Matrix: Resurrections
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2,6
516 notas

125 Críticas do usuário

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Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

22 seguidores 139 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de abril de 2025
Filme totalmente desnecessário, e o pior de tudo, é péssimo. Filme com diálogos longos e sem sentido muitas vezes. Elenco muito inferior aos outros três filmes da franquia. Fizeram um filme aproveitando o sucesso do nome Matrix e economizaram em tudo, ou seja, qualidade duvidosa. Os vilões são horríveis. Até os atores principais pareciam sem a mínima vontade de fazer este filme. Precisei de várias tentativas para conseguir assistir este filme inteiro, porque realmente é chato e ruim. Minha sugestão, não perca seu tempo.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 974 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2022
Achei confuso como os anteriores. No entanto, o poder continua mantendo fiel a narrativa da saga. Os protagonistas realizam com maestria aquilo que já sabem fazer e o conjunto não decepciona.
Babe Diego
Babe Diego

2 seguidores 124 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de março de 2024
O amor é incrivelmente lindo. Matrix 4 nos revela. As viagens entre cantos é ditada por regras e leis inacabadas que se engendram através dos meandros das partes de código deliberadamente desenvolvidas nas conexões de softwares intrincadas. Perpassando as camadas subimbutidas das mesmas linhas de código inexoravelmente entrelaçadas, achamos de tudo em mundos completamente autoconstruídos, apesar dos encantos dos encontros. Mesmo com infinitas e incongruentes projeções simulatórias, a factibilidade das características da matéria está ao alcance. Para cada um de nós. Mas a beleza está no olhar.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2021
Quem não acompanhou a trilogia, esqueça. Até para quem acompanhou é complicado pegar 100% do filme... faltou mais filosofia e sobraram balas. Mas é um filme necessário para quem viu os anteriores.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de janeiro de 2022
Matrix Resurrections (The Matrix Resurrections)

É inegável que 'Matrix' (1999) moldou o mundo cinematográfico, revolucionou completamente os efeitos especiais nos cinemas. O longa das irmãs Wachowski era atemporal, à frente do seu tempo, serviu de inspiração para várias produções dos cinemas, e muitas coisas são tiradas de 'Matrix' até os dias atuais.

O primeiro 'Matrix' é uma obra-prima do cinema mundial, o segundo e o terceiro são ótimos e se complementam muito bem, dando assim um final perfeito para a trilogia (na minha opinião sem a menor necessidade de um quarto filme). O meu primeiro contato com 'Matrix' foi em 1999, quando consegui a locação da fita VHS para assistir como muitas dificuldades em meu primeiro video cassete de míseras 4 cabeças (quem viveu na época sabe muito bem do que estou me referindo). Me apaixonei pelo o filme, me tornei fã, e a partir do segundo já acompanhei nos cinemas (o terceiro 'Matrix' junto com 'Homem Aranha 2' foram os filmes de maior lotação que eu já assisti em uma sala de cinema).

Eu nunca fui a favor de reviver franquias do passado, de trazer produções que já construíram os seus sucessos, que já criaram as suas histórias em suas épocas. Acho que a magia se encontra exatamente nesse ponto, em poder manter vivo na memória todo o brilhantismo e grandiosidade que um determinado filme/franquia construiu em seu tempo (sim, eu sou nostálgico e saudosista). Temos vários casos em que decidiram reviver uma franquia do passado depois de alguns anos e que não deram certo: como "Jogos Mortais", "Aliens", "O Exterminador do Futuro" e com certeza "Matrix" acabou de entrar nessa lista.

Matrix Resurrections funciona como um rebbot na primeira hora do filme e a partir da segunda ele tenta expandir todo o seu universo (de uma forma bem falha por sinal). O mais novo filme da franquia aposta novamente nas irmãs Wachowski (dessa vez com Lana na direção e Lily no roteiro) como também aposta em 'quase' o mesmo elenco.

