É Assim Que Acaba
Média
3,9
506 notas

92 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de agosto de 2024
Temática difícl em drama bem atual.O filme tem o mérito de mostrar o rumo necessário para a solução,onde os sinais da violência já a partir do momento que se conhecem.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de agosto de 2024
Pra quem leu o livro, esse roteiro deixa a desejar. Corrido demais e com uma caracterização bem sofisticada da protagonista, algo importante se perde na adaptação, deixando de lado o carisma da história. No geral, consegue ser bom o conjunto.
Maxxuel 42
Maxxuel 42

17 seguidores 219 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de abril de 2025
Do ponto vista da obra cinematográfica, vejo um relacionamento perfeito onde é bem forçado e transformado de algo bom para ruim publico odiar e refletir. Talvez a falta do que é do passado, muitas conveniências, decisões e consequências sejam
o ponto negativo de "É Assim Que Acaba".
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 14 de agosto de 2024
Não li o livro, então minha resenha será totalmente baseada no filme.
Eu acho que o filme foi muito "suave", não concordo com essa tentativa de retratar um tema extremamente pesado de forma leve. Acho que ficou fake, pelo menos para mim, não causou nenhuma emoção. Pessoas que já vivenciaram esta situação do filme, vendo os pais ou alguém próximo, ou até mesmo a própria pessoa passando por isso, acredito que sentiram falta de profundidade.
Também a situação narrada é bem complicada porque a mocinha não era nenhuma lady, são bem erradas as atitudes dela de se casar com um homem querendo pegar outro... No filme é narrado que o personagem Ryle já tinha agredido ela antes da safadeza dela, mas se não tivesse sido este o caso, não digo que seja justificável uma atitude agressiva da parte dele, mas talvez fosse uma das consequências da própria atitude errada dela, porque ela estava causando uma violência psicológica nele, estando com ele e se engraçando com outro.
Acho que talvez esse tenha sido um estratagema da própria autora para dizer que a agressão é inaceitável em quaisquer circunstâncias, até quando a mulher é uma qualquer, como a Lily.
Particularmente, acho absurdo o comportamento dessas pessoas que ficam alimentando paixões secretas pelos "exs", nunca serão felizes e sempre farão maldades com os outros como a Lily fez com o Ryle, de casar gostando de outro. Essa turma "xonada" nos exs deveriam procurar um psiquiatra urgente, porque isso se chama paranóia. Se fosse na vida real e ela acabasse se casando com o ex dela, rapidinho a ilusão iria para o brejo, porque um relacionamento real é sempre complicado e inferior ao que criamos na nossa mente.
Mas só os corajosos serão dignos de viver um amor real, pois terão coragem de ver as pessoas como realmente são, e amá-las em suas qualidades e defeitos.
A lição final de filme é bem incrível, porque de fato, se as mulheres não saem de uma relação de violência por não amarem a si mesmas, deveriam sair pelo menos por amor aos filhos, para que os filhos não tenham que conviver com a violência.
Thalía Fernandes
Thalía Fernandes

18 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de setembro de 2024
É recomendável ler o livro antes de assistir à adaptação - apesar de ter seguido fielmente sua história, as cenas não atingem o clímax de que as páginas são capazes. Embora eu goste dos atores, achei que não foram a escolha ideal, assim como o estilo de filmagem, com o "Plano de Câmera em Movimento".
É Assim Que Acaba, poderia ter resolvido seus problemas estruturais e tornado a narrativa mais madura, mas ainda assim conseguiu transmitir uma mensagem relevante e intensa emoção!

spoiler: A abordagem que usaram para apresentar as cenas de agressão foi interessante, fazendo com que os telespectadores vissem apenas um reflexo das atitudes de Ryle Kincaid com Lily Bloom e questionassem o tamanho da gravidade daquelas ocorrências, assim como as vítimas costumam fazer...
Heloisa Santos
Heloisa Santos

6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de agosto de 2024
Não me decepcionei com a adaptação, mas esperava mais profundidade. A história não é romântica e não deveria ser vendida como tal.
Pablo
Pablo

4 seguidores 42 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de agosto de 2024
Gostei do filme. Os personagens são bem humanos, e até é possível acreditar que pessoas realmente fariam o que eles fizeram no filme. Existem bastantes lições no filme, então é um bom filme para ver e pensar e repensar sobre. Não curto muito cenas de "pega", por assim dizer, mas considerando a boa história não é algo ruim. Ah, caso esteja em dúvida, não é um triângulo amoroso.
José Lucas De Miranda
José Lucas De Miranda

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de outubro de 2024
RESENHA – É ASSIM QUE ACABA

Com alguns traços dos contos de fadas clássicos, “É Assim Que Acaba” entrega uma resposta satisfatória a tabus da sociedade, e mais do que isso, consegue trazer uma firmeza de princípios em dilemas normalmente não questionados cotidianamente.

A história de um casal formado da forma mais inesperada possível, e contando com aquelas coincidências que só a ficção nos permite, narra a sequência de agressões – físicas e psicológicas – que a protagonista progressivamente experimentou, trazendo à tona marcas do seu próprio passado. O longa traz aos poucos as experiências da protagonista através de suas próprias palavras, pelas lembranças reveladas ao longo da trama, spoiler: perpassando pela morte e sombra de seu pai em sua vida.

