A Cor Púrpura é um novo filme de 1985, onde a separação dos filhos e da irmã, Celie (Phylicia Pearl Mpasi) tem uma jornada cheia de dificuldades, mais com a chegada da cantora Shug Avery (Taraji P. Henson) e também sua enteada, Celie encontra uma força extraordinária nos laços inquebráveis. A direção de Blitz the Ambassador trouxe um filme excelente.
Revigorante. Mesmo mantendo a dramaticidade e toda a questão social do roteiro original, vem de forma fresca, com excelentes atuações e uma trilha sonora impecável. As letras são bem escritas e vívidas, sem falar nas lindas coreografias. É um show, que não perde a mestria do clássico.
Filme que tinha tudo pra ser um dos grandes do ano, mas decepciona pelo o roteiro meia boca e um musical sem alma e apenas as boas atuações! Será pouco lembrado com o tempo, coisa que o original sempre é lembrado muito bem!
A Cor Púrpura retorna aos cinemas em uma emocionante adaptação musical, trazendo a história de Celie, uma jovem negra que enfrenta abusos e violência, mas encontra força no amor, na amizade e na empatia. A nova adaptação musical de A Cor Púrpura, dirigida por Blitz Bazawule, traz frescor e emoção ao clássico de Alice Walker. Fantasia Barrino entrega uma performance comovente como Celie, enquanto Taraji P. Henson e Danielle Brooks brilham intensamente, transmitindo emoções que tocam o público de forma profunda. O roteiro de Marcus Gardley equilibra temas pesados como racismo e violência de gênero com a delicadeza do amor e da amizade. Os números musicais são um destaque, especialmente as interpretações de Halle Bailey e Phylicia Pearl, que elevam a experiência emocional.
Mantendo a mesma qualidade do original, esse novo a cor porpura musical não é tão bom quanto o original, mas mantem a mesma emocão e esperança do anterior
Ritmado, envolvente e satisfatório. O filme apresenta um roteiro que, embora simples em sua abordagem, consegue intrigar no início, envolver no desenvolvimento e satisfazer no desfecho, enriquecido por diversas camadas e críticas sociais pertinentes, mesmo sendo um remake dos anos 80. A trilha sonora desempenha um papel fundamental, não apenas ornamentando o filme, mas frequentemente estabelecendo e conduzindo o ritmo da narrativa. Uma boa janela de exibição, daria mais forças para o longa chegar firme no Oscar.
Da historinha com final feliz a gente se lembra. Além de repetir a do filme homônimo de 1985, alguns nomes reaparecem: Spielberg, Quincy Jones e Oprah Winfrey. Direção primorosa e fotografia linda. Agora, que me desculpem os vizinhos, mas aumentei o som. Muito. Pareceu-me que até as caixas acústicas agradeciam a oportunidade de reproduzir os números musicais e que os móveis da sala (e eu) aplaudiam. Lindos. Envolventes. Só ouvindo pra ver.
Uma película quase perfeita! Um musical maravilhoso que emociona do princípio ao fim... Grandes temas e ainda conta com a participação do John, um dos meus pianistas favorito, da atualidade...
Nunca vi o musical original, mas não sei se as músicas acrescentaram tanto à história, e a direção fez com que tudo parecesse menos envolvente do que o filme original. Spielberg obviamente não era uma boa escolha para essa história, mas o cara sabia como enquadrar uma cena interessante. Ótimas atuações aqui, pelo menos!
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