Tudo Bem no Natal que Vem
Média
4,1
449 notas

66 Críticas do usuário

5
29 críticas
4
19 críticas
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7 críticas
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4 críticas
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Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de janeiro de 2021
Jorge sofre um acidente na véspera do Natal e acorda um ano depois, sem lembranças do que ocorreu nesse período de tempo.

o filme teve seus momentos, nada muito engraçado como eu imaginava até porque me divirto com as coisas do Leandro Hassum, mas esse foi só mais um filme de comédia sem muita graça
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de dezembro de 2020
Comédia à la Leandro Hassum. Caras e bocas e piadinhas infames. Mas de qualquer forma, o filme tem seus pontos altos e diverte em vários momentos e ainda consegue comover em outros. Clichê? sim, é um filme natalino, não poderia ter um final diferente.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de dezembro de 2020
Muito bom, realmente o talento do Hassun é inquestionável, engraçado demais. E com uma premissa bem natalina mesmo.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de dezembro de 2024
Tudo bem no natal que vem é um filme natalino com uma peculiaridade brasileira, dirigido por Roberto Santucci e estrelado por Leandro Hassum. Na trama, acompanhamos Jorge (Leandro Hassum) que destesta o natal pelo fato de ter nascido nessa data. Casado com Laura (Elisa Pinheiro) que ama essa época e possui 2 filhos com ele. Após um acidente na noite de natal de 2010, Jorge se ver num loop constante em que ao dormir após essa noite, se acorda na véspera do natal do ano que vem (no caso de 2011, 2012,2013 e assim se segue). Porém, com o seguinte problema: não se lembra de nenhum acontecimento que viveu durante o ano. Alguns elementos de filme famosos como click, encontramos no filme, como piadas sem tons ofensivos, valorização da família e a razão de viver. A obra possui tons dramáticos pontuais, mas necessário para um aprofundamento da trama. Precisamos reconhecer a equipe de arte do filme por conseguir rejuvenescer os atores e envelhecer depois, dado a passagem de tempo que acontece no filme. Além do cuidado com os cenários natalinos durante todo a trama. Leandro Hassum não trás novas ideias para o filme, mas não precisa, afinal todos sabemos o tipo de comédia que nos aguarda nesse tipo de filme. A comédia de Hassum se mistura com elementos natalinos e fica muito bom.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de dezembro de 2020
Hassum volta com mais uma comédia, porém focada no natal brasileiro. Uma espécie de "Click", ele odeia o natal e suas correrias e acorda apenas nas vésperas de natal, enquanto sua vida passa sem que possa vivenciá-la. Com humor engraçadinho e um certo sentimentalismo, é uma boa história e lição de moral para aproveitar melhor a vida e tudo que temos. Não foi tão a fundo quanto "Click", porém cumpriu o seu papel. Legal para ver no natal.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de dezembro de 2020
Demorei pra assistir, pq imaginava que seria mais uma comédia pastelão, boba. Mas me surpreendeu, positivamente. Filme sensível, com um toque de comédia. Gostoso de assistir, vale a pena.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2023
Dou uma nota boa, principalmente porque gostei do padrão.
Não é nada original, acho até que em muitos momentos, é 'copiado' de Click.
Mas para um filme brasileiro, do Hassum, sair um pouco do mesmo roteiro de sempre e trazer algo que tem humor, mas que tem uma pegada mais dramática e emotiva(sim, tal como Adam Sandler em Click), foi uma surpresa positiva pra mim.
E, no final das contas, o filme pode ser um pouco 'caça emoções', mas funciona. Nos deixa emocionados e passa a mensagem.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de outubro de 2024
Cômico e comovente na medida certa, o filme é ótimo é retratar as tradições do Natal brasileiro. É uma comédia leve, de trama sem exageros, original e envolvente, que diverte e também emociona.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 29 de janeiro de 2021
Eu gostei bastante. Muito bom filmes dessa época da Natal que retratem a nossa realidade aqui no Brasil também. É engraçado no geral e consegue superar minhas expectativas em relação a ele na parte final que me emocionou bastante, o filme traz uma lição muito bonita, embora não muito inovadora para um filme de Natal, afinal esse filme ainda não escapa de muitos clichês e rros típicos de comédias nacionais. As atuações são ok. Não é um filme que tenha nada de impressionante, mas ainda sim me surpreendeu e me agradou bastante, mais do que eu achei. Recomendo!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 20 de setembro de 2024
"Tudo Bem No Natal Que Vem", protagonizado por Leandro Hassum, é um daqueles raros filmes natalinos que, embora envolto em uma aura de comédia leve, aborda questões profundas sobre o tempo, a vida e o peso de nossas escolhas. No cenário do cinema brasileiro, é difícil encontrar uma obra que, dentro do gênero da comédia, consiga captar o público com inteligência e sensibilidade, sem cair em meras caricaturas. Este filme, disponível na Netflix, utiliza o Natal — esse evento cíclico e inevitável — como uma metáfora do ciclo da vida, repleta de repetições e oportunidades perdidas, mas também de redenção e transformação.

