Mais Forte que o Mundo - A História de José Aldo
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4,0
348 notas

42 Críticas do usuário

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rafateof
rafateof

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de junho de 2016
Num país onde só sai filmes de comédia pastelão de qualidade duvidosa angariando muitos espectadores, os filmes de ação e suspense brasileiros estão começando a dar sua cara, bem como as cinebiografias!. Aqui Poyart corrige seus erros de continuidade de seu filme anterior (Presságios de um Crime) sem perder sua identidade e imprime muito bem sua marca registrada (roteiro ágil, uso de slow motion e cenas de climax no maior estilo de Breaking Bad além de takes de ação de tirar o fôlego) se mostra competente como o melhor diretor de ação brasileiro junto com José Padilha. Virei fã desse diretor!
No filme de longe é incontestável a atuação de Loreto como Aldo, prova sua entrega de corpo e alma para vive-lo, crescendo ainda mais seu potencial para ser um dos melhores atores dessa geração (Desculpe Cauã Reymond e Malvino Salvador), defendendo muito bem seus dilemas pessoais, superações e medos. Destaque também para os magníficos Jackson Antunes e Claudia Ohana - impossível não se comover ou chocar com a história da família de Aldo em Manaus. Cleo Pires defende muito bem sua marrenta Viviane . Rafinha Bastos aparece como alivio cômico (mas nem tão cômico assim) numa ousada atuação quase que irreconhecível dos stand ups que faz, bem como o treinador de Milhem Cortaz que tem um papel chave e motivador na trajetória de Aldo.
A trilha sonora é magnifica: Desde Baby, dos Mutantes, Everybody Wants to Rule the World, regravação de Lorde até em uma versão repaginada de Lugar ao Sol, da saudosa banda santista Charlie Brown Jr casando muito bem com o filme.
Um bom filme!, Emocionante e ajuda a refletir as decisões da vida e um papel único e motivador. Irei ver mais vezes; De longe um dos melhores filmes do ano!
André A.
André A.

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de julho de 2016
História de superação e sucesso de um brasileiro VENCEDOR. Não é qq tropeço que abala essa história linda. O filme compensa.
1nsane1rish
1nsane1rish

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de junho de 2016
Filme sensacional. Nunca achei que o cinema brasileiro conseguiria me impressionar do jeito que ele fez com esse filme. História excelente e emocionante, atuação impecável dos atores, e a trilha sonora foi um dos pontos que me deixou sem palavras. RECOMENDO com todas as minhas forças.
Lídia Luiza S.
Lídia Luiza S.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de junho de 2016
Fui assistir Mais Forte Que O Mundo por alguns motivos bastante específicos. Primeiro por achar importante estar presente nas salas de filmes brasileiros, principalmente quando o filme tem uma história de realização. Acompanhei notícias sobre a produção sem necessariamente procurar por elas. O filme teve sua trajetória bem divulgada até mesmo para quem não está diretamente relacionado com a sua temática. É verdade que existe uma tentativa de identificação com o público geral ao tratar de temas como alcoolismo, deslocamento e superação. Mas o foco é a biografia de um lutador de UFC, o que além de inédito, é arriscado por ser algo que foge da tipicidade dos filmes brasileiros.
O segundo motivo é conhecer o plot e achá-lo interessantíssimo; o primeiro aleta de Manaus que se tornou um campeão mundial. E o último é ser fã do longa Dois Coelhos, não apenas pelo diretor, mas também pela equipe técnica. Ver o grande público apreciar características de direção e fotografia dentro de um filme é gratificante, visto que o Brasil tem suas deficiências quanto ao acesso à cultura.
Enfim, estava lá sentada de frente para a telona esperando que valesse a saída do conforto do meu lar. E valeu. O começo do filme é realmente um pouco confuso e há o uso exagerado de efeitos visuais. Além de alguns erros de continuidade e contextualização. Mas nada que comprometa o filme definitivamente. O elenco também poderia ter sido melhor escolhido, as semelhanças físicas entre os personagens e as pessoas reais são praticamente inexistentes. É uma galera limpinha demais, bonita demais. Rafinha Bastos pode até ser ator, mas nesse filme talvez tivesse tido influência narrativa maior se tivesse interpretado a si mesmo.
Na segunda virada, quando finalmente desembarca no Rio De Janeiro, o longa parece ir tomando forma. Há algo que nos prende à tela querendo ver não só como o protagonista vence os obstáculos e conflitos, mas como se desenrola o romance e sua jornada até o topo do mundo.
spoiler: Um detalhe peculiar que ainda não identifiquei nas críticas que li sobre o filme é a relação do protagonista com o personagem Fernandinho, interpretado por Rômulo Neto, seus demônios internos exorcizados em um inimigo que em determinada curva dramática se transforma no alter ego do personagem. Remete a um clássico do cinema americano contemporâneo: Fight Club, com muita porrada e no final o protagonista tem que quebrar a própria cara para vencer.

