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Daniel RFN
8 críticas
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5,0
Enviada em 16 de outubro de 2021
Um suspense muito bom, prende a atenção do início ao fim e quando você pensa que sabe o que está acontecendo, tudo muda de uma forma surpreendente. Um dos melhores filmes de suspense que já vi!
Muito bom, excelente, no início pensei uma coisa, e no final se aparecesse um chupa cu eu não duvidaria, pq o filme muda a ideia da água pro vinho, início meio lento, mas meio e fim muitoo bom, abraços do patrola
Filme muito bom. Confesso que comecei a assistir o filme sem muito interesse, principalmente por causa dessa capa. Porem fui surpreendida com a revira volta. Muito bom
Simplesmente, surpreendente, espetacular. O desfecho é surreal! Vale muito a pena assitir. A trama acontece sobre duas perspectivas, sob duas visões. Fiquei alguns minutos em choque ao final do filme. Recomendo!
Muito ruim e anticlímax. É uma mistura de vários clichês e o enredo te deixa mais perdido que tudo. Ok uma investigação criminal é tudo de bom, mas isso é tenta brincar com o telespectador. O envolvimento do pai com os crimes contra as crianças é mal desenvolvido a ponto de o final ficar um lixo. Não recomendo. Eu fico pensativo em assistir esses filmes de "suspense" pois tem o fator decepção.
No começo do filme dar-se a sensação de que é previsível e repetitivo, porém no decorrer do filme esse pré conceito do filme é desconstruído causando uma reviravolta improvável para o padrão de filmes atuais.
À espreita do mal é um filme de terror/suspense que contou com a direção de Adam Randall. Na trama, acompanhamos o desaparecimento de um garoto de 12 anos e o seu investigador principal Greg Harper (Jon Tenney) procura solucionar o caso em meio a uma crise conjugal com sua esposa Jackie (Helen Hunt). Além disso, o seu filho Connor (Judah Lewis) corre risco diante de uma presença dentro de sua própria casa. O que mais surpreende positivamente nesse longa é o seu roteiro trabalhar inicialmente com pontas que parecem não se conectarem: um desaparecimento, problemas familiares e uma presença em casa. Isso deixa o primeiro ato inteiro na dúvida em que caminho o filme iria caminhar: um terror sobrenatural, serial killer ou psicopatia de algum personagem? Porém, ao dividir o desenvolvimento em agradáveis 2 narrativas, percebemos aos poucos a ponta se ligando. Inclusive, uma das narrativas ( a 2ª) trabalha um tema atual e pouco explorado no universo de filmes americanos. Em suma, o roteiro nos coloca do outro lado da engrenagem e tudo fica mais claro (apesar de um pouco evidente).Com boas reviravoltas no terceiro o ato o filme vai surpreendendo positivamente tentando sair do óbvio. Foi legal ver Helen Hunt de volta as telinhas, mas sua atuação foi bastante apática.
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