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Eduardo B.
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1 crítica
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0,5
Enviada em 30 de março de 2019
Meu Deus! Inacreditável! Tentou fazer algo genial que só faz sentido na cabeça de quem usa crack! Não sabia que era possível escrever uma história tão desconexa como essa. Os símbolos não tem sentido. Filosoficamente pobre. Esse filme é horrível e tenta passar por cult por parecer que nao é óbvio, porém não tem é nexo algum!
FUJAM DESSE FILME! Horrível! Não tem conteúdo e o roteiro é da pior qualidade com milhões de clichês. Além disso tenta ter um Grand finale mas soh consegue tornar a coisa pior que já é, o que por si só eh uma obra de arte! FUJAM!
O Final do filme não condiz com a história contada pela a cópia da protagonista na sala de aula momentos antes da briga das duas. Gosto muito de filmes, mais esse foi decepcionante. Como diria o sr. Omar da série todo mundo odeia o Chris "Trágico".
Filme é muito bom, mas precisa saber assistir, quem gosta de filmes clichês do gênero e querem só levar sustos, não vão gostar, mas o filme é sensacional!!
Para vocês que não entenderam essa maravilha de filme, so tem uma coisa a dizer, vocês são burros e não prestaram atenção em nada do filme, é a única explicação spoiler: A ultima coisa que a menina viu em terra foi a propaganda de mãos dadas pela américa, que ia de costa leste a oeste. o fato delas terem sido trocadas faz o total sentido no final do filme pelo fato de que quando a família de sombras invade a casa dos normais, ela era a única que sabia como falar. as sombras eram cópias dos humanos que não continham alma e que eram “obrigados” a fazer oque os humanos faziam, deixando-os loucos por serem como fantoches. as sombras usaram a menina pois ela era a unica que sabia de uma possibilidade para conseguir a liberdade das sombras. O FILME É PERFEITO SEM DEFEITOS, VOCÊS QUE NAO SABEM CONECTAR AS INFORMAÇÕES. grata pela atenção, sem mais.
Na trama, uma família viaja para a antiga casa de praia de seus avós em Santa Cruz, na Califórnia. A diversão então é interrompida quando, durante a noite, eles são atacados por um grupo de clones mal intencionados, carregando tesouras douradas e vestindo trajes vermelhos. Até este ponto, o filme apenas toca aqui e ali em alguns dos seus assuntos principais, mas esses ganham os holofotes durante o ato final. O tipo de filme que não se destaca pelo roteiro se arrastar tanto para um final confuso.
Originalmente planejado para ser um revigorante período de férias, a viagem da família de Adelaide (Lupita Nyong'o) e Gabe (Winston Duke) não contava com estranhos que resolveram aparecer durante uma noite tranquila. O misterioso grupo que se assemelha fisicamente ao quatro membros deixa no ar uma intensa sensação de perseguição psicológica que aos poucos se desenrola, deixando dúvidas acerca dos indesejados visitantes e por que ali estão.
Embora seja bem fragmentado em seu primeiro ato, o longa vai costurando os principais elementos ao longo da suas quase duas horas com relativo sucesso, isso porque há uma complexidade excessiva nos principais fatores psicológicos que mais confundem do que aliviam. A presença dos duplos é explicada, desenvolvida e até leva a um caráter posterior diferente do esperado, mas ainda causa certa estranheza. O elenco capitaneado pela excelente Lupita Nyong'o cumpre bem o papel, sempre auxiliados pela ótima montagem e trilha sonora coerentes com os momentos específicos.
Apesar da carreira do cineasta Jordan Peele ser marcada por produções voltadas ao estilo cômico, ele se destacou no universo cinematográfico com o ótimo Corra, de 2017. Após o sucesso, ele decide seguir no conceito de terror psicológico com o interessante NÓS, que tece um enredo repleto de situações muito mais interpretativas do que explícitas. Peele faz críticas sociais por meio de simbolismos cujos significados reais dependerão diretamente da análise de quem assiste, principalmente porque existem situações que simulam controles com elementos soltos que pouco a pouco vão se misturando efetivamente. Essa perspectiva é um dificultador para muitos que, assim como eu, não absorverão tudo que a mente do cineasta tentou expor.
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