Um filme de drama, dirigido por Hilnando Mendes, e atuado pelo elenco com Gabriel Pardal, Pedro Lemin, Iuri Saraiva e Camila Márdila, possui seu trailer assim como seu filme: sem graça, incompreensível e entediante. O que me cativou para ir ao cinema ver justamente essa trama foi na verdade a sinopse, onde diz que João, o personagem principal (Gabriel Pardal) estudou por anos física quântica – algo que não fica de forma alguma claro para quem assiste – e onde também informa que ele consegue parar o tempo: outra coisa que também não acontece, mesmo que de modo metafórico. spoiler: Tudo que acontece no filme basicamente é: João em seu quarto cheio de garrafas plásticas vazias, sendo cobrado do aluguel, sendo xingado pelo seu amigo inconveniente, sem comer e nem trabalhar (inclusive sendo despedido) mas indo comprar maconha, e ele na praia do início ao final.
O drama é recorrente de cenas e sons que são repetidos de maneira exaustiva, tanto que levou a uma das pouquíssimas pessoas que ocupavam a sala do cinema a se levantar e sair, e confesso que não fiz o mesmo pois teria que fazer essa crítica. Minha esperança constantemente era de que pelo menos no final houvesse algo que compensasse a falta de coerência que ocorreu durante todo o filme, mas isso também não aconteceu. A edição colocou no meio do filme uns efeitos (exemplo: imagem em negativo) em cenas aleatórias, efeitos esses sem contexto, dando a impressão de que era apenas para encher o tempo, aliás, muitos momentos deixavam isso a entender, por exemplospoiler: quando João fica na rua mexendo com madeiras e ferros, tentando quebra-los sem nenhum fim de utilização , parecendo uma pessoa que perdeu a sanidade... aliás, seria essa a intenção de Hilnando? Colocar as pessoas que não acreditam que o tempo existe como loucas? A atuação dos atores foi boa, sendo que apenas 4 atores apareceram no filme. O figurino e maquiagem deixou tudo bem realístico, assim como a forma que filmaram. Esperava mais do filme, que ele trouxesse alguma reflexão para a sociedade ou que ao menos explicasse um pouco para os leigos sobre o tempo. Também não vi esforços para levar o público a pensar, pelo menos não sobre a proposta que diz trazer. Me peguei refletindo sobre como a sociedade age com aqueles que estão perdendo a saúde mental, já que o amigo mais próximo que João parecia ter, apesar de aparentar preocupação, não faz nada para ajuda-lo, chegando a agir de maneira indelicada. Assim também age a garota que consegue conversar um pouco com ele na praia, sem entrar em seu drama. Algo que era perceptível do traficante até o porteiro, mas que ninguém fez nada sobre.
Nunca em minha vida assisti a um filme tão ruim. Você fica dando uma chance assistindo ao filme esperando que algo aconteça, e até o seu final, advinha: não acontece nada. Fiquei frustrada.
Sinceramente queria muito entender o intuito desse filme, não há absolutamente nada de relevante e nem critica social perceptível, as vezes trás algumas insinuações sobre depressão, mas que não fica claro, um perca de tempo sem igual, assisti esse filme foi uns dos momentos pra entediantes e frustrantes que tive com o cinema nacional, me dica é não recomende esse filme nem para seu pior inimigo ele não merece tal crueldade, cara o filme do pelé comparado com esse virou uma obra de arte.
Meu Deus que filme horrivel!!! Vc tenta assistir pensando que algo interessante irá acontecer mas só piora a cada cena. Som horrivel, atores sem vontade, um dos piores que vi na vida
Pense em um filme ruim... Esse é o filme. Ainda bem que não li a sinopse antes. Porque seria uma decepção. A sinopse é pretensiosa e não diz nada a respeito do filme. Eu mudaria o título para o homem que parou no tempo. 60 minutos de vida perdida no cinema. E olha que nem paguei para ver esse filme. Não recomendo nem de graça.
Não percam seu tempo precioso. Filme horrível, descrição da sinopse não tem relação com o conteúdo do filme. Me senti caindo no golpe de propaganda enganosa. Tedioso, chato, sem conteúdo! E não tem nada haver com ficção científica... Terrível!
O fato de nada acontecer não é o problema desse filme. Pelo contrário, achei uma ideia interessante. Como não li a sinopse antes, não fiz qualquer ligação com física quântica, pois não dá pra ler o que o protagonista prega na parede de seu apartamento (suponho que seja algo a ver com física quântica). O título correto para esse filme deveria ser Anedonia (que é como Annie Hall deveria ter se chamado, de acordo com Woody Allen). Dei uma estrela por causa da atuação do elenco, que foi ruim. Quase todas as situações com diálogo foram bastante artificiais (particularmente a da praia, entre o protagonista e uma moça). Uma pena, a ideia era boa.
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