Fala Comigo
Média
3,5
publicações
  • Almanaque Virtual
  • Ccine10
  • Cineweb
  • O Globo
  • Preview
  • The Hollywood Reporter
  • Observatório do Cinema
  • Críticos.Com.Br
  • Folha de São Paulo
  • Papo de Cinema
  • Veja
  • Cineplayers

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Almanaque Virtual

por Filippo Pitanga

O que poderia começar como uma comédia romântica, na verdade é um drama psicológico que retrata desde a melancolia com pitadas de sedução à alienação nas comunicações sociais.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Ccine10

por Kadu Silva

O filme é sexual em quase toda sua totalidade, nos diálogos e nas cenas propriamente ditas, mas não é nada vulgar, Sholl soube pontuar perfeitamente a forma como mostrar as diversas situações picantes que vemos na tela.

A crítica completa está disponível no site Ccine10

Cineweb

por Neusa Barbosa

Assumindo a liberdade como horizonte, o filme retrata um relacionamento como seria o de quaisquer outras duas pessoas, com seus limites, circunstâncias e contradições. E assim, o amor pode mostrar-se só como ele é.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

O Globo

por André Miranda

O elenco talentoso e bastante entrosado permite que Sholl aborde a dificuldade cotidiana de diálogos por que passam pessoas de várias idades e perfis. A melhor cena é o tenso embate entre as personagens de Denise Fraga e Karine Teles...

A crítica completa está disponível no site O Globo

Preview

por Suzana Uchôa Itiberê

O cineasta usa a relação para desconstruir e erguer preconceitos. [...] É um universo frágil que se tem em cena. O diretor abre diversos caminhos para o público compreender e sentir essa história. E todos eles são autênticos.

A crítica completa está disponível no site Preview

The Hollywood Reporter

por Jonathan Holland

Em outras palavras, "Fala Comigo" [...] é um daqueles filmes que deixam abertos os horrores ocultos por trás de superfícies burguesas respeitáveis, o que revela com orgulho quão convencional as classes liberais e progressivas realmente são.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Observatório do Cinema

por Giovanni Rizzo

A cada sequência do filme mostra-se mais detalhes e características interessantes dessas figuras. "Fala Comigo" vai ao longo da projeção despindo seus personagens, mostrando suas neuroses, deixando-os cada vez mais particulares, logo muito mais humanos.

A crítica completa está disponível no site Observatório do Cinema

Críticos.Com.Br

por Luiz Fernando Gallego

Um insólito “triângulo” entre uma paciente, sua terapeuta e o filho da terapeuta: uma boa ideia nem sempre bem desenvolvida. [...] Mas o pior de tudo é o desfecho que parece improvisado na base “o filme tinha mesmo que se encerrar” e foi assim porque o roteirista assim quis. Forçado.

A crítica completa está disponível no site Críticos.Com.Br

Folha de São Paulo

por Naief Haddad

O ponto de vista de Sholl não é inquisidor. O filme não julga seus personagens para, ao fim, deixar "mensagens". A visão complexa dos afetos e das fantasias sexuais livra de leituras conclusivas esse drama com passagens bem humoradas.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

Papo de Cinema

por Leonardo Ribeiro

Sholl consegue criar momentos belos e delicados, como o plano no rosto de Ângela enquanto essa ouve a canção criada pelo jovem, ou na dinâmica envolta em ternura entre o garoto e sua irmã. Ao final, contudo, Fala Comigo deixa a sensação um pouco frustrante de ser uma obra composta de incompletudes.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Veja

por Miguel Barbieri Jr.

"Fala Comigo" [...] traz um argumento polêmico e, sem julgamentos morais, enfoca o drama de personagens à deriva na vida. Todos podem estar certos e errados e cabe ao espectador entender os dois lados da razão e da emoção.

A crítica completa está disponível no site Veja

Cineplayers

por Francisco Carbone

Tentando colocar de forma elogiosa, o filme é leve; por outro lado, a estreia de Sholl parece pouco afeita a dar cores mais definidas a um conflito que poderia sim ser leve [...]. Os personagens poderiam ser mais vivos e combativos e não chapados, sem nuances.

A crítica completa está disponível no site Cineplayers
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