Cenas de luta excelentes que exploraram com maestria o slowmotion e o dedinho do diretor em todos os planos são características fílmicas relevantes para a concepção do longa. A trilha sonora é muito fraca, passa a impressão que existe um pacote de músicas para serem utilizadas no cinema brasileiro, repetitivas ao ponto de incomodar. No mais, o filme merece o mérito de ter saído com todas as dificuldades, o que eu imagino que se deva não só à produção, mas principalmente à distribuição da Paris Filmes. Cumpre seu objetivo de emocionar e ecoar na cabeça do espectador. Efeito obtido apenas por bons filmes.
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de julho de 2016
Acostumados com uma leva de comédias sem graça, temos aqui uma arriscada cinebiografia que se destaca pela qualidade do roteiro, do elenco e do desenvolvimento da trama.
A direção do Afonso Poyart é boa e diferenciada do que estamos acostumados a ver em filmes de ação.
O elenco conta com duas interpretações de grande destaque positivo: a de José Loreto e Jackson Antunes, que entregam um trabalho prazeroso ao público.
Os excessos de flashbacks e câmera lenta fazem o filme ser um pouco cansativo e arrastado.
Com uma fotografia de excelente qualidade em todos os atos, Mais Forte que o Mundo é o segundo melhor filme do ano. Melhor que muito filme cinebiografico estrangeiro
Bader
Bader

11 seguidores 64 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de junho de 2016
O filme é simplesmente excepcional! Um excelente trabalho de tomada de imagens, e uma edição dinâmica e frenética, contam a história de superação de Jose Aldo de forma eletrizante e com pitadas de humor. Tudo emoldurado por um excelente fundo sonoro. Jackson Antunes dá um show como o pai fracassado, e Jose Loreto encarnou e engrandeceu o personagem. Uma bela realização do cinema brasileiro.
Renan S.
Renan S.

112 seguidores 124 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 18 de junho de 2016
Mais Forte Que o Mundo - A História de José Aldo, para início de conversa, é um filme que parece chegar sem ser exatamente na época necessária, ainda mais se levarmos em conta que a figura que inspira o filme ainda deve coletar muitas mais decepções e alegrias em sua vida.

Assim, meio que sem ser convidado, Afonso Poyart entre um filme que nada faz além de massagear seu próprio ego. Encabeçado pelos exageros do diretor e sua ânsia em gerar um espetáculo, Mais Forte Que o Mundo é um filme que acaba demonstrando a carência de algo que o cineasta ainda precisar assimilar como maior necessidade em sua filmografia.

A crítica do filme na íntegra:
Ricardo L.
Ricardo L.

63.264 seguidores 3.205 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de novembro de 2024
Uma boa história contada de um dos maiores lutadores do MMA brasileiro, Aldo possui boa premissa e desenvolvimento razoável, ressalvas para o protagonista Loreto que não possui características muito parecidas de José Aldo, mas sua performance é boa.
Kamila A.
Kamila A.

7.938 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de setembro de 2016
Parece até uma história digna de filme. No último dia 09 de julho, quase sete meses após perder o cinturão da categoria de peso pena para aquele que é seu grande rival, o lutador irlandês Conor McGregor, o lutador brasileiro José Aldo Junior conquista a glória novamente, após ganhar o cinturão, ainda que interino, desta categoria, em luta contra o norte-americano Frankie Edgar. Não sou de assistir às lutas de UFC, mas, quem conhece bem o esporte, afirma: Aldo mostrou, nessa luta, o MMA da sua época áurea, em que ele era considerado um dos astros do UFC. Na oportunidade, José Aldo Junior ainda demonstrou toda a sua gratidão ao técnico Dedé Pederneiras, a quem credita todo o sucesso que ele conquistou.

Mas era uma história digna de filme! Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo Junior, filme dirigido e escrito por Afonso Poyart, está há quase um mês nas salas de cinema do Brasil contando a história dele, José Aldo Junior (interpretado por José Loreto), que foi nascido e criado em Manaus, cidade que deixou para trás quando, com o apoio do pai, viajou ao Rio de Janeiro em busca de uma oportunidade para se transformar naquilo que ele sempre desejou ser: um grande lutador, um herói do esporte!

É interessante perceber a maneira como Afonso Poyart retrata a trajetória de José Aldo, mostrando como a raiva esteve sempre presente dentro dele mesmo, como se fosse a grande força motriz por trás de todos os seus atos. Esse sentimento de revolta está presente em José Aldo quando ele encontra-se diante da truculência de seu pai, José (Jackson Antunes), que, além de alcóolatra, era um marido extremamente abusivo. Esse sentimento de revolta está presente em José Aldo quando ele se depara com a condição extremamente pobre na qual ele foi criado, sem qualquer perspectiva de crescimento. Esse sentimento de revolta está presente em José Aldo até mesmo diante de brincadeiras com os amigos (seu passatempo favorito era dar uma porrada com uma tábua nos transeuntes, enquanto ele passava de carro com seus parceiros).

Se José Aldo tinha inúmeros fantasmas em seu passado, de forma a que ele pudesse se transformar num vencedor, era necessário que ele deixasse tudo isso para trás. É aí que entra a figura de Dedé Pederneiras (interpretado por Milhem Cortaz) em sua vida. Quando chega no Rio de Janeiro, é na academia de Dedé que José Aldo encontra um lar, um emprego e uma oportunidade de lapidar o seu dom para a luta, de dominar a sua raiva e de canalizá-la em prol de algo positivo dentro do ringue. É certo dizer que, se José Aldo Junior se transformou no grande nome que ele é hoje, isso se deve ao trabalho feito por Dedé Pederneiras. Por isso toda a gratidão que ele possui ao seu técnico, como demonstrado no início de nossa resenha crítica.

Em Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo, Afonso Poyart confirma os elementos principais do seu cinema: a edição estilizada e o excesso no uso de câmeras lentas. Mas, aqui, o diretor abusa dos simbolismos para mostrar as diversas motivações que José Aldo Junior tinha para lutar. O resultado é um filme que funciona, até mesmo para aquelas pessoas como eu, que não têm o mínimo de familiaridade com o MMA ou o UFC. E é justamente essa a grande vitória de Poyart, com esse filme: universalizar o apelo de uma história de vida como a de José Aldo.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de julho de 2016
Biografia. Ufc. Câmera lenta. Lutas. Realidade. Cliché. Paternidade. Vontade. Treinamento. Talento. Raiva.
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