Ghostbusters – Mais Além
Média
4,1
372 notas

62 Críticas do usuário

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Mauro A
Mauro A

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2,0
Enviada em 24 de novembro de 2021
Filme muito infantil, nada daquela comédia lançada em 1984 e tampouco vi os povo no cinema dar gargalhada.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de novembro de 2021
Minha opinião: Um filme que a continuação do filme de 84. Só que agora se passam com os netos do dr. Egon Spengler (já falecido e feito como uma homenagem). Só que agora do que serem 4 homens, são 4 #adolecentes #teens E a ideia de virem adolescentes gostei muito, tanto que fui assistir com meus 2 netos de 8 e 5 anos. O roteiro é bom, os efeitos especiais são bons. Mas pelo fato de ser teen e como no filme de 84, faltou mais humor, alegria, piadas, “cagadas de jovens” como em #goonies ou #strangerhtings para dar mais colorido no filme. Que na minha opinião faltou de mais. Meu neto de 5 anos não conseguia prender a atenção dele, ficou pulando no banco. O de 8 anos a mesma cara que começou a ver o filme terminou (sem emoção). Achei muita fala e um clima tenso preto e branco.
Roteiro: bom
Foto: bom
Efeitos especiais: bom
Vale apena pagar o ingresso? Mais ou menos
Nota: 6
RYCHEL GAMES STUDIOS
RYCHEL GAMES STUDIOS

2 seguidores 16 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2024
acabei de assistir,pra min deixou a desejar com essa trilha sonora toda hora,parece filme infantil ou aqueles filmes bem antigos que tem essa trilha sonora,e no final do filme termina de uma forma fácil,não vi dificuldade pra vencerem foi fácil até demais,não é ruim mas tbm não é excelente,legalzinho no máximo,não senti conexão nem química com os atores acontece tudo de forma natural e sem emoção
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 30 de dezembro de 2021
Aprovei a ideia de trazer nomes do primeiro filme pra tentar organizar esse novo,mas nada trouxe a essência dos clássicos.A trama segue vagarosamente desvendando mistérios bobinhos priorizando um elenco adolescente ruim de dar dó e deixa o grande elenco de lado.Nada empolga,nem mesmo as referências e a trilha sonora nostálgica.Um blockbuster que irá se perder no tempo e passará despercebido.
Billy Joy
Billy Joy

4 seguidores 51 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de janeiro de 2022
A primeira metade do filme funciona muito bem como uma fantasia infanto-juvenil dedicada ao dinamismo de uma mise-en-scène da descoberta. Chega a ser até um alívio um filme desses entregar um início que recusa certa sobriedade e problematizações já bem desgastadas pelo cinema contemporâneo e, ao invés disso, partir quase que diretamente para esse fantástico travestido de ficção-científica.

É verdade que algumas coisas são irritantes desde seu início, como a necessidade de inserir frases espertinhas para a personagem nerd, como uma versão mirim de um personagem de Big Bang Theory já muito datado pela exaustação dessa temática. O humor no geral é bastante irregular nesse sentido, ainda que preserve certa ingenuidade de algumas relações (o garotinho do podcast é muito bom nisso), a dinâmica do casal adulto é enfadonha. Tem algo muito de Marvel na maneira como o diretor enche essas cenas de sacadinhas que acabam esvaziando o caráter dramatúrgico próprio do que ocorre em tela. Acaba também emulando muito o MCU no desinteresse de suas cenas pós-créditos (nesse sentido, o Reitman parece mesmo pronto pra dirigir algum filme vindouro da franquia).

Mas é o uso do CGI, que atinge um artificialismo muito bom ao referenciar os filmes dos anos 80, e direção de algumas cenas, muito eficiente ao não truncar a ação em demasia, que mantém o filme, especialmente nessa metade inicial, num patamar interessante. Os melhores momentos nesse sentido são as cenas de perseguição ao fantasma comedor de metal. Reitman até arrisca alguns planos mais longos ao conectar o carro dos garotos ao espectro com movimentos de câmera que preservam algum dinamismo e evitam uma maior confusão espacial.

O filme acaba despencando mesmo da metade pro fim, essencialmente quando a narrativa progride para essa exploração maior do misticismo em torno da mitologia dos fantasmas. A partir do momento em que os personagens descobrem a razão dos terremotos, até o desenrolar da libertação de Gozer, tudo piora muito, seja em direção de cenas, seja na tentativa de extrair algum humor destas situações.

Se a dinâmica do casal já era fraca, por se desenvolver a partir de uma comédia genérica e não escapar disso, não é convincente quando o filme tenta reconfigurar isso num certo pastelão. Isso se dá justamente porque, ao desenvolver boa parte das suas relações através dessa verossimilhança dramática que bebe muito da contemporaneidade dos blockbusters, a mudança de chave para algo mais caricato soa oportunista. Parece mesmo um recurso barato pra tentar justificar a existência desses eventos no roteiro de um filme que até então buscava suas forças em dinâmicas mais ingênuas, estranhas ao seu incidente derradeiro e, supostamente, central da trama.

É sintomático, então, que o deus ex-machina dos personagens dos anos 80 surge quando o filme já parece não saber mais para onde ir que não fuja do protocolar. Se essa aparição incita as emoções dos fãs da franquia, tanto melhor para que Reitman retire o holofote aqui de sua direção irregular. Soa oportunista, assim como muito do que essa metade final entrega. Mesmo assim, é um alívio ver que o diretor (ou, talvez, a edição do filme) se furta de entregar piadinhas espertas no entorno do momento mais sensível do filme, quando o espectro de Spengler encontra sua filha. Uma cena, ainda que breve, sincera na sua dramaticidade (talvez Reitman ainda não esteja totalmente pronto para o MCU) e econômica na sua concepção visual.

Acaba sendo então um filme que sofre para se desvencilhar de alguns preceitos padronizados pelo cinema blockbuster contemporâneo. O que é prejudicial, tendo em vista a eficiência de Reitman quando se mostra dedicado a uma abordagem mais honesta e despreocupada nas cenas de ação da metade inicial. Assim, deixa de ser realmente um achado do gênero para diluir-se no mar de filmes semelhantes sendo produzidos anualmente.
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