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Caio "Vasco"
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128 críticas
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1,5
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Filme bem simples, Dave Bautista não serve para um bom filme de ação ele é grosseiramente duro, qualquer mínimo movimento mais brusco como uma corrida, um soco, uma pirueta você sente que está tudo em camera lenta é limitadíssimo de agilidade, qualquer cena fica muito fraca com ele atuando devido a deficiencia de agilidade. Os outros personagens são ok, pegaram meu carisma principalmente seu par romantico e os irmãos Escoceses que é o grande ator de filmes B Scott Adkins que sou grande fã e também um lutador de luta teatral que acostumo ver de vez em quando, pena que seu tempo em tela deve ter sido no máximo 2 minutos. Mas acho que foi um erro inserir muitos personagens importantes para atrama, acabou que nenhum deles teve nem 4 minutos de tela e não teve nenhum desenvolvimento, nem no humor que acredito ser um ponto focal desse tipo de filme, nem o humor é feito com os personagens coadjuvantes pois é pouco tempo você tem que entender muito rápido as referências ou simpatia para rir de alguma piada dita. Terry Crews está deslocado no filme, se ele fosse o grande vilão caçando Flodd e batalhando em diversos cenários, mas não, participa pouco pra trama se ele não fizesse o filme o impacto continuaria o mesmo. As cenas de ação são bem engessadas devido a fragilidade na agilidade do protagonista, e no primeiro combate contra a gang dos coreanos, todas as cenas que filmam de cima aparece grotescamente o Dublê do protagonista desviando dos ataques contra os samurais, repeti acena duas vezes para ver que esse erro brutal realmente passou pelos diretores e funcionários do filme, pelo visto passou sim. Filme fraquíssimo de humor, fraquíssimo de trama, fraquíssimo em tudo, não vale a pena assistir.
"Clichês exaustos, narrativa previsível e química insuficiente entre os protagonistas enfraquecem a experiência." Um assassino profissional descobre ter poucos meses de vida e decide mudar seu destino ao lado de uma bailarina, enquanto tenta escapar de seu passado sombrio. J.J. Perry investe na fórmula do matador impassível em busca de redenção, mas sem inovação. O longa recicla clichês, apoiando-se na presença imponente de Dave Bautista e em uma trama previsível. Apesar de algumas cenas bem coreografadas e do toque estilizado, o roteiro genérico empobrece qualquer impacto emocional ou tensão real.
O roteiro do filme é uma verdadeira bagunça, sem sentido algum, dentro de uma premissa que já foi explorada à exaustão. No entanto, o filme compensa com uma pancadaria gore insana e cenas de ação muito bem feitas. No fim das contas, apesar da história fraca, a diversão é garantida. Vale a pena assistir!
O filme é bom. Engraçado e cheio de ação. Mas os assassinos, que são os melhores, apanharam muito fácil do protagonista hahaha No entanto, não tirou a essência. Foi um bom filme.
Pelas críticas, fui esperando um filme ruim e me surpreendi. Uma história bacana, cheia de pancadaria pesada e uma boa vingança, somente achei que o final teve um desfecho muito rápido, ainda assim está na lista dos melhores filmes do ano que assisti!
Assista apenas 1 vez e não mais que isso. O filme até tem uma história de início boa, mas se perde totalmente do meio para o fim. Só dando um exemplo: Para que colocar o tal parente da matadora no filme? Ideia sem sentido nenhum
O Jogo do Assassino diverte, mas é entretenimento esquecível.
Na primeira parte, o filme se apoia em uma narrativa dramática tão bobinha que até surpreende de tão ridícula. E parece que, mesmo pra um filme de ação, tudo é lento. Os embates demoram pra acontecer. O romance não convence. As cenas de briga acabam de forma besta.
Dave Bautista tem sim carisma, mas fica muito evidente que sua encenação é neutra e ineficaz, perto de grandes atores como (o ganhador do Oscar) Ben Kingsley.
O maior problema do filme é nos apresentar (rapidamente) personagens como chefes de fases de videogame e de forma muito artificial. Aliás, tudo é artificial olhando pelo ponto em que é um roteiro onde não há uma ação e reação concreta. Por exemplo, não importa o barulho, polícia é algo que nem existe no filme.
As cenas de briga têm cortes que prejudicam a obra, não ajudando a se localizar, uma pena, já que o diretor, JJ Perry era dublê e coreógrafo de cenas de luta.
spoiler: A “vilã” Marianne (Pom Klementieff) é totalmente mal aproveitada.
Em resumo, O Jogo do Assassino é uma ação recheada de estrelas, mas que tropeça falhado em coisas muito simples, a principal delas, ser um bom filme de ação.
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