Um Lugar Silencioso - Parte II: Críticas - Página 2
Um Lugar Silencioso - Parte II
Média
4,1
1048 notas
77 Críticas do usuário
5
8 críticas
4
31 críticas
3
22 críticas
2
9 críticas
1
2 críticas
0
5 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Lilian M
11 seguidores
76 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 30 de novembro de 2021
Para um filme do estilo distopia, eh até bom, mas como outras críticas ja disseram, o primeiro filme eh melhor. Eu acho que tem gente que vai achar meio água com açúcar, eu só achei que houveram falhas no roteiro, mas isso faz parte do "kit distopia", e como sempre com muita tristeza carregada no ar. Controverso.
Gostei do filme. Continua com a mesmo pegada de suspense e terror do primeiro filme, porém senti que teve um roteiro um pouco abaixo. Mais uma vez, Emily Blunt e as crianças estão ótimas em suas cenas. Gostei também porque mostrou o início de como tudo aconteceu. Em suma, recomendo conhecerem.
Tal qual em seu filme antecessor, a narrativa de Um Lugar Silencioso: Parte II progride através do senso de sobrevivência de seus personagens. Contudo, se lá esse universo era essencialmente centrado no sobreviver, aqui há um sentimento de urgência na necessidade de vencer a ameaça em um nível que vá além do núcleo familiar. É através dessa mudança, encadeada pelos eventos que encerram o primeiro filme, que o diretor John Krasinski articula um dinamismo maior para essa sequência.
É como se todo o eixo de ação se invertesse aqui: da ação centralizada em um local, ameaçado no seu entorno pelos monstros, passamos à progressão destes personagens no sentido de um lugar melhor. O embate com a ameaça aqui se dá de modo mais frontal e necessário. E o que de fato faz com que essa Parte II se concretize cinematograficamente como uma mudança no curso das ações, e não somente um apêndice de seu antecessor, é uma rigorosa decupagem, muito bem aliada ao paralelismo da montagem em momentos climáticos.
De modo geral, chama a atenção como o filme consegue se manter dentro do seu eixo e nunca abre mão de ir direto ao ponto. O próprio final parece abrupto, no sentido de que poderia se esperar uma espécie de epílogo pós-tensão, mas nada que não sirva primariamente às situações que encadeiam a ação do filme parecem interessar a Krasinski. Isso fica evidente desde sua sequência inicial, quando um travelling acompanha os personagens de modo a pontuar a tensão para a chegada dos monstros.
O filme se apoia especialmente na montagem paralela para envolver o espectador, um recurso muito utilizado no cinema de ação e terror, e em muitos casos de modo genérico. Aqui, longe de ter esse problema, a montagem faz com que as duas sequências finais do filme pareçam organicamente emendadas dentro dessa ideia de paralelismo.
Krasinski utiliza diferentes recursos para imprimir um dinamismo que, ao invés de desconectar, aproxima cenas que se dão em locais distantes entre si. Por vezes, isso se dá através de algum elemento presente em ambos os cenários, como o fogo. Em outros momentos, e de modo ainda mais interessante, essa transição se dá através do enquadramento em si: um personagem olha para um espaço em off, e esse corte se dá para outro cenário, utilizando um princípio de continuidade impossível em termos de espaço cênico, mas inventivo ao conferir fluidez à ação. De modo complementar, o diretor também se aproveita de movimentos de câmera, como a pan ou o travelling para conectar essas cenas.
Com isso, de filme-sequência que busca transitar no sucesso comercial que foi seu antecessor, Um Lugar Silencioso: Parte II alcança um status de aprimoramento cinematográfico, numa visível evolução de Krasinski no domínio de sua mise-en-scène. Quase um slasher em seu modo de tratar o embate entre forças (a cena do monstro chegando à ilha de barco é um ótimo exemplo de recurso desse gênero), o filme assume de vez um compromisso pela tensão do impossível, num crescente de situações que se emendam e parecem não sobreviver de modo independente, muito menos fora do espetacular que é a tela grande e o som de cinema.
Legal. Não é ruim mas literalmente não tem nenhum avanço real em toda essa coisa de ciratura e blah blah. É basicamente igual o primeiro em todos os aspectos. Não teve nenhuma inovação ou coisa super incrível. Fraco até
Hmmm senti que a part. II, apesar de ser instigante como a primeira, deixou a desejar no final e também se perder com atitudes dos personagens que beiram a burrice em certos casos.. uma pena, mas ainda sim, um belo filme.
Filme bom tão quanto o Primeiro, spoiler: porém mais uma vez não explorou a origem dos seres... E não mostrou um "final" para a situação. Isso deixou a desejar, mas é um filme que capricha demais no suspense e efeitos
Esse filme está simplesmente incrível, os erros que o filme possuí são invisíveis, pelo fato do filme ter uma trama muito interessante e conseguir deixar o telespectador conectado na trama, não tem como falar que esse filme é ruim, a única coisa que incomoda no filme é que as criaturas que são pouco explicadas, não que isso estrague a experiência do filme, mas era algo que queríamos explicação, aqui nesse filme nós vemos muito pouco sobre a chegada delas na terra, então fecho esse filme como um filme bom, pelo fato de todos os pontos bons que ele possuí
A sequência acrescenta dados construtivos a história mostrada no primeiro. Há personagens importantes, um enredo interessante, mas o roteiro não se sustenta. Há margem pra dúvidas, cenas desnecessárias ou questionáveis e, na metade final, parece andar em círculos sem construir algo significativo.
O filme não me surpreendeu, achei muito parecido com o anterior. Faltou enredo, é mais um filme para provocar uns sustos na pessoa, mas a história é fraca.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade