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Carlos Ale
1 crítica
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3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2019
Quando ele pergunta a Deus qual o pecado que não pode ser perdoado, a resposta não é Mateus 12:31, pois todo filme é uma reflexão sobre o livre-arbítrio, e nesse contexto é dito que o perdão não pode ser dado a quem não o quer. Deus não perdoa quem não reconhece sua natureza pecaminosa.
O filme tem um roteiro interessante e se você prestar atenção nos detalhes e não no drama de relacionamento que existe no filme, consegue refletir muito sobre cada resposta e cada pergunta. Achei inclusive as respostas elaboradas para atingir além das pessoas de mente fechadas e conquistar os dois públicos. Gostei de algumas teorias que li depois de ter assistido e faz muito sentido, inclusive, acredito que não abordaram esse ponto pois seria mal interpretado. Pode ser um pouco confuso e não responder nada para alguns mas para um filme com poucos cenários e atores, consegue prender quem assiste com seu roteiro baseado em diálogos.
"Um repórter religioso com sérios problemas em sua vida particular, pede a Deus uma ajuda em oração e logo é atendido, Deus vai a seu encontro em forma de entrevistado para uma matéria".
O filme é repleto de diálogo e pouco movimentado, porém, o pano de fundo que é a vida pessoal de Paul é bem instrutivo.
- Sempre haverá esperança e reconciliação se tivermos fé, mesmo no caso extremo da traição conjugal.
"Pois coisas ruins também acontecem com pessoas boas" ... O que nos resta, é perdoar e amar o próximo como a nós mesmo!
Minha opinião: Assisti este filme pela 2ª vez. È a estoria de um repórter (Brenton Thwaites) que entrevista Deus (David Strathairn) onde ele concede 3 dias de entrevista. Paul esta em crise de relacionamento com sua esposa. E claro que tem toda uma duvida de Paul em relação a Deus. Começa fazendo várias perguntas, mas quanto mais vai fazendo suas entrevista e passando os dias, suas duvidas vão diminuindo. Um filme interessante para as pessoas que tem perguntas a Deus. E aqui no filme isto acontece. E assim as entrevista ocorrem em locais diferentes em uma praça, teatro e um hospital. E quando esta no teatro foi o momento de maior crise de Paul. Ele achava que era o culpado pela crise do casamento, mas descobre que na verdade que ela havia traído ele. E assim vai seguindo o filme. Até que no final se despede de Deus. Um filme que tras uma proposta diferente ao filme. Pena que na maior tempo do filme é um crima de drama, fechado e momentos tensos. Faltou um pouco mais de alegria e luz, já que estamos na presença de Deus. Vale apena assistir? Sim, principalmente para você que sempre quis fazer perguntas a Deus. Nota: 6
O filme é realmente lindo e inspira muita gente, principalmente no quesito fé. Paul está vendo sua vida desandar depois que voltou do Afeganistão. Seu casamento está indo por água abaixo e a única coisa que ainda está mantendo ele sã é seu emprego como jornalista. Até que certo dia ele entrevista em homem misterioso que diz ser Deus. O filme faz com que você renove sua fé e começa a ver que nem tudo é do jeito como a gente queria, Deus tem seus planos para nós e precisamos passar por eles para chegarmos no caminho certo. A fé é a verdadeira resposta para tudo, mas não adianta você dizer que tem fé, quando você já desistiu de tudo. Quando dizem que a fé e a esperança são as últimas que morrem, eles realmente estão certos, pois com sua fé, você consegue se manter no caminho de Deus. O filme ainda abre um leque de perguntas que não temos respostas, eu não sei vocês, mas já fiz minha listinha de perguntas para Deus quando ele resolver aparecer para mim e essa lista só aumenta cada dia. Mas enfim, esse é um ótimo filme para quem está passando por alguma dificuldade na vida, algum problema. Ele não terá todas as respostas que você precisa, mas já vai te ajudar muito.
Como algumas pessoas que assistiram, concordo sobre ser uma grande oportunidade de elaborar e explorar o tema...spoiler: é confuso saber se o personagem está vivo ou morto, o tal amigo que não aparece...o filme sugere que ele é o traidor da esposa, no entanto depois descobrimos que é o contrário....talvez a intenção fosse exatemente a do mistério confuso...talvez como Deus....
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