Ainda Estou Aqui
Média
4,4
1533 notas

359 Críticas do usuário

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DECIO
DECIO

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de março de 2026
Achei o filme chato e cansativo, sobretudo no começo do filme. Particularmente esperava algo melhor.
Casas cf
Casas cf

13 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de setembro de 2025
Para quem não conhece a história, até pode parecer bacana a saga em torno do assassinato do ex deputado, mas não passa de mais uma crítica aos anos de chumbo, no regime militar. Há histórias muito mais interessantes sobre o período abordado e também visões muito mais amplas e realistas. Não iria ao cinema para assistir a isso.
Adilson carlos Jeque
Adilson carlos Jeque

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de agosto de 2025
O filme e bom, mais podia ser bem melhor, confesso que quando vi as indicações para vários prêmios fiquei tipo wau, ai vem mais uma grande produção do cinema brasileiro, mais me errei feio, o filme e bom, mais concorer para o óscar não ai não me desculpem, Fernanda torres eu te amo mais faltou mais intecidade no drama te recomento a veres o filme até a ultima gota, a taraji entrega um drama digno de um nobel, o óscar é pouco.
Carlos Roberto Gomes
Carlos Roberto Gomes

15 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de março de 2025
Parece que Ainda Estou Aqui gerou reações mistas, especialmente no que diz respeito ao equilíbrio entre o drama familiar e a representação do contexto histórico.

A atuação de Fernanda Torres foi amplamente elogiada, destacando-se como o ponto alto do filme. No entanto, críticas à superficialidade do roteiro e ao ritmo arrastado da história são recorrentes.

A trama negligencia detalhes essenciais, omitindo aspectos fundamentais da trajetória das personagens, como a circunstância que levou um dos protagonistas a se tornar cadeirante.

Além disso, alguns críticos apontam que o filme evita um exame mais profundo da luta de Eunice Paiva por justiça, tornando sua abordagem excessivamente suavizada.

Ao assistir ao filme, senti falta de mais informações sobre as filhas, especialmente sobre a depressão que Eunice e sua filha enfrentaram após serem presas. Esse aspecto poderia ter sido mais aprofundado para dar maior impacto emocional à narrativa.

Além disso, o som me pareceu desagradável, com certos ruídos – como o barulho dos escapamentos dos carros – excessivamente enaltecidos. A filmagem também me soou estranha, especialmente em algumas cenas.

Ainda estamos muito distantes do padrão dos filmes norte-americanos, tanto na parte técnica quanto na forma como as histórias são contadas.

Ao optar por dar mais ênfase à jornada emocional da protagonista e menos ao impacto político e histórico da ditadura, Walter Salles transformou a violência do regime militar em um mero drama familiar, no qual a busca da esposa pelo marido desaparecido se torna o foco central. Isso pode ter limitado a força da obra para quem esperava um drama mais contundente e informativo.

Além disso, críticas ao ritmo lento e à qualidade técnica sugerem que o filme pode não ter sido tão envolvente quanto poderia. Há cenas que parecem desnecessárias e diálogos que soam fracos e pouco inspirados. No geral, trata-se de uma obra mediana, que entrega uma experiência apenas razoável. (Daniel Bastos)

Em relação aos aspectos técnicos, como som e filmagem, algumas críticas mencionam problemas na qualidade do áudio e no estilo de filmagem. No entanto, essa percepção pode variar entre os espectadores.
Pelo que foi comentado, Ainda Estou Aqui se sustenta na atuação brilhante de sua protagonista, mas peca ao não explorar de forma mais profunda o contexto histórico e as consequências da ditadura.

Isso pode torná-lo frustrante para quem busca uma experiência mais densa e impactante.

