Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
críticas da imprensa
Almanaque Virtual
por Rodrigo Fonseca
Uma espécie de micareta macabra sintetiza naquele lar a Babel das nossas tolerâncias, todas de pavio curto, que, acesos frente ao desamparo de uma força maior, ateiam fogo num paiol de egos, de incongruências, de paganismos afetivos.
A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual
Cinema em Cena
por Pablo Villaça
"Mãe!" [...] é um filme desagradável. Frequentemente angustiante e sombrio, este novo trabalho de Darren Aronofsky tem um primeiro ato que inquieta, um segundo que incomoda e um terceiro que chega próximo do insuportável. A propósito: estou elogiando a obra.
A crítica completa está disponível no site Cinema em Cena
Quarto Ato
por Hillary Maciel
"Mãe!" é um dos filmes mais ousados do século XXI, que beira a presunção e a vaidade. Se apropriar de questões delicadas pode parecer, ao olhar de muitos, uma oportunidade para perpetuar o filme e o nome do seu conceptor. No entanto, Aronofsky traz a sua visão de caos, do apocalipse e do que somos.
A crítica completa está disponível no site Quarto Ato
The Guardian
por Peter Bradshaw
Talvez seja apenas sobre a alegre anarquia envolvida na destruição, simplesmente levando o público a revirar seus estômagos e à porções de loucura. [...] Como terror é ridículo, como comédia, é surpreendentemente divertida, e como uma máquina para te assustar é uma maravilha.
A crítica completa está disponível no site The Guardian
The Playlist
por Jessica Kiang
Uma alegoria religiosa incendiária, um filme de casa mal-assombrada, uma viagem psicológica tão extrema que deveria vir com um aviso de apologia ao crime do ego criativo. [...] O filme mais bombástico, absurdo e fabuloso de Aronofsky.
A crítica completa está disponível no site The Playlist
Cinepop
por Letícia Alassë
[...] Aronofsky presenteia o público com uma singela explicação, o que transforma este longa em uma obra fantástica. ["Mãe!"] é um filme artístico, figurativo e provocador, portanto, é para ser digerido lentamente e como muita interpretação. Se você gosta de desafios, divirta-se!
A crítica completa está disponível no site Cinepop
Observatório do Cinema
por Vítor Guimarães
De dramas intimistas, embates dialéticos, construção de visuais sombrios e ritualísticos até um assalto visual com inúmeros elementos que emulam verdadeiramente uma guerra, parece realmente não haver nada que Darren Aronofsky não possa trazer como elemento para tornar ainda mais labiríntica essa trama.
A crítica completa está disponível no site Observatório do Cinema
Papo de Cinema
por Robledo Milani
Aronofsky está aqui para isso, para provocar, e nunca simplesmente entreter. Afinal, "Mãe!" ensina ao oferecer o conflito. O crescimento vem destes instantes de descuido. A segurança é mera ilusão.
A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema
CineClick
por Iara Vasconcelos
Lawrence sem dúvidas rouba a cena com uma interpretação sólida e visceral de uma mulher que é quase uma "amélia" no início do filme, mas que vai se transformando com o passar dos acontecimentos e buscando força até onde não acreditávamos que fosse possível.
A crítica completa está disponível no site CineClick
Collider
por Brian Formo
"Mãe!" se apresenta como um pesadelo delirante, mas na verdade ele aborda o processo criativo de um artista, o trabalho sem descanso de uma musa e o público que recebe este trabalho.
A crítica completa está disponível no site Collider
Screen International
por Fionnuala Halligan
Darren Aronofsky entrega uma oda expressionista aos tempos em que vivemos. [...] "Mãe!" é uma declaração pessoal do "fim dos tempos" que expressa a angústia desses tempos, bem como um ódio profundo e sangrento deles.
A crítica completa está disponível no site Screen International
The Hollywood Reporter
por Todd McCarthy
Este é um conto que, como qualquer filme do gênero fantástico, ao mesmo tempo que nos intriga com sua situação dramática central, nos empurra para fora com alguns artifícios de enredo poderosamente rebuscados.
A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter
Ccine10
por Kadu Silva
"Mãe!", ainda que seja exuberante tecnicamente, não consegue dizer com clareza a mensagem do diretor ao tocar no tema apresentado. (Tenho para mim que é uma forma de criticar muitas instituições e pessoas mundo a fora).
A crítica completa está disponível no site Ccine10
Cinema com Rapadura
por Rogério Montanare
Tivesse um pouquinho mais de espaço para que nós mesmos pudéssemos montar o quebra-cabeças do nosso jeito, teria sido uma experiência infinitamente mais satisfatória. Pretensiosa ou não, esta obra permanecerá nas cabeças e nas línguas dos cinéfilos por muito e muito tempo.
