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Ricardo L.
63.292 seguidores
3.227 críticas
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3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2021
Um filme de catástrofe, certo que tivemos alguns nos últimos e 99% de ruins a péssimos, nesse temos sim alguns clichês, mas nada muito exagerado, efeitos muitas vezes funciona e são bem feitos, mas em outros momentos são fracos, o roteiro é bom e seu desenvolvimento é razoável, o casal protagonista temos Gerard Butler e Morena Baccarin estão bem, nada de excepcional e inda temos o bom ator Scott Glenn numa participação pequena mas eficiente. Bom filme!!
Filme tragicômico pelos desencontros e encontros da família do protagonista que buscam refúgio em banker militar contra uma chuva de pedaços de cometa que devasta o planeta. O final é fraco, pois após chegar ao banker vem o maior impacto no planeta e caberia o final enigmático, mas em tentativa de adoçar o tema é criado uma ffinal menos melancólico para a espécie humana.
Uma família luta pela sobrevivência quando um cometa destruidor de planetas chega à Terra. John Garrity (Gerard Butler), a sua ex-mulher Allison (Morena Baccarin), e o seu jovem filho, Nathan, fazem uma perigosa viagem até à sua derradeira esperança de salvação. Por entre terríveis relatos de destruição a nível mundial, a família Garrity experiencia o melhor e o pior da Humanidade, à medida que a contagem decrescente para o apocalipse global se aproxima do zero.
Filmãoooo ai sim um filme de ação, suspense ou sei lá o que seja, só sei que é um baita de um filme, mesmo muitos falando que filmes desse tipo já são tão manjadas, mas ainda assim o filme foi muito bom principalmente porque teve um desfecho gostei muito
É um bom filme, ainda mais para 2020 onde tivemos poucos lançamentos em virtude da pandemia. O filme relaciona bem a catástrofe com o drama familiar vivido entre o casal. Mas realmente, o final acaba deixando a desejar, era esperado mais.
9 meses se passaram e saíram do "casulo" como se estivessem a 5 minutos.
Um cometa está prestes a atingir a Terra e com um potencial altamente destrutivo, colocando em risco a humanidade. Essa é trama base de "Destruição Final: O Último Refúgio", filme dirigido por Ric Roman Waugh. Essa premissa também não é uma novidade dentro do gênero do cinema catástrofe. O que difere esse filme, no entanto, de outras obras do tipo, é que "Destruição Final: O Último Refúgio" trabalha muito bem com as características básicas do chamado filme catástrofe, que são: ter um enredo apocalíptico e com apelo melodramático e cenas de ação que enfatizam o clima de tensão da história.
O primeiro ato de "Destruição Final: O Último Refúgio" é destinado à construção das personagens que ocuparão o plano principal: o engenheiro civil John Garrity (Gerard Butler), sua esposa Allison (Morena Baccarin) e o filho deles Nathan (Roger Dale Floyd). O casamento deles está passando por uma fase delicada e os dois se reúnem para a comemoração do aniversário de Nathan, que, logo, virará uma batalha pela sobrevivência da família, na medida em que a contagem regressiva para a destruição do planeta Terra se inicia, com a aproximação do cometa.
É importante, neste momento, mencionar um detalhe. Poucas vezes eu vi um filme catástrofe que trabalhasse tão bem com o lado humano. Em "Destruição Final: O Último Refúgio", iremos ver diversas manifestações sobre como as pessoas reagem num momento de alto desespero. Se, por um lado, em algumas pessoas, o lado mais positivo é realçado, com muita empatia, solidariedade, sacrifício e esperança; tem também aqueles casos em que o pior é manifestado, por meio do caos, da violência, do egoísmo, da inveja, e de atos totalmente questionáveis. Há também que ser falado daquelas pessoas que estão ali cumprindo o seu papel, tentando deixar qualquer sentimento (positivo ou negativo) de lado.
Talvez, por isso mesmo, a gente se identifique tanto com a família Garrity. Acredite, iremos torcer até o último momento para que eles consigam a sua salvação. Isso é mérito da forma como o roteirista Chris Sparling estrutura a sua história (apesar de todos os clichês e furos), da maneira como o diretor Ric Roman Waugh a executa e em como Gerard Butler, Morena Baccarin e Roger Dale Floyd a encenam. "Destruição Final: O Último Refúgio" é um entretenimento de excelente qualidade.
Um filme, como o título já diz, de destruição total. Vários cometas irão cair na terra e uma família tenta chegar a um refúgio onde, presume-se, será o local que não será afetado pela colisão. Uma bagunça com vários desencontros, sequestros, brigas, mortes e chuvas de meteoro. Bem genérico, muita ação, efeitos legais. Um final forçado pra chuchu que poderia ter sido melhor trabalhado. No geral, um filme satisfatório para ver de tarde. Legal.
Fazia tempo que eu não via um filme de desastre tão bacana quanto Destruição Final - O Último Refúgio. Trata-se de um filme tenso do início ao fim, tem um ótimo drama, boas cenas de ação e bons efeitos visuais (já que o orçamento não foi muito grande). Gerard Butler ta muito bem assim como Morena Baccarin e o pequeno Roger Dale Floyd. As subtramas, são muito interessantes também, mostrando o lado selvagem e bárbaro dos seres humanos em meio ao caos. Senti um pouco de falta apenas de um pouco mais do poderoso meteoro aqui intitulado como Clark, e acho que o corte final deveria ser um pouquinho antes, mas, tirando isso, o filme merece sua atenção, muito tenso, dramático e legal de se ver. Muito bom.
Mais uma produção no quesito "apocalíptico", sinceramente não me agradou muito, apesar de ter bons efeitos visuais, elenco conhecido, porém o roteiro é bem modesto, é como fazer mais do mesmo... O drama não convence! É o velho clichê familiar em filmes do gênero, e o fim do Mundo acontecendo, eu interpreto esse filme como um história sobre caos e efeito! Diante das circunstâncias, a luta pela sobrevivência e o questionamento da moralidade e a culpa. Não espere algo do tipo de "2012" porque você vai se decepcionar miseravelmente... Enfim vale como um filme pra se ver em casa, porque pro cinema, não tem a grandiosidade e imagens espetaculares que um filme desse gênero precisaria no mínimo ter.
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