Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Crismika
1.192 seguidores
510 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 3 de março de 2021
Um bom filme que aborta temas como preconceito racial e outras verdades de forma nua e crua como mães de jovens que sequer conseguem enterrar seus filhos, fatos que acontecem nos dias de hoje. O preconceito sobre os negros não é perdoado nem quando parte dos próprios negros. O filme ainda conta com participações cativas e especiais de Zezé Motta, Ailton Graça e Lázaro Ramos que vêm engrandecer ainda mais a história. Vale a pena conferir.
Muito fraco esse filme.existe um dilema social, racial e uma problemática interessante. Mas não preende a atenção. Não vale a pena perder tempo com esse filme, apesar de ter um grande elenco a história é fraca.
Tinha elenco e temática para ser um bom filme, mas o filme se perde na lacração trazendo temas importantes de forma solta e sem aprofundamento. Roteiro fraco, não desenvolve interesse pelos personagens e a trama que tinha muito potencial fica rasa e desinteressante.
SPOILER - Achei muito bom o começo do filme, os temas abordados sobre racismo e preconceito, mas achei que o final foi fraco. Não gostei! Imaginei que a solução do corpo, provavelmente ilegal ali na faculdade, se daria de outra forma, sendo denunciado e tal.... enfim... misturou questões sociais com espiritismo, achei que não combinou.
O MELHOR filme que eu assisti ultimamente (é de 2019) e que aborda o RACISMO ESTRUTURAL/INSTITUCIONAL no Brasil. Maurício, filho da auxiliar de enfermagem "Cida" (Maria Aparecida) cursa MEDICINA na UFRJ. Além do preconceito explícito por parte de alguns dos colegas brancos e da mãe da namorada branca, velado, por parte do professor branco, paradoxalmente, sofre até truculência por parte de policial negro, sofre suspeição por parte de porteiro negro, é maltratado pela empregada negra na casa da namorada. Para piorar um pouco sua situação, ele e a mãe são de religião de matriz africana, num Rio de Janeiro cada vez mais Evangélico. O Brasil sendo o Brasil: os capitães do mato eram negros! Como dizia Simone de Beauvoir, "O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos". Deixando de lado que, como na vida real, quem se aproxima dele é o colega gay e a namorada, burguesa da zona sul com consciência social, a mãe de Maurício, Cida, rouba a cena e o protagonismo e faz o discurso mais político, histórico e sociológico do filme, ao repreender o filho, em momento de vitimismo: "Me respeita! Eu sou uma mulher preta falando!" Recomendo a todos, de todas as cores e todas as orientações sexuais que assistam, pois o filme é em primeiro lugar sobre VALORES HUMANOS.
O filme é um filme de sessão da tarde. Traz o tema do racismo e trabalha de forma caricatural todas as possibilidades de Racismo que alguém preto pode sofrer no Brasil.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade