Anna Karenina: A História de Vronsky
Média
3,3
publicações
  • Cineweb
  • Estado de São Paulo
  • O Globo
  • Preview
  • Cinepop
  • Folha de São Paulo
  • Veja

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Cineweb

por Neusa Barbosa

Como se poderia esperar, a narrativa é repleta de flashbacks, mediante os quais Vronsky recorda sua paixão por Anna – e encarnada com vivacidade por Elizaveta Boyarskaya nessas sequências em que o passado é trazido à vida nas recordações de Vronsky.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Estado de São Paulo

por Luiz Zanin Oricchio

Nunca existiu uma versão como Anna Karenina – A História de Vronsky [...], com a esplêndida Elizaveta Boyarskaya no papel principal. [...] Anna Karenina, dessa forma, é uma personagem filtrada pela memória do homem que a amou e que acabou por causar seu fim trágico.

A crítica completa está disponível no site Estado de São Paulo

O Globo

por Simone Zuccolotto

Depois de tantos remakes, um novo olhar é uma boa surpresa. Purismos à parte, o diretor toma suas liberdades, elimina personagens, reforça outros, cria situações, mas não deixa de recriar as suntuosas cenas de dança nos salões da Rússia czarista, a corrida de cavalos, além das cenas de batalhas.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Preview

por Suzana Uchôa Itiberê

A produção é de primeira, um luxo, e o elenco é diferenciado. Elizaveta Boyarskaya é um assombro de linda e o Vronsky de Maxim Matveyev arranca suspiros – eles são casados na vida real.

A crítica completa está disponível no site Preview

Cinepop

por Pablo Bazarello

[Karen] Shakhnazarov escolhe uma narrativa mais tradicional, apostando numa dramaticidade quase televisiva realmente, ou novelesca. [...]  o grande acerto do longa é a fragmentação temporal, abordando um trecho da história do qual muitos podem não estar familiarizados.

A crítica completa está disponível no site Cinepop

Folha de São Paulo

por Cássio Starling Carlos

O que se vê na tela, porém, é mais solene e funéreo que os calhamaços em repouso eterno na biblioteca. Quem tiver duas horas e 38 minutos sobrando ganha mais entregando-se à soberba tradução de Rubens Figueiredo para ser tragado de verdade pelo inferno do amor.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

Veja

por Miguel Barbieri Jr.

No vaivém do tempo, a história central perde o interesse. Há cuidado com a recriação de época, mas nada que uma novela Globo não faça melhor. As atuações seguem no piloto automático, assim com a direção convencional.

A crítica completa está disponível no site Veja
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