O Dia Depois
Média
3,6
publicações
  • Critikat.com
  • Folha de São Paulo
  • The Playlist
  • Almanaque Virtual
  • Cinemascope
  • Cineplayers
  • O Globo
  • The Hollywood Reporter
  • Télérama
  • Cineweb
  • Observatório do Cinema
  • Papo de Cinema
  • Plano Crítico
  • Screen International
  • The Guardian
  • Variety
  • Veja
  • Carmattos
  • Rubens Ewald

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Critikat.com

por Axel Scoffier

Hong Sang-soo retorna ao tema do homem indeciso entre várias mulheres, com problemas de infidelidade e covardia masculina, integrando através da montagem uma dúvida sobre o real e a organização, dentro de um mesmo filme, de caminhos alternativos.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

Folha de São Paulo

por Inácio Araújo

Mundo real ou sonhado, com Deus ou sem, as hipóteses propostas pelas personagens levam a um mundo nem de santos, nem de demônios. Somos mais seres levados por correntes, por acasos.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

The Playlist

por Nikola Grozdanovic

A infidelidade sempre foi um dos temais principais na filmografia de Hong Sang-soo, mas talvez "O Dia Depois" seja seu melhor filme sobre os perigos de misturar trabalho e prazer.

A crítica completa está disponível no site The Playlist

Almanaque Virtual

por Filippo Pitanga

Muito interessante e digno de (psico)análises, “O Dia Depois” se eleva como uma cereja do bolo da trilogia 2017 (até agora, pelo andar da carruagem…) sobre o entrelaçamento do real na carreira de Sang-Soo.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Cinemascope

por Katia Kreutz

Com sua narrativa não linear, ritmo metódico e estética simples, filmado totalmente em preto e branco, O Dia Depois é um retrato despretensioso do cotidiano de um homem que não foi capaz de evitar uma paixão proibida e acaba pagando por isso.

A crítica completa está disponível no site Cinemascope

Cineplayers

por Bernardo D.I. Brum

Após contemplar um futuro em aberto em "Na Praia à Noite Sozinha", "O Dia Depois" é o olhar para o dia a dia; cada nova complicação fecha cada arco do filme com uma música sutil e melancólica que surge extradiegética, fora do filme, quebrando o realismo pretendido até então...

A crítica completa está disponível no site Cineplayers

O Globo

por Susana Schild

Com belíssima fotografia em preto e branco, enquadramentos sugestivos, trilha compatível, e filmado basicamente em interiores, um triângulo amoroso convencional adquire um encanto especial — para o espectador, bem entendido. Para os envolvidos, nem tanto.

A crítica completa está disponível no site O Globo

The Hollywood Reporter

por Boyd Van Hoeij

Hong, que novamente escreveu e dirigiu, não se tornou de repente alguém interessado em coisas como narrativas densamente tramadas e reviravoltas surpresa, com os poucos eventos que acontecem apenas desculpas para cavar um pouco mais fundo no comportamento e sentimentos de seus protagonistas.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Télérama

por Louis Guichard

Alguns cenários banais, quatro atores, uma hora e meia de preto e branco: com este conto de inverno dos mais modestos, o cineasta sugere uma quantidade impressionante de reviravoltas na vida de seus personagens.

A crítica completa está disponível no site Télérama

Cineweb

por Neusa Barbosa

A câmera flutua entre os personagens, ao sabor de suas emoções sutis, ainda que eventualmente intensas. O humor se infiltra nas situações cotidianas, desprovidas de comportamentos heroicos ou atirados.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Observatório do Cinema

por Giovanni Rizzo

"O Dia Depois" tem um aspecto de conto moral, de fazer com que aquela situação sirva realmente como um exemplo em relação a traição e suas mentiras. [...] Hong Sang-soo faz seu núcleo principal um tanto quanto interessante.

A crítica completa está disponível no site Observatório do Cinema

Papo de Cinema

por Rodrigo de Oliveira

Uma história calcada nas relações humanas e em personagens falhos. Para quem já conhece o trabalho do diretor sul-coreano, não trará muitas novidades no que tange à narrativa. [...] Mesmo trabalhando em terreno conhecido, Sang-soo Hong consegue trazer uma história que captura a atenção.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Plano Crítico

por Luiz Santiago

Filmado em preto e com uma fotografia de bastante brilho, o filme tem uma beleza simples e cativante. Espaços comuns como um pequeno escritório abarrotado de livros e o interior de um apartamento são quase resplandescentes.

A crítica completa está disponível no site Plano Crítico

Screen International

por Wendy Ide

Todos, exceto os fãs mais dedicados do trabalho do diretor, podem achar essa história um tanto difusa e sinuosa, suas recompensas enterradas muito profundamente sob a verbosidade evasiva.

A crítica completa está disponível no site Screen International

The Guardian

por Peter Bradshaw

Kim Min-hee dá um excelente desempenho como a assistente que mostra todos os sinais de ser mais esperta, e mais comprometida com a escrita e a literatura, do que a mediocridade complacente que a contratou e até agora mostra todos os sinais de querer abusar de sua confiança...

A crítica completa está disponível no site The Guardian

Variety

por Guy Lodge

Nesta melhor forma, Hong faria deste relato de dor um ponto de partida para jogos mais complicados da natureza humana, mas "O Dia Depois" nunca transcende sua pequenez essencial: detalhes de caráter intrigantes, como a forte fé religiosa de Areum ou a de Bongwan.

A crítica completa está disponível no site Variety

Veja

por Miguel Barbieri Jr.

Narrada em tempo não cronológico, a comédia dramática flui mesmo com diálogos longos. Sang-soo só desliza num reencontro pouco crível no derradeiro ato.

A crítica completa está disponível no site Veja

Carmattos

por Carlos Alberto Mattos

O déja vu está sempre à espreita. Aqui, no entanto, essa fórmula dá sinais de um certo cansaço. Um déja vu do déja vu, por assim dizer. A singeleza do estilo e a justeza das atuações me pareceram ficar dois pontos acima do que esse conto mínimo de amor e renúncia tem a oferecer.

A crítica completa está disponível no site Carmattos

Rubens Ewald

por Rubens Ewald Filho

Este é um filme difícil, daqueles que a gente chamava antigamente de “arte” em preto e branco, lento, praticamente fechado em poucos sets, e já encontrei gente que achou que ele era comédia. Faz me rir realmente. Ser curto é um remédio.

A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald
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