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Isis Lourenço
7.614 seguidores
772 críticas
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3,0
Enviada em 22 de outubro de 2020
Só de olhar para a cara do Kumail já dá vontade de rir,junte a isso,o fenômeno Uber e ação e temos um filme para se divertir(até rimou!). Duas pessoas distintas que não estão no seu melhor dia se encontram e permanecem juntas num carro num dia de calor infernal. Um cego temporariamente devido à cirurgia e outro que precisa muito lutar para que suas próximas avaliações não sejam negativas. Temos sessão de terapia na loja "Fora da caixa" ,carro elétrico e a busca incessante do assassino e das 5 estrelas(coitado!) Melhor parte: o final onde o detetive tem uma baita surpresa.
Quando Stu (Kumail Nanjiani), um motorista da Uber, é recrutado por um policial (Dave Bautista) para ajudá-lo a investigar o paradeiro de um brutal assassino, algumas regras precisam ser quebradas. Seguindo as poucas pistas que possuem para seguir o traço do criminoso, eles cada vez se complicam mais na perseguição desenfreada
Achei bem fraco filme Ao estilo sessão da tarde totalmente previsível que não empolgou muito⭐⭐.
Obcecado pelo trabalho, o policial Vic Manning (Dave Bautista) recruta ocasionalmente o motorista de aplicativo Stu (Kumail Nanjiani) para que dê suporte a uma denúncia envolvendo um violento criminoso. Debilitado em função de um recente procedimento médico, Manning levará Stu pela cidade, dando início a uma acalorada e violenta perseguição na qual não há limites para quebrar regras.
STUBER - A CORRIDA MALUCA começa com uma leve pegada gore e um certo dinamismo na ousadia da câmera, todavia, se perde antes mesmo do término do primeiro ato, isso não representaria um problema efetivo caso a comédia e o entrosamento da dupla funcionasse. O que se vê em tela é um festival de gritos de Nanjiani galgando risos que nunca chegam e Bautista num papel de policial arcaico quase de idade média. Nem mesmo as poucas manifestações em prol do positivismo e da ideia de sair da área de conforto tendem a sobressair.
Embasado no conceito da geração Milennials e com uma premissa pouco inventiva, o longa de Michael Dowse não se define efetivamente e acaba mesmo no lugar comum. Pode funcionar nos momentos em que Iko Uwais, no papel do vilão Oka Tedjo, surge para deixar a coreografia das lutas bem realista, fora isso, uma sessão da tarde com pipoca.
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