Eu vou ser bem sincero, pra mim o longa funciona apenas pelo grande saudosismo da franquia e só. O filme é bem mediano, tem vários problemas, a começar pelo roteiro, que também é mediano (pra não dizer inteiramente ruim). O roteiro é mal escrito, básico, preguiçoso, que tenta se segurar unicamente pelo o que já contruiu lá atrás, como o fato de a todo momento ficar nos mostrando inúmeros flasbacks de cenas dos filmes anteriores (como uma forma de tentar comprar a nossa atenção a qualquer custo). O ritmo do filme é lento (até meio arrastado), falta emoção, falta imersão, falta ação, principalmente nas lutas, que por sinal são muito ruins se comparadas com os filmes anteriores. Por falar em lutas, elas não foram bem coreografadas, pelo contrário, foram bem preguiçosas.

Matrix sempre se destacou em seus efeitos especiais (um dos pontos cruciais da trilogia). Nesse quarto filme por incrível que pareça eu senti falta de uns efeitos especiais à nível dos filmes passados (e olha que estamos falando de 18 anos atrás). A direção não é mais a mesma, o trabalho de câmeras está muito distante de nos imergir e nos empolgar nas cenas de lutas como fazia anteriormente (como aquela belíssima cena do Neo lutando contra milhares de agentes em Matrix Reloaded). A trilha sonora é até funcional, consegue se destacar em algumas cenas (principalmente na abertura). Assim como a fotografia que também é muito boa.

Em questões de elenco é nostalgia pura! Poder rever Neo (Keanu Reeves) e Trinity (Carrie-Anne Moss) juntos novamente depois de tantos anos é completamente emocionante. Na minha memória a todos os momentos aparecia a figura daquele Neo do Keanu Reeves novinho, sem barba, de cabelos curtos, que logo era sobreposto por um Neo mais velho, barbudo, cabeludo. Em questão de atuação não tenho muito o que falar: Neo do Keanus Reeves é um personagem que já virou um clássico (apesar de sentir falta daquelas lutas bem coreografadas no maior estilo Neo). A Trinity da Carrie-Anne Moss é outra personagem clássica (possivelmente a principal personagem de sua carreira). O problema é o fato da Trinity ser mal aproveitada, senti falta de uma participação maior, principalmente junto com o Neo, como aquele casal incrível que aprendemos a amar lá no início dos anos 2000.

É completamente notável e sentida a enorme falta que o Morpheus do Laurence Fishburne faz para o filme, tanto é que não paramos de rever as suas cenas em constantes flashbacks. Mas devo confessar que o Yahya Abdul-Mateen II entrega um ótimo Morpheus, com um carisma na medida certa e uma ótima atuação. Jonathan Groff como Smith eu não gostei, caricato demais, não funcionou. O Smith do Jonathan Groff é completamente esquecível e está muito, muito, muuuuuito longe do agente Smith do grande Hugo Weaving. O projeto de vilão mal executado do Neil Patrick Harris é uma tristeza de tão ruim, aquele típico vilão canastrão, cheio de frases de efeito e que definitivamente é mais um personagem completamente esquecível nesse filme. Uma grata e feliz supresa foi a Niobe da Jada Pinkett Smith, que assim como o Neo e a Trinity, me encheu de nostalgia e emoção.

Matrix Resurrections bate exatamente naquela tecla que eu já destaquei acima, que é o fato de trazer uma franquia que deu certo lá atrás para os dias atuais, sendo que dificilmente dará certo novamente - estamos diante de mais uma prova disso! Para quem é fã de longa data (assim como eu) irá sentir aquele saudosismo pelo elenco, pelas irmãs Wachowski, pela trilha sonora e principalmente por ser 'Matrix' e contar com o Neo e a Trinity em cena, porquê definitivamente 'Matrix Resurrections' se segura unicamente pela nostalgia. [08/01/2022]

