Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
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3,4
922 notas

210 Críticas do usuário

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Vinícius Salomão GB
Vinícius Salomão GB

4 seguidores 43 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de março de 2023
O cara que escreveu esse roteiro é simplesmente um gênio. Que filme e que mensagem forte que ele passa
Mariano Soltys
Mariano Soltys

2 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de abril de 2023
“Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” vence o Oscar

Um filme que poucos entenderam. “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” vence o Oscar de melhor filme, tendo destaque no evento ainda o filme “Nada de novo no front”, filme alemão de guerra, com algumas estatuetas também, estes disponíveis em streaming. Outro destaque ficou para Os Banshees de Inisherin. Apesar de o apresentador reforçar a volta dos cinemas após pandemia, o curioso é que filmes em outras plataformas ganharam novamente destaque.

Não participou do evento o ator Tom Cruise, que estava no filme de grande bilheteria, o Top Gun, mas que não levou muitas estatuetas, pelo que percebi. Também Wakanda teve bom destaque, além de filme Avatar 2, apesar de em bem menor atenção, em relação a filme de Baleia, Brendan Frazer, de A Múmia, que teve o Oscar de melhor ator. Também não esteve presente o diretor de Avatar 2, James Cameron, que ficou famoso com o Titanic, além e dirigir Exterminador do Futuro.

“Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” mistura um tanto Matrix e Efeito Borboleta, além de outras ideias, com objetos simples e uma ótima atuação de atores, que têm de fazer vários papeis, de acordo com o universo paralelo a que vivenciam. O filme traz ideias como de físico Stephen Hawking, que pode haver universos paralelos e pessoas que nem nós, ou outras vidas nesses universos. A teoria de Hawking usa a mecânica quântica, de modo que desafia a ideia de Einstein, bem como de que o universo teria surgido há 14 bilhões de anos. O big bang então não teria começado apenas um universo, mas infinitos.

“Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” assim mostra a proprietária de lavanderia que auxiliada pelo marido, acessa por um fone de ouvido, universos paralelos, podendo assim resolver problemas da vida, como com sua filha, bem como com a auditora fiscal, que ameaça a continuação do negócio. No filme existe um universo bem diferente do nosso, onde as pessoas têm dedos de linguiças, noutro um animal conversa. O esposo, Ke Huy Quan, teria feito o papel de menino em um filme de Indiana Jones, ganhando agora a estatueta de ator coadjuvante. Dedicou a sua mãe de mais de 80 anos, o prêmio. A atriz tem em torno de 60 anos, Michele Yeoh, sendo um destaque cheio de vivacidade e jovialidade.

O filme “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” foi uma obra de arte, um tanto confuso, desafiante a quem assiste. Um panteísmo ou mesmo uma pansofia, o filme coloca essa totalidade e possibilidade múltipla do ser humano ser o que quiser, ser dono de seu destino, apesar de nem sempre estar na melhor vida. As escolhas fazem o que somos em nossa vida. O tema da relação da mãe com a filha, filha que parece procurar o suicídio, bem como sua relação homoafetiva, pareceu também ser um tema sério em meio à brincadeira de viagem pelos universos. Aceitar uma pessoa e amá-la pode fazer com que viva e queira viver.

Mariano Soltys, filósofo e advogado
autor de livro Filmes e Filosofia
JOAO C.
JOAO C.

6 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de janeiro de 2024
É um filme muito engraçado, mas as vezes o humor é utilizado de forma enjoativa. As cenas engraçadas são recicladas até a piada ficar sem graça nenhuma.
O filme trata sobre a causalidade que é um assunto que gosto muito. Porém, ao longo do enredo, a história começa a ficar clichê e um pouco viajada.
Criaram um vilão super apelão e, no final, jogaram o vilão fora. A história estava preparando o espectador para uma trama, e, de repente, o filme tomou uma direção emocional. Não caberia emoção ali, o vilão já sabia o que queria.
Enfim, é achei muito bom, mas dava para ser um ótimo.
Joana Barbara
Joana Barbara

17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de março de 2023
Achei bem bobo, com um toque surrealista e bem legal. É uma reflexão sobre carma familiar dentro de uma teoria de múltiplas dimensões e rearranjos de vida de acordo com cada dimensão (ou reencarnação). Para quem é espiritualista como eu e acredita em reencarnação, carma e o princípio criador do caos (personalizado pela filha da personagem principal de um jeito bem extravagante), é um prato cheio. Além de que é um filme super inteligente e sensível que faz questão de ser boboca pra não ser levado tão a sério. É cheio de alegorias, exageros e bobagens aleatórias que eu sinceramente não vi como desanimador ou tosco demais. Na verdade é tosco, mas traz uma fantasia mágica pra história as boboquices todas. No final ainda tem um quê de drama que a gente que se identificou com o filme acaba ficando até sensibilizada. Não é aquela coisa excelente e tal, inovadora, espetacular, mas é bem distrativo e legal. No começo eu até pensei que não ia gostar, mas depois deu pra assimilar a coisa toda e ficou bem interessante.
Jhonathan
Jhonathan

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Divertido e reflexivo. Uma comédia com pitadas de drama que te deixam reflexivo. Atuações ótimas e roteiro interessante.
Viní Tom
Viní Tom

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2023
Cheguei para trabalhar e assim que sentei na cadeira meu irmão chegou e disse que tinha visto um filme que tinha mudado completamente a visão que ele tinha sobre o mundo, mesmo sem ter visto o filme filosofamos o dia todo sobre universos paralelos, vidas passadas e o que seria o tempo. Quando o serviço acabou fui para a casa com a missão de assistir o filme "Tudo em todo lugar ao mesmo tempo" ganhador de diversos OSCAR em 2023, mas que na ocasião estava apenas entre os indicados.

