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DiegoVeiga
10 seguidores
61 críticas
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2,0
Enviada em 8 de junho de 2020
Bom a ideia do filme é muito interessante, ouvi de relance minha irmã assistindo e os primeiros diálogos com Deus foram bem interessantes.
Coloquei para assistir porém com o decorrer do filme percebe-se que a historia é fraca, que o roteiro não foi bem elaborado.
O assunto Deus, fé, espiritualidade é bem complexo, então é preciso um repertorio de conversas, de mensagens para quem está assistindo ficar pensando naquilo, pois onde tu prende a pessoa com a historia do filme.
O filme A CABANA, mostra esses diálogos mais lúcidos, mais concretos e também bem mais trabalhado.
Filme bom , mas confuso. SPOILER. O personagem principal está morto. 3 dias com a mesma roupa. Percebe-se que a esposa está anestesiada. Ve-se a bicicleta branca com flores (símbolo que ele morreu mas foi homenageado pela esposa). O fato de ter ido ao Afeganistão e presenciado coisas horrível e no retorno ter perdido a esposa, o fez tirar a própria vida, mas mesmo após a morte houve arrependimento e o perdão, contrariando o que é falado desde sempre que os suicídas nunca terão salvação. Gostei dessa parte pq essas pessoas cometem tais atos por desespero total. Acho muito triste para uma família pensar que o suicída não estará no reino de Deus. A entrevista tambem poderia ter abordado outros assuntos ,mais profundos. Achei um desperdício estar frente a frente com Deus e não perguntar coisas mais 'robustas'. Minha nota é 7.
O filme é parecido com o filme a cabana, mas tem um final meio bagunçado.spoiler: Para mim o personagem já estava morto e morreu no afeganistão. Isso devido algumas passagens do filme: 1- Ele fala que nunca deveria ter ido ao afeganistão, 2 - os 4 caixões com a bandeira dos EUA, 3 - A bicicleta pintada de branca com flores embaixo dela (homenagem da esposa, porque ele gostava muito da bicicleta), 4 - O fato de "Deus" ter dito que ele ia morrer pelas próprias mãos (ele que decidiu ir ao Afeganistão), 5 - O fato de "Deus" ser uma pessoa morta no afeganistão.
o filme nao consegue diferir se a narrativa vai falar sobre os ensinamentos de Deus a humanidade, se deus tenta salvar mais uma alma boa perdida ou se simplesmente escolheu ajudar o protagonista. com frases de impacto roubadas de deus nao esta morto, o filme so deve agradar quem ja é religioso fervoroso. Aos demais caberá ao fim do fim se dizer? so isso, o simples perdao e começar do zero?.
O filme traz um argumento interessante e tinha td para ser um sucesso se a história toda fosse melhor contada. A ideia das entrevistas é boa, mas alguns pontos são obscuros. Como o repórter entrou em contato com Deus para as entrevistas? Qual a relação q existe entre os 3 locais escolhidos para as entrevistas? Onde está o amigo Matt, q estava em crise d stress pós traumático? Pq Deus se revelaria como alguém q morreu no Afeganistão há 12 anos? Qual o sentido das borboletas voando ao redor do protagonista? Talvez uma narrativa mais simples, encadeando os fatos e não deixando tantas pontas soltas seria mais interessante, como no caso da "Cabana" e d outros filmes do gênero..
Entrevista com Deus trás uma premissa interessante “o que você perguntaria para Deus se tivesse a chance”, mas desperdiça isso dentro de um dramalhão exagerado e forçando o protagonista a ser mais do que deveria ser, tem um ato inicial promissor, mas fica apenas nisso, pois os atos seguintes vão por um caminho genérico. Filme regular, senão fosse a primeira das três entrevistas seria bem pior.
Para lê completo no blog ParsaGeeks, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2018/11/cinema-538-entrevista-com-deus.html
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