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Luiz Antônio N.
30.873 seguidores
1.298 críticas
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1,0
Enviada em 3 de julho de 2016
além do filme ser bem ruinzinho ainda não consigo entender o porquê dos filmes com histórias nacionais estarem sendo gravadas todo em inglês Este não é o primeiro que eu vejo o filme tem um ator que não é brasileiro e por causa disso o filme todo foi falado em inglês mesmo sendo baseado na história do diretor Hector babenco mesmo assim não achei nada de interessante
Nem Wiliiam Dafoe consegue salvar este filme. História fraca, roteiro fraco, o diretor parece apenas estar num projeto pessoal de sua narrativa colocando o espectador e a qualidade em segundo plano.
Mto ruim... affs o roteiro é ridículo desde o início.... senas toscas de sexo e perversão...e ver grandes atores se prestando a esse papel e gravando um filme em inglês onde 99% são atores brasileiro é mais ridículo ainda.... sinto muito mas nem consegui assistir inteiro.... que ideia heim!
Apesar da importante história a qual se refere, o filme é muito cansativo, chato e arrastado. Saí do cinema revoltada, com a sensação de querer meu dinheiro de volta.
Os piores filmes que já vi. Do pior para o melhor: - Cara, cadê meu carro? - Zoolander - Meu amigo Hindu O filme é muito ruim, desconexo, mal editado, forçado, cansativo. Nem a Bárbara Paes e a Maria Fernanda Cândido Nuas fazem valer a dolorosa experiência de ficar duas hora assistindo este filme horroroso. Certamente uma vergonha na carreira de todos os envolvidos.
O pior filme que já vi nos últimos tempos. O título engana o espectador, pois se refere a uma parcela mínima do filme. A gente entra sabendo que se trata da história de alguém que luta contra o câncer e tem um relacionamento com um hindu, no caso, uma criança. Quanta ternura, não? Não dá para saber que o filme traz cenas fortíssimas de sexo, altamente desagradáveis, de baixíssimo nível, que talvez você não tivesse vontade de ver. Com esse título, o filme atrai um público que não está receptivo para o real conteúdo do roteiro. Melhor seria "Apologia ao egoísmo". Simplesmente de-tes-tável.
Filme interessante e relativamente ousado, mas algo cansativo e cheio de clichês. Pseudoautobiografia na qual o diretor trabalha a partir do seu ego e vai pouco além dele.
São duas horas massacrantes de cenas trash sem nexo de doença, dor, sexo, putaria e materialismo, sem nenhum sentido por trás das cenas ou algo que te faça refletir, as cenas parecem aleatórias e emocionalmente superficiais.
Quando ele finamente encontra o garoto hindu no hospital, são duas cenas de 5 minutos que o garoto fica jogando no celular enquanto o cara fica contando caso da vida dele, também sem nenhuma moral por trás.
É o clássico drama brasileiro cheio de putaria e superficialidade, não é algo que leva sua consciência pra cima, muito pelo contrário, vai arrastar sua consciência pro quinto dos infernos.
Com este aviso considero cumprido meu papel como cidadão. :)
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