Tudo Bem no Natal que Vem
Média
4,1
449 notas

66 Críticas do usuário

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29 críticas
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Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de dezembro de 2020
Comédia à la Leandro Hassum. Caras e bocas e piadinhas infames. Mas de qualquer forma, o filme tem seus pontos altos e diverte em vários momentos e ainda consegue comover em outros. Clichê? sim, é um filme natalino, não poderia ter um final diferente.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de dezembro de 2020
Hassum volta com mais uma comédia, porém focada no natal brasileiro. Uma espécie de "Click", ele odeia o natal e suas correrias e acorda apenas nas vésperas de natal, enquanto sua vida passa sem que possa vivenciá-la. Com humor engraçadinho e um certo sentimentalismo, é uma boa história e lição de moral para aproveitar melhor a vida e tudo que temos. Não foi tão a fundo quanto "Click", porém cumpriu o seu papel. Legal para ver no natal.
Diego Jorge
Diego Jorge

13 seguidores 88 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de janeiro de 2021
Um digno clichê de natal! O filme é um daqueles romances de natal , com uma porção generosa de humor que só a dupla Leandro Hassum e Danielle Winits poderia nos dar! De quebra, o longa ainda nos passa uma lição sobre a importância de valorizar os pequenos momentos! Vale a pena! Leve e divertido!
Marcus Cezar Meyer Sukevicius
Marcus Cezar Meyer Sukevicius

40 seguidores 155 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de dezembro de 2020
Este filme não chega a ser uma obra prima mas tem passagens divertidas. O final é bastante previsível mas tem o seu encantamento ao valorizar a família.
Fernando Rogério
Fernando Rogério

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de dezembro de 2020
Jorge é um típico chefe de família que nasceu no dia de Natal e que sempre odiou as comemorações dessa data. Na véspera do feriado do natal de 2010 à pedido de sua esposa teve que se vestir de Papai Noel para presentear as crianças e acaba caindo do telhado e bate a cabeça. Quando acorda, percebe que já está vivendo o Natal do ano seguinte, sem se dar conta do que aconteceu o ano todo e assim sucessivamente continua revivendo diversos Natais em um ciclo interminável.
Agora para se livrar dessa "maldição" ele terá que perceber por si próprio qual é o verdadeiro sentido do Natal.
Os primeiros 40 minutos do filme são um pouco entediantes, mas depois o filme flui e se torna um filme mais agradável.

Em se tratando da temática natalina o filme é interessante para assistir com toda a família, porém acho que o filme poderia ser menos longo no desenrolar dos fatos.

Uma boa pedida para acompanhar com a família e crianças.
Inaví Fuscolin Corcini
Inaví Fuscolin Corcini

8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de dezembro de 2020
Muito bom filme, comecei a assistir totalmente desinteressada e me surpreendi muito. Um filme leve, engraçado e ao mesmo tempo comovente. Também trás uma bonita lição sobre família. Vale muito a pena assistir.
Luis M
Luis M

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de dezembro de 2020
Poderia ser uma obra prima se não estivesse preso aos padrões tupiniquins do cinema. Como comédia o filme é terrível, as piadas são em sua maioria previsíveis. Todavia, a obra se mostra intrigante pela originalidade do aspecto fantástico no enredo. O ponto mais alto do filme é ao se aproximar do final, onde eu acredito que seja a melhor cena do cinema nacional que eu já vi. A cena possui uma carga psicológica colossal, que mesmo o espectador não sendo pai, dificilmente não se reconheça na angústia do Jorge, onde atos banais do cotidiano te ligam a sentimentos transcendentais e atemporais. Creio que se o filme terminasse nessa cena, seria uma obra prima. O problema é que o filme não se contenta em apenas deixar a reflexão e a ideia em você, mas quer te empurrar uma solução ou final feliz. Não que necessariamente finais melancólicos são melhores, faz até sentido o final com a temática na qual se propõe. Mas é uma tristeza preferir focar no aspecto lúdico do filme quando ele poderia ser bem mais do que isso. O pior é a narração explicativa no final, é de doer os ouvidos, além de subestimar a inteligência de quem está vendo. Uma obra que poderia ter sido eternizado com os sua multisignificação acaba se confinando na intenção prévia de quem escreveu. Os cineastas brasileiros devem entender que a arte vive em si mesma, e vai muito além da mente de quem a criou.
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