(três estrelas por ser muito fã da franquia)
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de dezembro de 2021
É um filme que não precisava existir, porque não acrescenta muito na história, mas não compromete e traz nostalgia aos fãs. Creio que todo o objetivo do filme tenha sido isso, apenas trazer nostalgia aos fãs, fazer relembrar da trilogia inicial, e adicionar algumas coisas, como talvez dar mais importância a Trinity. Me incomoda um pouco esse tipo de roteiro que parece que foi escrito pelos fãs (embora muitos fãs não tenham gostado, foram neles que miraram), mas reforço que entendo o que tentaram fazer. O filme não ousa e, como eu disse, creio que nem seja o objetivo.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de agosto de 2024
Este filme é uma falta de respeito com os fãs da franquia. Reassisti os três filmes anteriores antes de ver este, e posso dizer: que experiência horrível. As atuações são fraquíssimas e totalmente genéricas. Não que as atuações dos filmes anteriores fossem extraordinárias (na minha visão, a de Keanu Reeves sempre foi muito fraca), mas a boa trama e os efeitos especiais conseguiam compensar essas deficiências.

Nesta versão atual, o roteiro é péssimo e as atuações são ainda piores. A justificativa para o que aconteceu com 'Trinity' foi completamente bizarra. A aparição de Neo até fez algum sentido, mas mesmo assim, não conseguiram explorar o potencial dessa deixa. Nem vou entrar no mérito do 'Smith', pois foi a maior decepção do filme.

As cenas de luta estão repletas de cortes, provavelmente para esconder as limitações físicas de Keanu Reeves devido à idade. Mas mesmo assim, essas limitações são evidentes. Para John Wick, isso funciona, dado o contexto do personagem. Mas para Neo, foi decepcionante ver as cenas de luta. Isso não é o Neo, especialmente dentro da Matrix, onde ele deveria ter uma liberdade maior de movimentos.

Os poderes psíquicos do personagem foram explorados em excesso. Usaram repetidamente habilidades que o Neo da trilogia anterior utilizava raramente e com muita cautela (perdi a conta de quantas vezes vi Neo usar telecinese para parar tiros e veículos). Talvez isso tenha sido uma tentativa de compensar a impossibilidade do ator em participar de mais cenas de luta durante o filme.

Este filme foi claramente feito com a intenção de 'só ganhar dinheiro', sem consideração pelos fãs. Deveriam esquecer este filme, avaliar se Keanu, Carrie, e até Hugo estão realmente em condições de interpretar esses personagens novamente, apagar este último filme e refilmar um novo 'Matrix 4'.

Este aqui foi completamente esquecível.
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de maio de 2022
Em 1999 os então Irmãos Wachowski nos presentearam com Matrix, um filme que revolucionou o cinema e apresentou ao grande público a filosofia e as discussões que envolvem o universo Cyberpunk, enquanto para nós nerds da época souberam representar na tela muito do que já liamos sobre o gênero. Agora em 2021 uma das irmãs continua a trilogia com Matrix Resurrections, que é controverso assim como as duas continuações do primeiro filme da franquia.

O quarto filme da saga Matrix conta como Thomas Anderson/Neo (Keanu Reeves) sobreviveu após os acontecimentos de Matrix Revolutions e como o protagonista continua preso em uma nova versão da Matrix, sendo “controlado” por algumas máquinas que ainda querem escravizar os humanos, enquanto Neo tenta entender quem é a personagem misteriosa interpretada por Carrie-Anne Moss, a Trinity da trilogia original.

Claro que temos novos personagens e novas tramas dentro do filme, e essas são as histórias mais interessantes dentro de um filme confuso, mas com muitas ideias interessantes que foram mal trabalhadas. Como no caso de Bugs (Jessica Henwick) que é uma personagem forte e moderna, que nos mostra que foi tocada por Neo sem ele saber, nos apresentando tudo o que é novo e modernizado dentro e fora da Matrix e trazendo em si tudo o que se ganhou e se perdeu após a grande guerra do terceiro filme. Uma personagem que poderia ser a protagonista enquanto Neo e Trinity ficariam em segundo plano, uma oportunidade perdida dentro de uma trama principal estranha e repetitiva.

