Um filme de catástrofe, certo que tivemos alguns nos últimos e 99% de ruins a péssimos, nesse temos sim alguns clichês, mas nada muito exagerado, efeitos muitas vezes funciona e são bem feitos, mas em outros momentos são fracos, o roteiro é bom e seu desenvolvimento é razoável, o casal protagonista temos Gerard Butler e Morena Baccarin estão bem, nada de excepcional e inda temos o bom ator Scott Glenn numa participação pequena mas eficiente. Bom filme!!
É um bom filme, ainda mais para 2020 onde tivemos poucos lançamentos em virtude da pandemia. O filme relaciona bem a catástrofe com o drama familiar vivido entre o casal. Mas realmente, o final acaba deixando a desejar, era esperado mais.
9 meses se passaram e saíram do "casulo" como se estivessem a 5 minutos.
Uma família luta pela sobrevivência quando um cometa destruidor de planetas chega à Terra. John Garrity (Gerard Butler), a sua ex-mulher Allison (Morena Baccarin), e o seu jovem filho, Nathan, fazem uma perigosa viagem até à sua derradeira esperança de salvação. Por entre terríveis relatos de destruição a nível mundial, a família Garrity experiencia o melhor e o pior da Humanidade, à medida que a contagem decrescente para o apocalipse global se aproxima do zero.
Filmãoooo ai sim um filme de ação, suspense ou sei lá o que seja, só sei que é um baita de um filme, mesmo muitos falando que filmes desse tipo já são tão manjadas, mas ainda assim o filme foi muito bom principalmente porque teve um desfecho gostei muito
Um cometa está prestes a atingir a Terra e com um potencial altamente destrutivo, colocando em risco a humanidade. Essa é trama base de "Destruição Final: O Último Refúgio", filme dirigido por Ric Roman Waugh. Essa premissa também não é uma novidade dentro do gênero do cinema catástrofe. O que difere esse filme, no entanto, de outras obras do tipo, é que "Destruição Final: O Último Refúgio" trabalha muito bem com as características básicas do chamado filme catástrofe, que são: ter um enredo apocalíptico e com apelo melodramático e cenas de ação que enfatizam o clima de tensão da história.
O primeiro ato de "Destruição Final: O Último Refúgio" é destinado à construção das personagens que ocuparão o plano principal: o engenheiro civil John Garrity (Gerard Butler), sua esposa Allison (Morena Baccarin) e o filho deles Nathan (Roger Dale Floyd). O casamento deles está passando por uma fase delicada e os dois se reúnem para a comemoração do aniversário de Nathan, que, logo, virará uma batalha pela sobrevivência da família, na medida em que a contagem regressiva para a destruição do planeta Terra se inicia, com a aproximação do cometa.
É importante, neste momento, mencionar um detalhe. Poucas vezes eu vi um filme catástrofe que trabalhasse tão bem com o lado humano. Em "Destruição Final: O Último Refúgio", iremos ver diversas manifestações sobre como as pessoas reagem num momento de alto desespero. Se, por um lado, em algumas pessoas, o lado mais positivo é realçado, com muita empatia, solidariedade, sacrifício e esperança; tem também aqueles casos em que o pior é manifestado, por meio do caos, da violência, do egoísmo, da inveja, e de atos totalmente questionáveis. Há também que ser falado daquelas pessoas que estão ali cumprindo o seu papel, tentando deixar qualquer sentimento (positivo ou negativo) de lado.
Talvez, por isso mesmo, a gente se identifique tanto com a família Garrity. Acredite, iremos torcer até o último momento para que eles consigam a sua salvação. Isso é mérito da forma como o roteirista Chris Sparling estrutura a sua história (apesar de todos os clichês e furos), da maneira como o diretor Ric Roman Waugh a executa e em como Gerard Butler, Morena Baccarin e Roger Dale Floyd a encenam. "Destruição Final: O Último Refúgio" é um entretenimento de excelente qualidade.
Um filme, como o título já diz, de destruição total. Vários cometas irão cair na terra e uma família tenta chegar a um refúgio onde, presume-se, será o local que não será afetado pela colisão. Uma bagunça com vários desencontros, sequestros, brigas, mortes e chuvas de meteoro. Bem genérico, muita ação, efeitos legais. Um final forçado pra chuchu que poderia ter sido melhor trabalhado. No geral, um filme satisfatório para ver de tarde. Legal.
Muita gente vai torcer o nariz, mas a verdade é que Destruição Final entrega o que promete sem frescura. Sim, tem todos os clichês de filme-catástrofe, a gente já viu essa história, mas o negócio é direto e o ritmo não cansa.
Não é para a prateleira dos clássicos, longe disso, mas quem está buscando um cinema pipoca competente e com efeitos visuais decentes, vai ter o suficiente. Os furos no roteiro existem? Claro que sim. Mas, para ver a Terra explodir, vale o ingresso.
É o tipo de filme que você vê e não se arrepende. Não é brilhante, mas funciona. Ponto final.
Bem coordenado uma ficção sobre a aproximação de um cometa de grandes proporções desestabilizando o planeta. Seria o cometa do apocalipse vagamente mencionado? Situações complicadas decorrentes das reações de multidões em pânico com as tragédias sucessivas provocadas pela queda de grandes fragmentos e o ordenamento dado pelas autoridades para a utilização de abrigos de sobrevivência. Na era da tecnologia o ser humano se mostra vazio de espírito agindo de forma mecânica. Ano passado foi produzido o filme Destruição Final, Ultimo refugio, filme com Gerard Butler. Fala-se que certos filmes são como antevisão futurista, assim como tantos filmes mostraram pandemias, ou caos climático, Este mostra o pior da humanidade em um momento de pânico, num cenário sem esperança, onde a lei não existe mais e as pessoas se queixam que as autoridades só comunicaram na última hora. Fim dos Tempos? Nessa época surgiria no céu um grande cometa desencadeando catástrofes. Na obra Na Luz da Verdade, Abdruschin fala que os primeiros efeitos já principiaram, e tais irradiações envolverão a Terra inteira. Carlos Munhoz Ferrada também falou de um cometa gigante que passará perto da Terra provocando terremotos e maremotos.
É um filme assistivel, boa história sai um pouco do comum que vemos nós filmes apocalípticos, porém os efeitos ficaram a desejar e algumas outras falhas bobas que me incomodou, coisas que podiam melhorar sem muito esforço, um final bonito e digno da história que foi passada.
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