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Ari Willians
8 seguidores
137 críticas
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4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2022
Ótimo e divertido filme no estilo de Agatha Christie "quem é o culpado?". Um milionário morre deixando a herança de todos os seus bens para sua leal enfermeira para desgosto da família de sangue-sugas que irá ficar sem nada. O roteiro inova ao mostrar o que aconteceu na morte o que faz a gente pensar que sabe tudo ao acompanhar o esforço dos personagens uns em esconder e outros em tentar descobrir. Mas, o detetive Benoit Blanc interpretado pelo ótimo Daniel Craig, aqui muito mais humano que James Bond, irá mostrar a todos a verdade que a gente nem desconfiava.
Uma das melhores experiências do ano de 2022 e, sem dúvidas, um dos melhores filmes do gênero.
Este é um suspense investigativo que te prende do início ao fim, digno de Dupin e Sherlock Holmes. Toda a ambientação, elenco e montagem são maravilhosos! O telespectador se sente verdadeiramente dentro de um jogo e participativo na trama. Diversão garantida! Recomendo fortemente!
Bom filme. Para os fãs de Agatha Christie, acostumados a suspeitar de todos e imaginar as várias possibilidades, o final não é tão surpreendente. O filme é longo, principalmente porque o diretor se preocupa, em várias cenas, atacar politicamente os apoiadores de Trump (repetindo exaustivamente que são Nazistas), até colocar um adolescente de Direita (Jaeden Martell) somente para ser ofendido. Não atoa que toda a trama se desenvolve em torno de uma jovem latina imigrante. Acredito que dificilmente Christie se daria o trabalho de deixar seus mistérios em segundo plano somente para expressar suas indignações politicas. Ademais, o filme é divertido, uma homenagem satisfatória a Dama do Crime.
Uma experiência cinematográfica excelente, relembrando filmes como "The Usual Suspects" combinado com uma pitada de Quentin Tarantino no roteiro. Ryan Johnson prova que, apesar dos percalços, é um grande diretor e roteirista da atualidade, pelo menos neste universo Knives Out.
Filme com elenco estelar, que gira em torno da morte do milionário escritor Harlan Thrombey. Foi suicídio ou assassinato? Esta é a pergunta que comanda o início do filme. Diferentemente da maioria de filmes do gênero (que muitos afirmam ter sido uma referência a Agatha Christie), por volta da metade do filme, ficamos sabendo o que realmente aconteceu, como Harlan veio a óbito, uma baita surpresa, a ponto de precisarmos de um tempo para digerir tal informação. Mas este ponto é fundamental para o sucesso do filme. A partir de então, a pergunta passa ser a seguinte: Quem causou a morte de Harlan vai se safar? Entretanto, perto do final do filme, uma reviravolta, e ficamos sabendo da trama foi orquestrada por uma outra pessoa. Cena engraçada é quando o detetive fica sabendo que Harlas (no filme tendo acabado de fazer 85 anos) ainda tinha mãe viva. A surpresa que ele esboça é ótima. Ao perguntar a idade da mãe de Harlan, não sabiam informar. A atriz que fez a mãe de Harlan (Christopher Plummer, de 90 anos) no filme, é K. Callan, de 84 anos, ou seja, mais nova que o “filho”. A bela cubana Ana de Armas, não aparenta já ter 31 anos de idade.
Filme que equilibra muito bem o tom de mistério com comédia. O elenco deu um show a parte. A história me prendeu do início ao fim. Recomendo muito para os fãs de mistérios policiais.
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