Acho que ela – Fernanda Torres – deveria ganhar o Oscar, mas não o filme!
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 224 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de março de 2025
Walter Salles consegue transformar a sanguinolência da ditadura militar em um mero drama familiar, pois nele a ditadura é apenas e somente um pano de fundo, e o que importa de fato é a procura da esposa pelo marido desaparecido. No fim não faria muita diferença se Paiva tivesse sido abduzido por extraterrestres porque segundo AINDA ESTOU AQUI tudo daria no mesmo. Não que eu esperasse a contundência suicida de um PRA FRENTE, BRASIL do filme, por exemplo, mas um pouco de coragem para nomear certos bois seria benvinda, mesmo que improvável para um filho de banqueiro bilionário. E como Salles gosta de uma sacarina, já sabíamos de antemão o que iria sair disso, não é mesmo? Tenho certeza de que a Globo, que estava junta e misturada com a ditadura causadora da tragédia retratada, e a Sony só encaparam o projeto por sua lisura escorregadia e contemporizadora, contemporização que parece estar enraizada na cultura desse país! No Brasil as coisas nunca são encaradas de frente e algozes e vítimas sempre têm de acabar abraçados, chorando emocionados e varrendo para debaixo do tapete, com anistia e tudo, a barbárie do passado. O complexo de vira-lata e a cordeirice do brasileiro me irritam demais!
Geremias Estevão
Geremias Estevão

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2,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
"Ainda estou aqui" é um filme político, que conta uma história pela visão daqueles que tentaram implantar o comunismo no Brasil.
Não é possível afirmar qual seria o desfecho caso houvessem obtido éxito em sua empreitada, que não conseguiram devido ação das forças Armadas daquela época.
É necessário deixar claro que a violência e a tortura são situações totalmente condenáveis em qualquer situação. Porém, a experiência mundo afora nos mostra que o uso da força é necessária, infelizmente, quando o diálogo não é possível. Vale registrar que o grupo que lutou pela implantação do comunismo no Brasil utilizou igualmente de táticas violentas: agressões, mortes, assaltos, sequestros, etc. Tentar puxar a sardinha para algum lado é algo impossível, já que ambos os lados cometeram excessos. Por isso disse e reafirmo: toda história tem dois lados, e o filme apresenta a visão "romantizada" segundo a visão comunista, onde o outro lado era o malvado e o vilão.
Que a história nos sirva de lição para evitar perros futuros, e quem tem olhos e não for alienado consegue identificar que estamos el um novo ponto decisivo de nossa história, onde um projeto de governo está a passos largos da destruição do país, da censura e do abuso de poder.
Se as coisas continuarem nesse ritmo, será que amanhã ainda estaremos aqui?
Leonidas W
Leonidas W

9 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2025
A obra em questão, embora se proponha a retratar um episódio histórico de relevância considerável, falha ao aprofundar os eventos que a inspiraram. Sua abordagem, demasiadamente superficial, compromete a compreensão do espectador, especialmente daqueles que desconhecem os acontecimentos narrados. A trama negligencia detalhes essenciais, omitindo aspectos fundamentais da trajetória das personagens, como a circunstância que levou um dos protagonistas a se tornar cadeirante.

Além disso, percebe-se uma inclinação ideológica perceptível no roteiro, o que restringe a narrativa a uma ótica singular, privando-a da imparcialidade necessária a um relato historicamente fidedigno. Tal escolha estilística confere ao filme um caráter tendencioso, distanciando-se da complexidade inerente aos fatos reais.

No fim das contas, trata-se de uma produção que se sustenta majoritariamente no apelo mercadológico, sem jamais alcançar a profundidade e a densidade dramática que sua premissa permitiria. O resultado é uma experiência insípida, aquém do potencial que a história original possuía.
Gustavo Souza
Gustavo Souza

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
Criei grandes expectativas devido ao marketing envolvido. Embora eu seja fã do trabalho do Selton Mello em filmes e séries, este, infelizmente, me decepcionou um pouco. O filme é apenas mediano, típico de uma 'sessão da tarde', um pouco demorado e cansativo. A trama cria uma grande expectativa, mas você acaba esperando por mais de duas horas e, no final, sente que pouco acontece. se o filme fosse bom, talvez a Fernanda poderia merecer ganhar o oscar. Mas o filme pecou.
Luiz Hipólito da Mata
Luiz Hipólito da Mata

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
Filme normal a fraco, nada digno de Oscar.
Como sempre os filmes brasileiros envolvendo política nas suas histórias, e com isso acabam fugindo da real história e da intenção do filme!
Adriano Souto
Adriano Souto

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2025
Nada demais. Filme raso, não se apega ao roteiro, não narra uma história com clímax. Um documentário da vida de Eunice seria muito mais eficaz em contar a história da vida dela. Enfim... Não indico.
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