Na trama, Jorge, o personagem de Leandro Hassum, é amaldiçoado a reviver apenas o dia do Natal, de forma similar à ideia central do filme "Click", de Adam Sandler. No entanto, enquanto em "Click" o personagem principal controla o tempo, aqui Jorge é completamente destituído de qualquer controle sobre sua vida, reduzido a uma existência em flashes anuais. Essa premissa oferece uma alegoria para a alienação moderna, onde as pessoas, presas na correria da vida cotidiana, frequentemente "acordam" apenas em momentos pontuais e festivos, quando se veem confrontadas com as consequências de suas ações.

O Natal, para Jorge, não é mais apenas um feriado ou uma data comemorativa, mas o reflexo de suas escolhas ao longo de um ano inteiro. Sua arrogância inicial, sua incapacidade de valorizar a família e as pessoas ao seu redor, são amplificadas pela repetição desse único dia. A narrativa filosófica que se desenvolve através de sua jornada é clara: o tempo, esse fluxo aparentemente infinito, é na verdade moldado pelas decisões individuais, e o fardo de viver essas escolhas pode ser esmagador quando não há espaço para correção ou arrependimento.

Leandro Hassum, conhecido por seu estilo de comédia peculiar, traz uma faceta mais introspectiva e melancólica à medida que a história progride. O riso, inicialmente fácil e típico de sua atuação, gradualmente dá lugar a uma reflexão mais profunda sobre o que significa realmente "viver". Ele representa o típico brasileiro, com sua capacidade de fazer piada de tudo, mas, ao mesmo tempo, simboliza a tragicomédia da existência: rir para não chorar, fazer humor diante do absurdo da vida. A atuação de Hassum aqui transcende o humor pastelão; ele consegue equilibrar leveza e profundidade, algo que poucos atores de comédia conseguem realizar com tamanha eficácia.

A metáfora central do filme, que envolve a repetição de um único dia, ressoa poeticamente com as teorias de Nietzsche sobre o "eterno retorno", onde cada ação, cada escolha, deve ser vivida como se fosse repetida infinitamente. Jorge, assim como o homem nietzschiano, é forçado a confrontar suas escolhas, a rever as consequências de suas ações, até que finalmente compreenda que a chave para sua redenção não está em escapar do ciclo, mas em mudar sua atitude perante ele.

"Tudo Bem No Natal Que Vem" oferece uma visão cômica, porém filosófica, do dilema humano de viver conscientemente e das implicações do livre-arbítrio. O Natal, nesse contexto, não é apenas uma celebração familiar, mas um símbolo de renovação, de possibilidades e de redenção, onde o protagonista deve aprender a sair do automatismo existencial e tomar as rédeas de sua própria vida. Em última instância, o filme é uma parábola sobre o tempo, sobre como cada escolha constrói o tecido de nossa existência, e sobre a inevitabilidade de enfrentarmos, cedo ou tarde, o que deixamos de fazer durante os longos intervalos entre os dias de celebração.
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