Com o amadurecimento de seu relacionamento, o que incialmente era um grande conto de fadas começa a mudar spoiler: no momento em que ela reencontra seu amor do passado. Neste momento, eventos “inusitados” e infelizmente correlacionados de violência de Ryle
traz à tona que a protagonista desenhou uma triste tendência de seguir de padrões trazidos de sua família, spoiler: mais precisamente das agressões sofridas por sua mãe
. Ainda, a imposição violenta de seu pai, seja no papel de genitor, seja enquanto marido de sua mãe, marca todo o ritmo da história.

Nessa sequência de atos – em que Ryle deixa evidente seu descontrole emocional, sua falta de limites, e sua agressividade desmedida – a gota d’água se dá justamente nas conexões que a protagonista faz entre aquilo que via sua mãe sofrendo, com o que passou a acontecer com si própria.

spoiler: A mudança completa de direção do filme acontece quando Lily reage a uma das agressões e sai de casa. Assim, no momento em que tem uma epifania, a protagonista muda completamente a visão que ela – e simultaneamente, a nossa – mantém daquele relacionamento. Somos apresentados à realidade nua e crua dos fatos: os eventos não eram isolados, não eram acidentes, muito menos deveriam ser aceitáveis.


A partir dali, a vítima percebe que estava, em realidade, repetindo os padrões vividos em sua infância e juventude, e aceitava imóvel às condutas de seu esposo, mesmo que estas fossem na exata mesma linha de tudo que ela discordava em seu próprio pai. Como forma de entender as razões dos eventos que lhe ocorrem, a personagem vai atrás de um profundo – e invejável – autoconhecimento, de mesma forma que busca entender o histórico carregado por Ryle.

Agora, com o olhar completo e sereno da situação, ela perdoa seu marido, apesar de sua decisão já estar tomada. Ela não continuará nos ciclos em que vivia, muito menos aceita que a postura de arrependimento do marido seja argumento suficiente para reatarem. Essa serenidade também dá lugar ao maior gesto de amor do filme, quando escolhe que o nome da filha será justamente aquele que castigou Ryle por todos esses anos. O gesto, aliás, não só homenageia o pai de sua filha, mas é um gesto de amor próprio.

Isso, porque apesar de os clichês indicarem um final feliz para ambos, juntos; Lily toma a decisão de pedir o divórcio, e é assim que acaba com o ciclo que carregou de sua família. Ela não precisa seguir os passos da mãe, muito menos concordar em ter em seu companheiro, a figura do pai que ela mesma nunca conseguiu personificar como uma pessoa boa (nota para o papel em branco das coisas que ela mais gostava nele), apesar de amá-lo.

Noutro ponto, “É Assim Que Acaba” traz ao espectador uma mensagem de fundo em muito realista. Ao retratar os seguidos deslizes de sua protagonista, que esconde do marido parte de sua história – muito provavelmente invocando mecanismos de autoproteção –, e assim quebra a confiança do casal, o filme não tenta criar a imagem de um companheiro completamente perverso, que faz o mal por fazer. Muito pelo contrário, o desenrolar da trama corre por problemas comuns em relações, que seriam dignas de dar cabo ao próprio relacionamento; ainda, a história toma o cuidado de mostrar os demônios que ele também carrega.

Por outro lado, mesmo que a protagonista também erre, como todos nós, é importantíssimo saber que seu comportamento nunca dará abrigo às reações do marido, muito menos que qualquer de suas atitudes, mesmo que chegassem a níveis muito piores do que os apresentados na película, justificariam as agressões que sofreu. E é neste momento que o filme emplaca sua melhor mensagem. Perdoar não é reatar, e errar não implica em aceitar qualquer coisa em troca.

Assim, mesmo que entre acontecimentos altamente corriqueiros e construções narrativas tipicamente de filmes – ou livros – inventivos, a profundidade da mensagem consegue aparecer a todos que o assistem, de que relações humanas são imperfeitas, mas há limites que não devem ser ultrapassados - apesar de serem contadas nas nuances de uma história de amor.

Boa produção!
Biancaacribeiro
Biancaacribeiro

5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de novembro de 2024
Gostei do filme, era o que eu esperava, filme bom, atuações boas. Um filme Ok! Fiquei esperando um desenrolar maior dos conflitos do casal, mas o filme te leva mesmo para a linha de “gostar” do vilão até o final. A mensagem è linda, sobre romper ciclos.
maria
maria

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de junho de 2025
Eu li o livro a um tempo, acredito que seja super necessário. Acredito que o filme em si tenha causado muitas polêmicas nós bastidores, mas não senti que isso afetou a atuação interessante dos atores. Tem cenas bem fiéis, algumas que são iguaizinhas ao escrito. Mas no geral, o filme é um pouco tedioso, silencioso e bem parado. Lá pro final do filme, você encontra toda a reviravolta de quando a protagonista percebe o quanto foi machucada gravemente, e o quanto se chegou acreditando naquele que ela amava, que encobria para não admitir para si mesma o que ele fazia com ela. No final, deixa uma mensagem incrível de superação quando ela ainda sim, supera as dificuldades e decide ter a criança. É um filme lindo, mas tenho que admitir que um pouco tedioso.
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