Era uma Vez em... Hollywood
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3,9
1558 notas

215 Críticas do usuário

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11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2026
obra primaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Erik Gabriel
Erik Gabriel

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de março de 2026
O que o Tarantino fez com o Bruce Lee nesse filme beira o amadorismo histórico. Transformar o homem que revolucionou as artes marciais e tinha uma velocidade que as câmeras da época mal captavam em um alívio cômico lento e arrogante foi um erro bizarro. Tentar elevar um personagem fictício (Cliff) rebaixando um ícone real que treinou como um atleta de elite é o caminho mais preguiçoso para roteirizar um 'cara durão'. Vergonhoso.
Victoria Benfica
Victoria Benfica

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2026
Horrível! Como pode ter sido aplaudido? Perda de tempo, não tem história, não tem rumo, como alguém pode ter gostado desse filme?
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 844 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2026
Era uma vez em ... Hollywood é um filme de drama que contou com a direcao e roteiro de Quentin Tarantino. Sendo o destaque no Oscar 2020, o filme recebeu 10 indicações e venceu apenas as 2 primeiras categorias mencionadas: melhor direcao de arte e melhor ator coadjuvante (Brad Pitt). No mais foi indicado em: melhor fotografia, melhor figurino, melhor mixagem de som, melhor edição de som, melhor filme, melhor direção, melhor ator ( Leonardo Dicaprio) e melhor roteito original. A trama é ambientada no final dos anos 1960, e acompanhamos Rick Dalton ( Leonardo Dicaprio) que é um ator de TV que está em declínio em sua carreira. Ao seu lado está o seu amigo e seu dublê Cliff (Brad Pitt). Logo, ambos conhecem várias pessoas influentes da indústria cinematográfica, o que acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson. Com um coração nostálgico, Tarantino resolve homenagear e mostrar uma Hollywood nada inocente, mas devoradora de sonhos. O evento real que invoca o filme é o assassinato a facada de Sharon Tate (Margot Robbie), grávida de 8 meses do cineasta Polanski, por Hippies. E aqui está o risco que Tarantino correu no filme: de nao usar tanto tempo de tela para a Margot. Mas fez isso de forma proposital, pois a sua personagem foi um símbolo, de uma estrela em ascensão em Hollywood. Mas o roteiro nem se quer explicou, e a sua história ficou praticamente o tempo todo em paralelo. A história na verdade é entre Rick e Cliff. Assim, é um filme que exige no mínimo de conhecimentos prévios. A relação de ambos os protagonistas é boa, embora que suas histórias tbm sao apresentadas em paralelo e desaguam numa sequência final do filme brilhantemente violenta e boa de ser ver. Apesar da sua longa duração, o ritmo do filme nao é lento e temos aqui uma bom desenvolvimento dos arcos e dos personagens. O que talvez tenha atrapalhado é a montagem do filme com cenas em angulos abertos a cada fechamento de cena sem necessidade. Alem de um cast recheado de nomes famosos e outros que hoje estao brilhando, cabe mencionar aqui: Margaret Qualley,Austin Butler,Mikey Madison ( a Anorakkk) e Kurt Russell. Além de Al Pacino em boa forma. No mais é um filme muito bom em que Tarantino teve um trabalho difícil: reescrever a história por meio da ficção.
Lucasramosr09
Lucasramosr09

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de setembro de 2025
Segue minha crítica:

Crítica — Era uma vez em… Hollywood (2019)

Prós

Recriação impecável da época: figurino, cenários, trilha sonora e ambientação transportam o espectador para os anos 60 em Hollywood.
Atuações marcantes: Leonardo DiCaprio (Rick Dalton) e Brad Pitt (Cliff Booth) estão em altíssimo nível, com química perfeita.
Final surpreendente: a virada tarantinesca que “reescreve” a história real de Sharon Tate é criativa e ousada, funcionando muito bem para quem conhece os fatos.
Direção autoral: Tarantino imprime sua marca — ritmo lento, diálogos longos e um clímax sangrento e catártico.

Contras

Dependência de conhecimento prévio: o impacto do filme só se revela totalmente para quem já sabe da tragédia real envolvendo Sharon Tate e a seita de Charles Manson.

Narrativa dispersa: para o público em geral, a trama pode parecer sem pé nem cabeça — acompanhamos personagens soltos até que surge uma violência inesperada.

Nicho específico: é praticamente uma “carta de amor” aos cinéfilos e à velha Hollywood, o que limita sua força universal.

Nota Final

3,5 / 5
Um filme tecnicamente brilhante e cheio de estilo, mas que exige bagagem histórica para ser plenamente apreciado. Para quem conhece a tragédia real, pode ser emocionante. Para o público comum, tende a soar arrastado e desconexo.
Igor C.
Igor C.