A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura
Cineplayers
por Francisco Carbone
Tecnicamente impecável, o filme é construído como um pesadelo sujo e gratuito. Viciado em planos-sequência num nível que lá pelas tantas eles passam a nem serem percebidos mais, Aronofsky é puro excesso em cena, e eu não sei dizer se isso é necessariamente bom ou ruim.
A crítica completa está disponível no site Cineplayers
New York Times
por A.O. Scott
Sr. Aronofsky é um virtuoso de humor e timing, um devoto estudante de forma e técnica que se esforça para ser um visionário crível. Porém, tão selvagem e provocativo quanto as suas imagens, há algo que falta - um elemento de estranheza, de dificuldade, do tipo de inspiração que substitui a simples inteligência.
A crítica completa está disponível no site New York Times
O Globo
por Mário Abbade
Aronofsky sustenta a sua homilia por meio do texto, das ótimas interpretações dos quatro atores e também com a eficiência técnica da câmera de Matthew Libatique, um costumeiro colaborador do diretor.
A crítica completa está disponível no site O Globo
ScreenCrush
por Erin Oliver Whitney
Uma viagem única com toques de humor negro, "Mãe!" deve ser o filme mais controverso de Aronofsky até hoje. Embora assumidamente ousado, o filme é uma mistura autoindulgente com ideias demais. Empolgante, mas frustrante.
A crítica completa está disponível no site ScreenCrush
Variety
por Owen Gleiberman
Trata-se de uma estranheza hermeticamente fechada que se transforma em uma experiência de viagem falsa. De todo modo, vá assistir a "mãe!" e aproveite seu exibicionismo de montanha-russa. Mas tenha medo, muito medo, só se você quiser ver um filme que é tão honestamente inquietante quanto é vistoso.
A crítica completa está disponível no site Variety
Veja
por Miguel Barbieri Jr.
Mais uma vez, Aronofsky não se acomoda e faz um filme inquieto, perturbador e de respostas nada fáceis. A princípio, pode parecer um suspense assustador como tantos outros. Engano! Da estranheza nasce um delírio surrealista com citações bíblicas de deixar o espectador perplexo.
A crítica completa está disponível no site Veja
Zero Hora
por Daniel Feix
"Mãe!" proporciona algo oposto à experiência de "Corra!", [...] que se revela bem mais profundo do que parecia inicialmente [...] "Mãe!" tem seus fãs (como "Anticristo"), mas a verdade é que, como o exercício de linguagem que se propõe a ser, fica devendo.
A crítica completa está disponível no site Zero Hora
Chicago Sun-Times
por Richard Roeper
A ação e a escala da atuação são muitas vezes mais adequadas a uma peça de teatro elaborada do que a um filme. Lawrence enxerga e grita e chora com grande entusiasmo. Os olhos dela pulsam com um medo louco dos lunáticos que invadiram sua casa. É uma grande performance, mas não uma ótima performance.
A crítica completa está disponível no site Chicago Sun-Times
Screen Rant
por Chris Agar
A essência do roteiro se desenvolve como uma grande metáfora que pretende comentar o estado do mundo e da humanidade - enquanto força a mensagem na cabeça dos espectadores.
A crítica completa está disponível no site Screen Rant
Boston Globe
por Ty Burr
Com "Mãe!", Aronofsky arremesa a cautela para o espaço e entrega a sua experiência cinematográfica mais abstrata até então. Além disso, é indiscutivelmente o seu pior filme.
A crítica completa está disponível no site Boston Globe
Cineweb
por Alysson Oliveira
Ambição (que pode ser bem ou mal sucedida, mas, geralmente, é um sentimento positivo em se tratando de arte) é fazer um filme sobre a degradação humana mediada por diversos tipos de drogas. Pretensão é fazer uma alegoria com motivos religiosos sobre o mal-estar da contemporaneidade.
A crítica completa está disponível no site Cineweb
Omelete
por Marcelo Hessel
Que demonstração mais desavergonhada de megalomania, recriar o Éden e a jornada de Maria, voltar aos temas bíblicos que marcam sua carreira desde o começo, mas desta vez se colocar frontalmente como a figura onipotente do Criador, inquestionável nas suas escolhas.
A crítica completa está disponível no site Omelete
Rubens Ewald
por Rubens Ewald Filho
É uma ego trip que vai ficando feia e triste, chegando ao que parece a comer criancinha! Será que foi pesadelo meu?! Não estou disposto a assistir tudo de novo. Melhor aceitar que tudo foi um equívoco de péssimo gosto e insuportável conclusão.
A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald
Washington Post
por Ann Hornaday
Nem mesmo o magnetismo de Jennifer Lawrence conseguem impedir que "Mãe!" saia dos trilhos, o que no início acontece cumulativamente, e depois em uma louca corrida durante o estranho clímax do filme.
