokova

16 seguidores 112 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de julho de 2020
Uma observação, não tinha me atentado, via de regra, nos filmes de faroeste 95% dos personagens são muito brancos, muitos com olhos claros, o que não representa a população americana da época em que foram filmados. Mas é necessário para retratar com fidelidade a época da ocupação do Oeste Americano (Far West) em que a população negra e outras etnias não estavam inseridas na sociedade (que era predominante anglo-saxã), a não ser como escravos, e não faziam parte do plano de ocupação e povoamento do Oeste com, inclusive, doação de terras para produção. Qto ao filme, não sei qual a razão de ser um clássico. Não há nada de especial nesse filme, pode tranquilamente passar sem ele. O título em Português, marcante, foi uma jogada de marketing ótima, todavia, um verdadeiro embuste. Você simplesmente, por mais que se esforce, não consegue justificá-lo pela história. Não há brutos, há o de sempre, pessoas querendo defender suas propriedades nem que tenha que, em último caso, recorrer à bala, e não tem nenhuma história de amor, conjugal ou fraternal. Nos EUA não tiveram a pachorra e cara-de-pau de fazer isso e o título é apenas "Shane". Embora "Shane, o sonolento" também fosse apropriado. É um filme sem nenhuma novidade no roteiro e, perto dos filmes de Sérgio Leone, é faroeste pra criança.
Francisco Russo
Francisco Russo

19.537 seguidores 687 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom filme. "Os Brutos Também Amam" pode ser dividido em três atos bem distintos. O primeiro, com a chegada de Shane e sua apresentação aos moradores do local, é excelente. O carisma de Alan Ladd impressiona e sua relação com o pequeno Joey cria uma imediata simpatia com o público. No segundo ato Shane sai um pouco de cena para que Joe Garrett ganhe os holofotes principais da trama. O filme consegue se manter interessante, mas perde bastante em qualidade em relação à parte inicial. Já o terceiro ato é quando a trama do filme já está para ser resolvida e Shane retorna como principal personagem. Aqui, mais uma vez, o relacionamento dele com Joey emociona e o filme cresce bastante.
Fernando Vasconcelos
Fernando Vasconcelos

10 seguidores 45 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Embora não goste deste gênero de filme, tenho que reconhecer a excelente qualidade do mesmo. Achei-o perfeito, certamente uma obra-prima. São magistrais as atuações de Alan Ladd (Shane), Van Heflin (Joe Starrett) e Brandon De Wilde (Joey Starrett), este último, com pouco mais de 10 anos de idade,  indicado ao oscar de ator coadjuvante, mas que perdeu a estatueta para Frank Sinatra (A um passo da eternidade), numa disputa certamente de difícil escolha por parte dos votantes da acedemia. Só não entendi a indicação de Jack Palance ao oscar de coadjuvante, numa interpretação pequena, de poucos diálogos, quase monossilábicos.
Peristilo p
Peristilo p

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de março de 2020
Um dos maiores clássicos da história do cinema, os Brutos Também Amam é um excelente faroeste que consegue ser ao mesmo tempo tenso e cativante. É a história do misterioso pistoleiro Shane que chega a uma colônia de fazendeiros perdida no meio de um vale no estado do Alabama e lá é acolhido pelo fazendeiro Starret e sua família, costituída pela bela esposa Mirian e seu único filho, Little Joe.
Assim como os demais fazendeiros da região, Starret enfrenta os abusos do conflituoso Ryker, outro fazendeiro que busca expulsar os demais colonos de suas terras e para isso conta com a ajuda de seus comparsas e um famoso pistoleiro vindo de fora. Shane, motivado pela amizade e o amor que sente pela família, decide tomar para si a terrível e inevitável luta que se anuncia.
Mais do que um simples faroeste que diverte, o filme conta uma história que busca também ser uma lição de vida. Além da luta contra os vilões, o herói Shane precisa ainda resolver seus dilemas morais. Como deixar de ser um assassino num mundo onde a justiça só pode ser atingida através da força e onde sua própria vida muitas vezes depende da rapidez no gatilho? Se por um lado ele é honrado, honesto e de bom coração, por outro, ele é um pistoleiro que carrega o karma de ter que matar pela própria vida e por seus ideais.
Ao contrário do que sugere o título traduzido, não se trata de uma história de amor entre um homem e uma mulher. O amor de Shane é por toda família, e talvez mais ainda pelo garoto. A família de Starret parece representar para Shane o ideal de vida em família, feliz e pacata que ele jamais alcançará, pois é um assassino cuja alma estará para sempre manchada por seus crimes e pecados. O caminho que ele escolheu é sem volta. E essa é a grande moral da história, como fica evidenciado ao final, no diálogo entre Shane e Little Joe :

"Joe, não existe uma vida para quem já matou. É um caminho sem volta."
pudim bugado
pudim bugado

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2024
Vou ser direto e reto, um dos melhores filmes que assisti na vida. Já vi uma dez vezes. De uma sensibilidade incrível, atores perfeitos e duas cenas para nunca mais esquecer.
A do cachorrinho no túmulo do seu dono e o final com um diálogo perfeito, emotivo, fantástico do pistoleiro com o garotinho. Essa cena ficará na sua memória para sempre. Perfeito!
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