Um filme que possui uma ponta de excentricidade e um olhar diferenciado do diretor. Desde a trilha sonora, fotografia seca, até os planos utilizados são escolhas bem acertadas e corroboram para uma obra que possui um diferencial.
O enredo em si não chega a ser "genial", inclusive é baseado em um antigo conto grego. No entanto, é contado de uma forma bem inusitada e "esquisita", que deixa sempre uma extranha sensação no ar.
A atuação dos personagens é propositalmente bem seca e pouco expressiva. A narrativa é feita de modo a não revelar muito, exigindo um olhar atento para não perder nenhum ponto importante.
O Sacrifício do Cervo sagrado é um filme que depois de acabar ainda fica por horas, ou até dias na cabeça do telespectador. Uma obra perturbadora e inusitada.
Bem legal, só não entendi porque o pai não matou logo o menino de uma vez , que já estava morrendo ,mas ficou girando aleatoriamente na sala para matar alguém, de resto tooop
O diretor do filme não dá uma viajada legal, que tem algum sentido. A impressão é que nos faz de idiota. Nada tem explicação, a não ser a lei do "olho por olho, dente por dente". Bem ruim... não serve nem para passatempo.
Antes de ler minha crítica, preste atenção nos comentários sobre esse filme. Quase todos, sem exceção, são muito positivos, dizem que o filme é uma obra prima, que a história mexeu com eles, etc. Todas essas pessoas têm algo em comum. Todas, sem exceção, estão elogiando o filme por um único motivo: POR NÃO ENTENDEREM RIGOROSAMENTE NADA DO FILME. SEQUER SABEM O QUE VIRAM. Fazem parte do grupo seleto de espectadores de filmes de cinema que optam por gostar de um filme pelo simples fato de não terem o entendido e, então, criam as mais diversas teorias para dar sentido àquilo que não conseguem entender. Isso é muito comum no cinema e muitos cineastas, espertamente, jogam com esse tipo de público para tornar seus filmes uma espécie de ícone incompreendido do cinema. Assim ganham mais dinheiro com porcarias nascidas do delírio, do sadismo ou da chamada linha cinematográfica baseada na PORNOGRAFIA DA TORTURA OU TORTURA DA PORNOGRAFIA. É bem este o caso. O mesmo acontece com o filme Violência Gratuita estrelado pela Naomi Watts. Estes cineastas sabem que filmes como estes (difusos, com finais abertos, enigmáticos e, principalmente, pseudo intelectuais) vão mexer com a mentalidade dos cérebros sugestionáveis, inocentes, toscos. Esse é um típico caso desse, a ponto de um psicólogo vir aqui, tentar dar explicações para o inexplicável, dizer que o filme foi inspirado na antiguidade clássica, de ouvir o diretor do filme dizer que não foi inspirado e ele apelar para o inconsciente do diretor. Vejam! É bizarro. Um bando de emocionados loucos para ver o filme da vida. Como isso nunca acontece, apelam para esse tipo de recurso. Eu confesso que isso me tira um pouco do sério. O Sacrifício do Cervo Sagrado é uma ficção não científica (novo gênero?) e só pode ser lido nesses ternos. Não traz alegoria nenhuma, senão o sadismo do diretor de ver atrizes nuas, de criar diálogos pervertidos com crianças e naturalizar coisas deletérias. Ponto. Para provar isso, eu mesmo, em um outro post, vou sugerir uma teoria de interpretação para o filme, uma teoria totalmente estapafúrdia e, tenho certeza, muita gente vai curtir e concordar. No mais, todo o resto faz parte da mente de pessoas igualmente perturbadas e com desvio de personalidade, como essas que comentaram aqui, elogiando essa BELA PORCARIA, COM DIREITO A FINAL APOTEÓTICO (trilha sonora grandiloquente) e tudo. Patético.
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