A crítica completa está disponível no site Washington Post
Critikat.com
por Fabien Reyre
Aronofsky, capaz do melhor ("O Lutador", seu mais belo filme até hoje) mas também do pior (quem se lembra de "Fonte da Vida"?) atinge os limites do seu cinema-peão, capaz de girar indefinidamente sobre si mesmo sem ir a lugar nenhum.
A crítica completa está disponível no site Critikat.com
Folha de São Paulo
por Inácio Araújo
Estamos, portanto, na esfera do filme de "terror de arte", aquele que se vende como reflexão profunda sobre o futuro da humanidade: não mais o mero combate entre o bem e o mal ou a luz e as trevas dos velhos tempos.
A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo
Télérama
por Louis Guichard
Deslumbrado com a grande produção, o cineasta perde o controle e confunde audácia com afronta. "Mãe!" deixa o sentimento de cálcule, entre a impulsão do início e o exagero do resultado.
A crítica completa está disponível no site Télérama
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Uma espécie de micareta macabra sintetiza naquele lar a Babel das nossas tolerâncias, todas de pavio curto, que, acesos frente ao desamparo de uma força maior, ateiam fogo num paiol de egos, de incongruências, de paganismos afetivos.
Cinema em Cena
"Mãe!" [...] é um filme desagradável. Frequentemente angustiante e sombrio, este novo trabalho de Darren Aronofsky tem um primeiro ato que inquieta, um segundo que incomoda e um terceiro que chega próximo do insuportável. A propósito: estou elogiando a obra.
Quarto Ato
"Mãe!" é um dos filmes mais ousados do século XXI, que beira a presunção e a vaidade. Se apropriar de questões delicadas pode parecer, ao olhar de muitos, uma oportunidade para perpetuar o filme e o nome do seu conceptor. No entanto, Aronofsky traz a sua visão de caos, do apocalipse e do que somos.
The Guardian
Talvez seja apenas sobre a alegre anarquia envolvida na destruição, simplesmente levando o público a revirar seus estômagos e à porções de loucura. [...] Como terror é ridículo, como comédia, é surpreendentemente divertida, e como uma máquina para te assustar é uma maravilha.
The Playlist
Uma alegoria religiosa incendiária, um filme de casa mal-assombrada, uma viagem psicológica tão extrema que deveria vir com um aviso de apologia ao crime do ego criativo. [...] O filme mais bombástico, absurdo e fabuloso de Aronofsky.
Cinepop
[...] Aronofsky presenteia o público com uma singela explicação, o que transforma este longa em uma obra fantástica. ["Mãe!"] é um filme artístico, figurativo e provocador, portanto, é para ser digerido lentamente e como muita interpretação. Se você gosta de desafios, divirta-se!
Observatório do Cinema
De dramas intimistas, embates dialéticos, construção de visuais sombrios e ritualísticos até um assalto visual com inúmeros elementos que emulam verdadeiramente uma guerra, parece realmente não haver nada que Darren Aronofsky não possa trazer como elemento para tornar ainda mais labiríntica essa trama.
Papo de Cinema
Aronofsky está aqui para isso, para provocar, e nunca simplesmente entreter. Afinal, "Mãe!" ensina ao oferecer o conflito. O crescimento vem destes instantes de descuido. A segurança é mera ilusão.
CineClick
Lawrence sem dúvidas rouba a cena com uma interpretação sólida e visceral de uma mulher que é quase uma "amélia" no início do filme, mas que vai se transformando com o passar dos acontecimentos e buscando força até onde não acreditávamos que fosse possível.
Collider
"Mãe!" se apresenta como um pesadelo delirante, mas na verdade ele aborda o processo criativo de um artista, o trabalho sem descanso de uma musa e o público que recebe este trabalho.
Screen International
Darren Aronofsky entrega uma oda expressionista aos tempos em que vivemos. [...] "Mãe!" é uma declaração pessoal do "fim dos tempos" que expressa a angústia desses tempos, bem como um ódio profundo e sangrento deles.
The Hollywood Reporter
Este é um conto que, como qualquer filme do gênero fantástico, ao mesmo tempo que nos intriga com sua situação dramática central, nos empurra para fora com alguns artifícios de enredo poderosamente rebuscados.
Ccine10
"Mãe!", ainda que seja exuberante tecnicamente, não consegue dizer com clareza a mensagem do diretor ao tocar no tema apresentado. (Tenho para mim que é uma forma de criticar muitas instituições e pessoas mundo a fora).
Cinema com Rapadura
Tivesse um pouquinho mais de espaço para que nós mesmos pudéssemos montar o quebra-cabeças do nosso jeito, teria sido uma experiência infinitamente mais satisfatória. Pretensiosa ou não, esta obra permanecerá nas cabeças e nas línguas dos cinéfilos por muito e muito tempo.