16 seguidores 403 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de agosto de 2025
O filme é a essência de uma produção de Tarantino, repleta de referências brilhantes que enriquecem a experiência. O roteiro é impecável, trabalhado nos mínimos detalhes, e as atuações são simplesmente magníficas. Uma verdadeira obra-prima do cinema.
Eduardo Henrique
Eduardo Henrique

148 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de agosto de 2025
ahhh cara um filme bem chatin, com ótimos atores deveria ser muito melhor, bglh nada aver e sem ânimo
Pedro Ian
Pedro Ian

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de julho de 2025
muito legal ver todo esse cenário de como era Hollywood pelos anos 60/50, as várias referências ao cinema e televisão da época são o charme desse filme, e nada melhor do que o Tarantino pra colocar tudo isso dentro desse filme.

a história se centra nos 3 personagens principais do DiCaprio, Brad Pitt e a Margot Robbie, todos muito bem em seus respectivos papéis. a relação dos dois personagens amigos do DiCaprio e Pitt funciona muito bem, os dois tem uma boa dinâmica quando juntos em tela e de vez em quando são cruzados indiretamente com a personagem da Margot Robbie.

personagem essa que é Sharon Tate que realmente existiu, e aqui o Tarantino meio que remodela a história trágica dela com os outros dois personagens fictícios como de costume dele mudando o final, na cena final do ataque foi tudo muito impactante e explicito ao jeito do Tarantino, um ponto muito alto e divertido do filme, e que faz valer todo o tempo.

a critica presente aqui se encaixa não só naquela época mas também nos dias de hoje, algo parecido com oque fez o filme “A Substância”, mas ao invés de restringir ao cenário feminino vemos Rick Dalton ficando ultrapassado junto com os filmes de velho oeste e correndo o risco de ser esquecido e substituído por outro mais novo na indústria, da pra ver claro isso de forma cômica no discurso com a menina, e é legal ver como isso afeta o Dalton e Cliff de formas diferentes, porque como Cliff era o dublê ele nunca teve altas expectativas e nem muita fama como Dalton e pra ele não mudaria muita coisa.

um ótimo filme e divertido pra quem é fã de cinema e do Tarantino, acho até difícil apontar algum deslize ou algo que esteja sobrando, talvez a parte que ele vai pra itália poderia ser mais curta e toda aquela volta do final, a personagem da Margot Robbie ta aqui realmente só para ser bonita e não tem muita relevância pra história.

e também é bizarro o tanto de atores que aparecem nesse filme que depois alavancaram carreiras kkkkkkkkkk, um ponto importante a se pontuar
João Pedro Ramos Pereira
João Pedro Ramos Pereira

16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de maio de 2025
"Essa foi a melhor atuação que eu já vi em toda a minha vida."
Era uma vez em... Hollywood se passa em 1969, na época de ouro dos filmes hollywoodianos, acompanhamos Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), um ator dos clássicos bang bang, mas que está em uma época de decadência na carreira, Cliff Booth (Brad Pitt), o dublê de Rick Dalton, que também se encontra na mesma situação de Rick, ainda mais com rumores sombrios de seu passado e por último e não menos importante, Sharon Tate (Margot Robbie), uma atriz no início de sua carreira, com um futuro promissor, casado com o diretor Roman Polanski (aquele mesmo do "Bebê de Rosemary"), todos, tentando alcançar seu lugar nessa nova era do cinema.
Assim que iniciamos o filme, percebemos algumas mudanças históricas, algo que Tarantino realiza constantemente em seus filmes e aqui não foi diferente, e aqui ele aborda uma das histórias mais sombrias que assombram Hollywood, o assassinato trágico de Sharon Tate e seus amigos na rua Cielo Dr, cometido pela família Manson, uma seita satânica. Aqui Tarantino traz uma versão alternativa dessa época, trazendo uma conclusão mais satisfatória, se podemos dizer assim, da triste e verdadeira realidade. Apesar de criar uma versão diferente da realidade, Tarantino constrói uma referência ambulante, referência desde dos clássicos spaghettis aos hippies de Woodstock, repleto de homenagens, detalhes e personalidades históricas que tornam essa história ainda melhor, uma verdadeira homenagem que Tarantino fez a uma de suas épocas preferidas do cinema.
Desse modo, Tarantino não apenas homenageia o cinema, mas também seus protagonistas, os atores. Leonardo DiCaprio entrega a melhor ou uma das melhores atuações de carreira, um personagem que reflete totalmente um ator no possível fim de sua carreira, com cada papel com o grande potencial de ser o seu desfecho na carreira, DiCaprio entrega uma atuação emocionante, seu personagem vai ao absurdo ao dramático em diversos momentos. Margot Robbie também realiza uma atuação muito boa, apesar de aparecer bem menos que DiCaprio e Pitt.
Em uma cena repleta de detalhes, Sharon assiste ao próprio filme, nele, ela é apenas uma personagem coadjuvante, sem muitos detalhes, mas a cena se torna emocionante quando Sharon assiste a reação dos espectadores no cinema, rindo e aplaudindo sua participação, o que simplesmente a emociona, o que traz à tona o sentimento que os artistas e os atores sentem, mesmo que em um pequeno papel, quando alguém reconhece e se diverte com o seu trabalho, um orgulho de si mesmo surge, e isso é maior que qualquer prêmio.
Em suma, Tarantino pode além de fazer um grande tributo a era de ouro de Hollywood, acima de tudo criar uma história com ótimos personagens e trazer uma conclusão satisfatória a uma triste história que assombrou Hollywood, dando a ela um final feliz, mas como sabemos, a realidade é diferente, porque afinal de contas, esse é apenas como outros contos de fadas...
que se iniciam com "Era uma vez..."!
Bernardodsena
Bernardodsena

38 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de abril de 2025
É um filme quase perfeito quando você ja conhece a historia a qual Tarantino se inspirou para esse filme. Caso você não conheça a historia fica um filme bastante confuso, mas mesmo assim extremamente bom. Dando um foco principalmente para Brad Pitt que rouba a cena, fazendo uma atuação digna de oscar, Leo de Caprio não fica para tras, ambos trazem excelentes personagens, completamente carismáticos.
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