Peguei meu Guaraná e liguei a televisão com uma expectativa enorme para ver o filme, mesmo sabendo que era um filme longo (2 horas e 19 minutos de duração), não que isso seja um problema, porém acho muito difícil um filme conseguir se sustentar por tanto tempos, mas Titanic e o Poderoso Chefão mostram que sim, isso é possível.

Logo no inicio do filme já achei fantástico o enredo do filme se basear em uma família estrangeira ao invés do padrão hollywoodiano de sempre serem americanos os protagonista Michelle Yeoh e Ke Huy Quan , casal protagonista arrasam na interpretação e me fez pensar que eu estava vendo um reality sobre a vida real ao invés de estar assistindo um filme. Quando começou a parte surrealista do filme, fiquei confuso, pois tudo aconteceu muito rápido, talvez por ver muitos filmes com essa temática pouco a pouco fui entendendo ou acreditando que estava entendendo, já minha mulher que estava vendo o filme comigo achou muito confuso a narrativa no início, mas pouco a pouco tudo foi melhorando e entramos de vez no filme.

Lembrei muito do Jackie Chan nas partes das lutas, bons tempos onde existiam no cinema historias para nós entreter de uma forma leve e divertida. Voltando ao filme o embate da mãe com a filha é um retrato muito realista sobre a relação pais e filhos, quando mostra os outros universos delas nós faz querer refletir qual a mensagem devemos aprender, acredito que cada um pode ter uma reflexão sobre elas. A parte cômica do filme funciona muito bem seja nas lutas ou na referencia do filme "Ratatouille", porém achei desnecessário o mundo paralelo com mãos de salsichas.

Recomendo esse filme, mas minha expectativa tão alta não se concretizou, achei o filme muito longo, talvez pelo enredo muitas vezes ser confuso , quem sabe em outro universo ele me cative o tempo todo. Apesar disso acho um filme essencial para qualquer pessoa ver, mesmo que seja para criticar já que ele é um filme que rompe diversas barreiras. Na minha concepção o filme entrara naquela categoria ame ou odeie, então cabe a você descobrir qual é sua categoria.
Laureta
Laureta

5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de junho de 2023
Esse filme é um 8 ou 80. Ou as pessoas vão adorar ou odiar. O filme possui um significado, uma critíca. Esse não é um filme objetivo que todos vão entender da mesma forma, é um filme que pode possuir diversos pontos de vistar. [spoiler] O significado que eu entendi é o amor materno, oque uma mãe que realmente ama sua filha vai fazer por ela. No filme essa mulher corre atrás de sua filha em todos os universos para salva-la de se matar, mesmo sua filha sendo a vilã da história, mesmo a filha não sendo a quem a mãe conhece, mas sim uma versão dela em que ela é a vilã e quer acabar com todas as realidades. Esse é um filme que dou 4,0. Porque é um filme que poucos vão entender, mas o que entenderem, adoraram como eu adorei.
Henrique Lira
Henrique Lira

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de abril de 2023
Dramático e divertido, boas cenas de ação, uma ótima loucura o filme com uma boa reflexão durante todo o longa.
Felipe Nera
Felipe Nera

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de abril de 2025
"Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo" faz jus ao nome ao reunir de forma cacofonicamente bem estruturada os mais diversos tipos de experiências num único filme, até nas próprias cenas em si. Reflexões extremamente profundas, diálogos fortes e emocionantes, cenas de ação e lutas impecáveis, outras cenas propositalmente constrangedoras, humor efetivo e inesperado, fotografias magníficas, clichês cinematográficos e dilemas sociais e pessoais; tudo isso e além reunidos num único longa merecidamente ganhador de 7 Oscars.
A ideia de levantar um ponto tão tocante para o ser humano quanto a pergunta "como seria minha vida se eu tivesse feito outras escolhas?" foi um gigantesco acerto e, para mim, é o ponto alto do filme, embora seja uma boa briga entre outras ótimas escolhas, como as vidrantes lutas e os figurinos memoráveis sobretudo da personagem Joy/Jobu.
Enquanto traça uma trilha para o desenvolvimento da resposta para essa pergunta no segundo plano, que vai desde "Nada nem nenhuma escolha importa" até "Tudo importa e é amável — até a vida mais chata e fracassada de todas", o que vemos de fato é uma gigantesca alusão a um ser humano em seu processo de desenvolvimento emocional e de suas relações, com seus entes próximos e consigo mesmo. É realmente um marco para a história do cinema, um lembrete de que nada na arte nunca superará a aliança de criatividade com filosofia.
Ao final do longa, a impressão não é a de que assisti a um único filme, mas sim a todos os filmes de todas as inúmeras vidas da protagonista, cada um chegando em sua própria conclusão que conversam uma com as outras.
A única mínima crítica da minha parte é a de que o filme pode se tornar um pouco cansativo devido sua alta densidade, mas ainda vale a pena cada segundo gasto o assistindo. Uma forte recomendação do merecidíssimo filme do ano de 2023!
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Eu me chamo Felipe Nera, sou um escritor sobretudo de horror e, agora, estou começando a fazer pequenas críticas cinematográficas. Acompanhe mais do meu trabalho lá no Instagram! @felipe_nera
Gabriel a.
Gabriel a.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de abril de 2023
Só acho que é um filme que não é tão simples, o sujeito que assistiu 30minutos e teve coragem de vir aqui efetuar uma crítica, falta do que fazer.

Quem não gostou, está no direito, más críticas sem compreender o contexto, é como não querer tomar banho de piscina sem se molhar.
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