Cineplayers
Tecnicamente impecável, o filme é construído como um pesadelo sujo e gratuito. Viciado em planos-sequência num nível que lá pelas tantas eles passam a nem serem percebidos mais, Aronofsky é puro excesso em cena, e eu não sei dizer se isso é necessariamente bom ou ruim.
New York Times
Sr. Aronofsky é um virtuoso de humor e timing, um devoto estudante de forma e técnica que se esforça para ser um visionário crível. Porém, tão selvagem e provocativo quanto as suas imagens, há algo que falta - um elemento de estranheza, de dificuldade, do tipo de inspiração que substitui a simples inteligência.
O Globo
Aronofsky sustenta a sua homilia por meio do texto, das ótimas interpretações dos quatro atores e também com a eficiência técnica da câmera de Matthew Libatique, um costumeiro colaborador do diretor.
ScreenCrush
Uma viagem única com toques de humor negro, "Mãe!" deve ser o filme mais controverso de Aronofsky até hoje. Embora assumidamente ousado, o filme é uma mistura autoindulgente com ideias demais. Empolgante, mas frustrante.
Variety
Trata-se de uma estranheza hermeticamente fechada que se transforma em uma experiência de viagem falsa. De todo modo, vá assistir a "mãe!" e aproveite seu exibicionismo de montanha-russa. Mas tenha medo, muito medo, só se você quiser ver um filme que é tão honestamente inquietante quanto é vistoso.
Veja
Mais uma vez, Aronofsky não se acomoda e faz um filme inquieto, perturbador e de respostas nada fáceis. A princípio, pode parecer um suspense assustador como tantos outros. Engano! Da estranheza nasce um delírio surrealista com citações bíblicas de deixar o espectador perplexo.
Zero Hora
"Mãe!" proporciona algo oposto à experiência de "Corra!", [...] que se revela bem mais profundo do que parecia inicialmente [...] "Mãe!" tem seus fãs (como "Anticristo"), mas a verdade é que, como o exercício de linguagem que se propõe a ser, fica devendo.
Chicago Sun-Times
A ação e a escala da atuação são muitas vezes mais adequadas a uma peça de teatro elaborada do que a um filme. Lawrence enxerga e grita e chora com grande entusiasmo. Os olhos dela pulsam com um medo louco dos lunáticos que invadiram sua casa. É uma grande performance, mas não uma ótima performance.
Screen Rant
A essência do roteiro se desenvolve como uma grande metáfora que pretende comentar o estado do mundo e da humanidade - enquanto força a mensagem na cabeça dos espectadores.
Boston Globe
Com "Mãe!", Aronofsky arremesa a cautela para o espaço e entrega a sua experiência cinematográfica mais abstrata até então. Além disso, é indiscutivelmente o seu pior filme.
Cineweb
Ambição (que pode ser bem ou mal sucedida, mas, geralmente, é um sentimento positivo em se tratando de arte) é fazer um filme sobre a degradação humana mediada por diversos tipos de drogas. Pretensão é fazer uma alegoria com motivos religiosos sobre o mal-estar da contemporaneidade.
Omelete
Que demonstração mais desavergonhada de megalomania, recriar o Éden e a jornada de Maria, voltar aos temas bíblicos que marcam sua carreira desde o começo, mas desta vez se colocar frontalmente como a figura onipotente do Criador, inquestionável nas suas escolhas.
Rubens Ewald
É uma ego trip que vai ficando feia e triste, chegando ao que parece a comer criancinha! Será que foi pesadelo meu?! Não estou disposto a assistir tudo de novo. Melhor aceitar que tudo foi um equívoco de péssimo gosto e insuportável conclusão.
Washington Post
Nem mesmo o magnetismo de Jennifer Lawrence conseguem impedir que "Mãe!" saia dos trilhos, o que no início acontece cumulativamente, e depois em uma louca corrida durante o estranho clímax do filme.
Critikat.com
Aronofsky, capaz do melhor ("O Lutador", seu mais belo filme até hoje) mas também do pior (quem se lembra de "Fonte da Vida"?) atinge os limites do seu cinema-peão, capaz de girar indefinidamente sobre si mesmo sem ir a lugar nenhum.
Folha de São Paulo
Estamos, portanto, na esfera do filme de "terror de arte", aquele que se vende como reflexão profunda sobre o futuro da humanidade: não mais o mero combate entre o bem e o mal ou a luz e as trevas dos velhos tempos.
Télérama
Deslumbrado com a grande produção, o cineasta perde o controle e confunde audácia com afronta. "Mãe!" deixa o sentimento de cálcule, entre a impulsão do início e o exagero do resultado.