Destruição Final: O Último Refúgio: Críticas - Página 3
Destruição Final: O Último Refúgio
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carlos R
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1,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2021
Filme muito arrastado, se vende como filme de apocalipse, mas se trata de um filme de drama, pouquissimas cenas de destruições, passamos 1h30 assistindo a família tentando escapar mas essa ameaça "iminente" não aparece, é totalmente sem nexo o tempo que os pedaços de asteróides levam para cair, totalmente infundado, literalmente ficam parados no céu esperando para cair quando o roteiro lhe convém, e o filme se arrasta tempo todo nisso, tanto que a maior parte do tempo do filme parece mais um passeio de carro com a familia do protagonista do que um filme de ação e destruição. Roteiro fraco, 2hrs de pura enrolação.
Um cometa está prestes a atingir a Terra e com um potencial altamente destrutivo, colocando em risco a humanidade. Essa é trama base de "Destruição Final: O Último Refúgio", filme dirigido por Ric Roman Waugh. Essa premissa também não é uma novidade dentro do gênero do cinema catástrofe. O que difere esse filme, no entanto, de outras obras do tipo, é que "Destruição Final: O Último Refúgio" trabalha muito bem com as características básicas do chamado filme catástrofe, que são: ter um enredo apocalíptico e com apelo melodramático e cenas de ação que enfatizam o clima de tensão da história.
O primeiro ato de "Destruição Final: O Último Refúgio" é destinado à construção das personagens que ocuparão o plano principal: o engenheiro civil John Garrity (Gerard Butler), sua esposa Allison (Morena Baccarin) e o filho deles Nathan (Roger Dale Floyd). O casamento deles está passando por uma fase delicada e os dois se reúnem para a comemoração do aniversário de Nathan, que, logo, virará uma batalha pela sobrevivência da família, na medida em que a contagem regressiva para a destruição do planeta Terra se inicia, com a aproximação do cometa.
É importante, neste momento, mencionar um detalhe. Poucas vezes eu vi um filme catástrofe que trabalhasse tão bem com o lado humano. Em "Destruição Final: O Último Refúgio", iremos ver diversas manifestações sobre como as pessoas reagem num momento de alto desespero. Se, por um lado, em algumas pessoas, o lado mais positivo é realçado, com muita empatia, solidariedade, sacrifício e esperança; tem também aqueles casos em que o pior é manifestado, por meio do caos, da violência, do egoísmo, da inveja, e de atos totalmente questionáveis. Há também que ser falado daquelas pessoas que estão ali cumprindo o seu papel, tentando deixar qualquer sentimento (positivo ou negativo) de lado.
Talvez, por isso mesmo, a gente se identifique tanto com a família Garrity. Acredite, iremos torcer até o último momento para que eles consigam a sua salvação. Isso é mérito da forma como o roteirista Chris Sparling estrutura a sua história (apesar de todos os clichês e furos), da maneira como o diretor Ric Roman Waugh a executa e em como Gerard Butler, Morena Baccarin e Roger Dale Floyd a encenam. "Destruição Final: O Último Refúgio" é um entretenimento de excelente qualidade.
Um filme, como o título já diz, de destruição total. Vários cometas irão cair na terra e uma família tenta chegar a um refúgio onde, presume-se, será o local que não será afetado pela colisão. Uma bagunça com vários desencontros, sequestros, brigas, mortes e chuvas de meteoro. Bem genérico, muita ação, efeitos legais. Um final forçado pra chuchu que poderia ter sido melhor trabalhado. No geral, um filme satisfatório para ver de tarde. Legal.
Mais uma produção no quesito "apocalíptico", sinceramente não me agradou muito, apesar de ter bons efeitos visuais, elenco conhecido, porém o roteiro é bem modesto, é como fazer mais do mesmo... O drama não convence! É o velho clichê familiar em filmes do gênero, e o fim do Mundo acontecendo, eu interpreto esse filme como um história sobre caos e efeito! Diante das circunstâncias, a luta pela sobrevivência e o questionamento da moralidade e a culpa. Não espere algo do tipo de "2012" porque você vai se decepcionar miseravelmente... Enfim vale como um filme pra se ver em casa, porque pro cinema, não tem a grandiosidade e imagens espetaculares que um filme desse gênero precisaria no mínimo ter.
