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Ricardo L.
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3.227 críticas
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3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2018
Timothy Dalton iniciando um novo ciclo como o novo 007, aqui demonstra sim boa desenvoltura no agente mais famoso do cinema, tendo uma boa atuação. Aqui temos um roteiro bom, mas que os clichês atrapalham o desenvolvimento, cenas bacanas de ação e efeitos legais, trilha sonora muito boa, com destaque para o início do filme que tem a banda A-Ha eletrizando o 1° ato do filme. Marcado para a morte é um bom entretenimento.
Décimo quinto filme da franquia tem Timothy Dalton no papel de 007,as cenas de ação perfeitamente encadeadas funcionam muito bem,o roteiro é bem amarrado e os personagens são bem desenvolvidos, Timothy Dalton prova sua competência de maneira agradável interpretando James Bond.
1°filme que vejo do 007 antigo. Achei cansativo(2 horas),o carro de Bond é ótimo,assim como as demais armas,mas não tem química entre o casal,uma cena ou outra te arranca um riso como a da prisão. Recomendo pra quem gosta deste tipo de filme
Bom começo, nova era para 007 Timothy Dalton inaugura uma nova dinâmica para o personagem. É evidente que a intimidade dos espectadores com o ator na série e pequena mas para os anos 80 foi um ator bem escolhido, acompanhando bem o jeito novo de fazer filme de ação, não perdendo a franquia assim, compasso com concorrentes. Ainda com alguns traços do jeito de Roger Moore, varias cenas de amor, mas o equilíbrio do ator com o personagem e evidente. Filme legal, tomadas de cenas muito bem feitas. Filme movimentado, bastante cenas de ação. Ainda na serie, Desmond Llewylin o famoso G. e numa boa atuação John Rhys-Davies. Otimo filme.
Começo e fim sensacionais."Marcado para a Morte" é um dos filmes mais bem produzidos da franquia até aquele ano.É visível o semblante sério que Timothy Dalton dá a James Bond,algo que ficou faltando nas atuações anteriores.O filme é bem amarrado,não deixa pontas soltas sobre a história,que abusa em ótimas cenas de ação e perseguições,algo que estava em falta também nos filmes anteriores.Temos a presença da linda Maryam D'Abo vivendo alucinantes momentos ao lado de Bond.Uma boa estreia para Dalton.
15º filme da série que tem fôlego maior que Sexta Feira 13. Acredito que esta série se mantenha viva mais pelos fãs em especial do que por novos fãs, pois não consigo me apaixonar por sua trama e muito menos pelo seu agente. Se for falar de agentes prefiro muito mais os do Arquivo X que este mulherengo que tomara que use camisinha nos seus 50 anos de filmes, pois caso contrário deve ser estudado como um propagador de doenças sexuais.Neste filme a edição de som é bem melhor do que os mais recentes feitos, a edição e o roteiro permanecem no mesmo estilo longo e cansativo ainda com algumas piadas sem necessidade. Existem bons efeitos especiais considerando ser anos 80.
Ótimo filme, com excelente performance de um ator não tão conhecido. Obviamente não se iguala a Sean Connery nem Roger Moore, mas mostra um 007 mais ligado a sentimentos intrínsecos, enfim, mais realista."
Para muitos fãs de Ian Fleming, Timothy Dalton é o ator que mais perto chegou da definição de James Bond. Talvez seja difícil perceber isso quando o filme traz vilões pouco ameaçadores para a grandeza do personagem no ponto que Dalton assumiu. Ainda mais depois de o ator ser o sucessor da extravagância de Roger Moore. Em 007 Marcado para a Morte, por exemplo, uma série de vilões menores preparam um esquema de tráfico de armas. Um dos mais fracos da série.
️ **Enredo & História** *Marcado para Morrer* marca a estreia de Timothy Dalton como o terceiro intérprete de James Bond, trazendo uma abordagem mais séria e contida do personagem. Dalton se posiciona entre o charme clássico de Connery e a leveza de Moore, com um Bond menos mulherengo e mais focado na missão. A trama ainda carrega o peso da Guerra Fria, agora incorporando o conflito no Afeganistão — lembrando, em alguns momentos, o clima de *Rambo*.
**Produção, Fotografia & Efeitos** A produção mantém o estilo típico dos anos 80: narrativa mais lenta, enredo extenso e ritmo cadenciado. O retorno do Aston Martin é um acerto nostálgico, assim como a presença de M. No entanto, ainda não vemos grandes saltos tecnológicos nem cenas de ação capazes de impressionar visualmente. Os efeitos especiais são funcionais, mas modestos.
**Atuações** Dalton entrega um Bond mais humano e vulnerável, ainda encontrando seu espaço no papel. Maryam d’Abo, lembrando fisicamente Natasha Kinski, tem boa atuação e foge do estereótipo da Bond Girl puramente decorativa. Os vilões cumprem seu papel, mas carecem de imponência e ameaça real.
️ **Sequências & Filmes Semelhantes** Este filme é seguido por *007 – Permissão para Matar*. Filmes semelhantes: *Somente para Seus Olhos*, *Octopussy* e *Rambo III* (pela ambientação geopolítica).
✅ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?** Vale como ponto de transição da franquia. Um Bond mais sério começa a nascer aqui, ainda que preso a um ritmo lento e a um roteiro pouco ousado.
Dalton e Ótimo Já o Filme, A Trama e e Regular ,A Direção do John Glen e Boa, A Atuação de Dalton e Segura Nesse Filme ,A Bondete ate que não e ruim, Faltou um Vilão a Altura,Dalton mereceria um filme Melhor para o Seu Debut como James Bond.
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