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Luis Paulo N de Assumpção
1 crítica
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4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2023
Ainda não assisti, mas já concordo c/o bispo. Pra Deus ser justo não precisa dessa barbaridade de inferno de tormento eterno não. Já basta as desgraças q a gente sofre nessa vida e talvez até no pós-morte temporariamente pelos nossos atos. O inferno é um conceito totalmente pagão, cruel, imoral, nojento e psicopata e um Deus q condena alguém a ele não é digno de nada. Eu não acredito mais q tem essa porcaria nos escritos originais da bíblia em Grego e Hebraico. O ser humano pode até ser pecador, mas não é o inventor do mal e nem culpado de ter nascido num mundo de pecado, sendo naturalmente inclinado para ele. Eu desejo pra qualquer ser humano q sofra sim pelos seus atos errados, de um modo duro ou não, longo ou não, mas sem essa de desgraça sem fim. Eu não desejo NEM Q HITLER se lasque no final e não considero verdadeiro cristão quem deseja isso pros outros. Só do universalismo ser perseguido e atacado pra mim já é um sinal de ser ele o verdadeiro Cristianismo. A bíblia deixa claro q é sempre o certo q tende a ser mais atacado. Deus no início da bíblia não alertou ngm da existência dessa porcaria de inferno: Nem Adão, nem Abraão, nem Jacó, nem José, nem Davi, nem ninguém. Pronto falei
Gostei do filme, o filme expõe que não somente as pessoas que estão dentro de igrejas, são as pessoas que tem Deus, o templo de Deus não é monumentos feito de pedras, somos o templo de Deus. Existem pessoas que nunca pisaram em um templo, que tem o coração muito superior a pessoas que não sai de uma igreja, que vivem julgando os outros. Acho muito importante a religião, porém tem pessoas que pelo motivo de frequentar uma religião, se acham superiores aos outros, de nada vale a fé sem obras, o que vale pra Deus é o que se faz pelo próximo, e não, o que querem mostrar. Nao adianta dizer senhor, senhor e não ser humilde de coração. Foi isso que o filme quis mostrar.
Filme excelente, muito bem dirigido e interpretado. Se os evangélicos ficam de mi-mi-mi, lamento por eles. A história real é esse e eles que tratem de encarar suas crenças sem sentido!
Não acho que o filme questione a fé do bispo e, sim o fato dele começar a pensar diferente dos demais e as consequências. A sutileza de ser e/ou se sentir diferente: a esposa se sente fora do contexto, por ser uma ¨estrangeira¨ na congregação; o rapaz se ¨agarra¨ na fé/religião por não se aceitar; a assistente sofre um preconceito velado, por ser mãe solteira.
Filme muito bom com um tema oportuno, que mostra o dilema de um religioso entre seguir dois caminhos distintos: o do modelo conservador de fé e pregação, que privilegia um deus com características humanas, que oferece o paraíso mas que também pune com o inferno; e o Deus Amor, que não "esquece" nenhum de seus filhos, independentemente de opção sexual, de crença religiosa, de ter ou não cometido equívocos ("aquele que estiver sem pecados que atire a primeira pedra").
É um convite para que seja revista a questão da fé cega, que tudo aceita e não questiona, avançando-se para um novo estágio de fé raciocinada, que estimula o indivíduo a sair da sua zona de conforto religiosa.
Por propor este tipo de debate tão importante, já valem as quatro estrelas.
Filme ótimo pra nossa atualidade em que qualquer um pode pregar o que quiser. Mas não se engane o homem, Deus é amor, mas também é justiça. Temos que ter em mente que só Jesus leva o homem a salvação. E seguir a Jesus é seguir seus ensinamentos que está na Bíblia. Mas fica aqui uma reflexão: não é mais fácil atrair adeptos quando se prega que vc pode ter uma vida devassa, adúltera, homossexual, perniciosa e mesmo assim ir pro céu? Deus é o dono do Lar celestial. Quer morar lá? Siga a Jesus e seus ensinamentos. O resto leva a condenação. Deus abençoe a todos.
Sensacional. Mesmo porque trata-se de uma história real. Há mais de 30 anos vejo homens idôneos e sinceros despencando para as heresias resultantes de uma "revelação particular". Usarei esse filme em aula para ilustrar o perigo do uso de versículos da Bíblia isolados. As pessoas , inclusive "crentes" estão em busca de um deus legal, limitado que age segundo o parecer e vontade do próprio homem. Se Deus resolver explodir todos nós nesse momento, continuará sendo Deus.
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