Muita gente vai torcer o nariz, mas a verdade é que Destruição Final entrega o que promete sem frescura. Sim, tem todos os clichês de filme-catástrofe, a gente já viu essa história, mas o negócio é direto e o ritmo não cansa.
Não é para a prateleira dos clássicos, longe disso, mas quem está buscando um cinema pipoca competente e com efeitos visuais decentes, vai ter o suficiente. Os furos no roteiro existem? Claro que sim. Mas, para ver a Terra explodir, vale o ingresso.
É o tipo de filme que você vê e não se arrepende. Não é brilhante, mas funciona. Ponto final.
Bem coordenado uma ficção sobre a aproximação de um cometa de grandes proporções desestabilizando o planeta. Seria o cometa do apocalipse vagamente mencionado? Situações complicadas decorrentes das reações de multidões em pânico com as tragédias sucessivas provocadas pela queda de grandes fragmentos e o ordenamento dado pelas autoridades para a utilização de abrigos de sobrevivência. Na era da tecnologia o ser humano se mostra vazio de espírito agindo de forma mecânica. Ano passado foi produzido o filme Destruição Final, Ultimo refugio, filme com Gerard Butler. Fala-se que certos filmes são como antevisão futurista, assim como tantos filmes mostraram pandemias, ou caos climático, Este mostra o pior da humanidade em um momento de pânico, num cenário sem esperança, onde a lei não existe mais e as pessoas se queixam que as autoridades só comunicaram na última hora. Fim dos Tempos? Nessa época surgiria no céu um grande cometa desencadeando catástrofes. Na obra Na Luz da Verdade, Abdruschin fala que os primeiros efeitos já principiaram, e tais irradiações envolverão a Terra inteira. Carlos Munhoz Ferrada também falou de um cometa gigante que passará perto da Terra provocando terremotos e maremotos.
É um filme assistivel, boa história sai um pouco do comum que vemos nós filmes apocalípticos, porém os efeitos ficaram a desejar e algumas outras falhas bobas que me incomodou, coisas que podiam melhorar sem muito esforço, um final bonito e digno da história que foi passada.
Ah , foi bom assistir em uma tarde que eu não tinha muitas opções. Mas eu não sei pq ainda fazem filmes assim, depois da pandemia, eh muito triste assistir, pq aprendemos com a realidade, que a maioria de nós estará fora do bunker, e pior, ter que reconstruir um planeta devastado não deve ser nada legal. Fora os bichos, tomara que nunca caia nenhum cometa na terra.
O filme traz algo completamente batido: um desastre pode acabar com a vida na Terra. Mas se a história for bem desenvolvida, que mal tem? Porém, parece que o longa-metragem não se preocupa em fugir dos clichês.
John Garrity (Gerard Butler), recebe um aviso do governo americano informando que ele e sua família foram selecionados para embarcar em um avião que os levará para um abrigo de emergência. É claro, ele é o personagem principal.
A partir daí, ele parte com sua esposa Allison (Morena Baccarin) e seu filho Nathan — que tem diabetes e usa remédios — para encontrar o abrigo seguro da destruição do cometa. Daí o nome do filme, que em inglês é Greenland (Groêlandia), um spoiler leve de onde é esse destino.
Uma hora algo completamente ruim acontece, outra hora as coisas dão certo para os protagonistas, mas é de maneira que desafia a inteligencia de quem assiste.
Tudo na história é mal explicado. Por exemplo, porque diabos erraram a previsão de queda de um cometa gigantesco de maneira tão infantil?
Além disso, são vários diálogos completamente toscos e piadas sem graça em momentos inoportunos.
Os efeitos especiais são mais ou menos. O longa tenta ser grandioso, acerta em algumas cenas, porém acaba fazendo uma gororoba de coisas que dá dor de barriga.
Para não dizer que o filme é todo ruim, a união do casal — que passavam uma crise no casamento — para se salvar é legalzinha.
No entanto, o final é decepcionante e tão óbvio que uma criança de 5 anos faria um final mais criativo.
Não espere um algo inteligente e pense bem antes de gastar seu suado dinheirinho no cinema. Ainda bem que meus amigos pagaram o meu ingresso
Já diria o ditado, em terra de cego, quem tem um olho é rei. Em tempos de pandemia, se você gosta de filmes de tragédia, dá para passar o tempo.
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