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Luiz Antônio N.
30.866 seguidores
1.298 críticas
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3,0
Enviada em 22 de julho de 2020
Palm Springs acompanha dois jovens que se conhecem durante um casamento; porém, quando decidem ter um tempo juntos, são atacados por um homem misterioso. Ao acordar, descobrem que estão revivendo o mesmo dia. Quando percebem que estão na mesma situação, os dois decidem aproveitar o mesmo dia repetidamente.
filme com tema de loop temporal é tão manjado que nem chama mais minha atenção, mas como esse filme estava sendo bem cotado resolvi dar uma oportunidade, e querendo ou não achei uma versão da mesma coisa só que com um jeito divertido e que fez me dar algumas risadas
Sarah (Milioti), dama de honra do casamento da irmã, descobre com Myles (Samberg), animador da festa, todo um mundo paralelo que funciona em looping, e do qual não conseguem se desvencilhar, vivenciando sonhos dentro de sonhos, sempre ocorrendo no dia 9 de novembro, data do casamento da irmã, e com um antagonista sempre a perseguir Myles, Roy (Simmons).
Um filme divertido e nada mais. A criatividade da ideia nao se mantém tanto no roteiro. É válido para isso, como diversão e tem um ponto extra muito bom: os dois protagonistas são incrivelmente carismáticos, o que ajuda a manter o interesse.
Amei Palm Springs. Um filme leve, simples que consegue ser divertido e ao mesmo tempo falar de temas relevantes com uma certa profundidade. E tem uma trama envolvente e atuações muito boas. Recomendo!
Parte de um princípio bastante convencional atualmente,o loop temporal é mais um apetrecho do que parte fundamental da narrativa do filme do Max Barbakow.
A alma do filme é a relação entre os despojados personagens centrais,o humor e a vida de ambos complementam bem um ao outro.O humor bastante funcional atende muito bem ao que o filme quer,a encenação atende bem ao clima desleixado principalmente do Nyles.E no fim Palm Springs quer falar sobre um limbo que muitos vivem,uma vida sem muito à aproveitar onde parece que somos isolados do restante das pessoas à nossa volta.
Acho que cabe perfeitamente à sensação que todos que estão/estavam em quarentena sentiram:De que nossas vidas que pareciam ter parado no tempo,uma monotonia sem fim.Ainda assim,é um filme que apesar de fazer muito bem a sua idéia,acaba por transformar aquilo mais como algo operante do que propriamente motivadora,toda essa cartilha que o filme segue não é ultrapassada em momento algum por exemplo.
Filme interessantíssimo que me faz lembrar Timecrimes pelos loops no tempo e nos faz pensar como seria se vivêssemos o mesmo dia todo santo dia, mas de formas diferentes... Até quando seria proveitoso? Quando e por que não? Assistam, que vale a pena!
Genialidade é raridade nos filmes de hoje, numa tendência onde compramos sequências de filmes que já tiveram um fim (ou deveriam ter, pelo menos),em Palm Springs temos algo diferente. Uma nova experimentação de comédia romântica que em nada tem a perder para outras obras famosas do mesmo gênero. O filme conta com um excelente roteiro e atuações impecáveis dos protagonistas, sem desmerecer o talentoso J.K.Simmons. Além disso, a fotografia e o desfecho não deixam de acompanhar o brilhantismo que é sustentado ao decorrer do longa.
O que acontece quando uma roteirista pra lá de inspirada (talvez depois de algumas doses generosas de uísque ou quem sabe depois de algo mais psicodélico) decide fundir uma história divertida com noções artísticas de loop temporal? A roteirista estava de fato querendo despontar, revolucionar até, mas a história é mesmo tudo isso? Primeiro, a recepção da crítica é positiva, o que é um bom começo. No entanto, o filme se macula dando atenção excessiva ao casal protagonista e como a relação deles é construída com a finalidade de ressaltar a brevidade dos momentos e a importância do presente. É inteligente? Talvez um pouco, com diálogos extremamente fluidos, mas uma história que parece muito destinada a te entreter, e para isso, convenientemente, certos aspectos da trama são sacrificados (talvez o uísque era bem velho e do bom). Se a inteligência é questionável aqui, a ousadia não é, porque compor uma arte é se arriscar, e ela definitivamente não tem medo disso. Mas mereceria uma nota alta? O loop temporal é nitidamente um artifício para reforçar a história, podemos notar, e nada nela, inclusive o loop, é levado a sério (ponto positivo para a droga psicodélica). Tudo é feito para que haja dinamismo. Mas dinamismo demais, nos deixando tontos, inebriados e tornando o loop secundário (ficção científica? Nem a pau!) Mas somos conduzidos muito bem pela história e a proximidade entre os dois é cativante. Razoável. Decente. Consistente. Inteligente? Somente uma boa rodada de uísque poderá nos dizer.
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