A explicação do novo Morpheus faz todo sentido dentro do Lore de Matrix, já que nesse novo filme ele é um programa criado por outro “programa” dentro da Matrix, lembrando é claro ,que Neo é uma anomalia que as máquinas não conseguem controlar. Mas o que estraga o personagens são os trejeitos sempre voltados para o humor, tirando a seriedade e o valor real que o personagem tem para Neo e para a luta que vimos nos primeiros filmes.

A falta de diálogos filosóficos e interessantes, mesmo que apenas rebuscados como nos outros filmes faz com que Matrix Resurrections se torne algo inferior, além de mostrar flashbacks do primeiro filme para dar ênfase no que é obvio e tratar o público como imbecil em alguns momentos, nos faz refletir se tudo não foi apenas uma metalinguagem ou se simplesmente os estúdios pensam que o público é feito por imbecis que não vão entender a profundidade dos acontecimentos e do que é discutido dentro da trama.

O amor entre Neo e Trinity é válido e faz parte dos acontecimentos de toda a saga, mas não é apenas disso que se trata Matrix, a questão do Escolhido também fica questionada quando temos um final como aquele, onde se dá “poderes” para outra personagem que já tem seu papel de importância dentro da saga. Sem contar que foi criado um vilão que mais parece um jovem dono de Startup que usa o “bullet time” como superpoder, o que entra novamente na discussão de que os estúdios tratam os fãs de super heróis como imbecis babões que apenas estão interessados em vilões e superpoderes. Matrix não se trata disso, é algo além que discute questões importantes da sociedade com alegorias Cyberpunk, discussões essas tão profundas a ponto de falarmos até hoje sobre um filme de 1999.

Lana Wachowski assina Matrix Resurrections sem sua irmã Lilly, o que pode ser a causa do desastre que possui ideias e visuais incríveis, mas sem a paixão e a profundidade que esperávamos.

Matrix Resurrections vale ser assistido no cinema pelo seu visual e por algumas explicações do que acontece depois que Neo é levado pelas máquinas, mas tudo é tão confuso e sem sentido dentro do próprio Universo estabelecido da saga que se você procura coesão e respeito pelos personagens que você tanto ama, assista quando chegar no streaming, no sofá da sua casa.
Icaro G
Icaro G

21 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de janeiro de 2022
Eu entendo tantas notas negativas, é uma decepção pra quem acompanhou a trilogia e uma confusão na cabeça de quem chegou agora e pegou o bonde andando, ou seja... não conseguiram agradar ninguém kkkk
Na minha humilde opinião o erro foi parecido com o desafio de saber qual é o real gênero do filme, tentaram colocar uma comédia que não cabe, forçada, desagradou quem curtia a verdadeira vibe sombria da matrix ao mesmo tempo que não arrancou sorriso do rosto de ninguém. Lembro de assistir matrix antigamente e ser transportado pro filme, sentir aquele medo, viver aquele mundo, hoje tá tudo fofinho, bonitinho, parece que querem agradar a geração tik tok, até mesmo usar termos como "video game" torna tudo tão infantilizado sem contar os personagens bobalhões, desnecessários, e por fim, já ouviram falar em suspensão da descrença? É quando o roteirista precisa te convencer que algo que pareça absurdo ou surreal tem um bom motivo pra acontecer, e não é o caso desse matrix, as coisas simplesmente acontecem porque o roteirista quer que aconteça e dane-se a lógica das coisas. Então tá...
Resumindo, o filme começa chato, melhora, fica chato, ai começa a pancadaria e termina sem sentido. É isso. Minha nota é considerando do meio pro final, pq se eu levar em consideração o começo, é 1 estrela só porque tem umas paisagens bonitinhas.
Leandro C.
Leandro C.

18 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2022
Realmente deixa a desejar tanto no roteiro quanto naquilo que mais marcou os primeiros filmes, que são as cenas de ação e efeitos especiais. Lamento pelos que pagaram ingresso na telona para esse Rotten tomatoe. 2 estrelas tá bem dado.
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